[ST] Contos do Espaço Profundo

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Contos do Espaço Profundo

Capítulo LXXII
No Coração Inimigo

 Dois novos Setores, Wistral e Meryl, foram criados para administrar essas novas colônias. Como Governadores foram escolhidos, respectivamente, Petals of Red e Liqeerudh.

 Nosso Posto de Observação em Dradim IV detectou um asteróide em rota de colisão com o planeta. Embora seja considerada uma interferência na evolução dos Pyorun (como se o esforço de iluminismo não o fosse) decidiu-se enviar a Patrol Force Hippogriff para interceptar o objeto espacial.

 As duas Corvetas conseguiram, após um intenso ataque ao asteróide, destruí-lo, eliminando a ameaça à civilização do planeta, que observou apenas uma curiosa chuva de meteoros cruzar sua atmosfera.

 O constante estudo dos restos espaciais de nossas batalhas com os Frubralav possibilitou a engenharia reversa de um novo modelo de Mísseis de Fusão.

 O Departamento de Sociedade desenvolveu uma forma de Engenharia de Tecido Neural, tornando possível regenerar os neurônios e ampliar sua capacidade sináptica, em suma tornando nossa espécie mais inteligente.

 O Departamento de Engenharia finalizou os estudos em uma nova escala de naves militares. Batizada simplesmente de Titã, um novo modelo foi desenvolvido utilizando esses preceitos. A nova Classe-Goliath possui um tamanho descomunal, poder de fogo sem precedentes e um gerador de aura ofensiva capaz de enfraquecer escudos energéticos dentro de um sistema solar inteiro. Para construirmos esse gigante, entretanto, precisaremos de grandes melhorias em nossos estaleiros espaciais.

 Após meses aguardando que espantoso Casco Regenerativo restaurasse os cascos e armaduras das naves, e a chegada de novas Corvetas, um novo ataque é lançado contra a Horda Frubralav.

 Mas não seria um ataque qualquer. Nossas frotas atacariam o centro da Horda, Howling Vortex, o sistema natal dos Frubralav. A interferência da estrela de nêutrons não nos permite saber com exatidão o que encontraremos, apenas que há naves inimigas no sistema. Se vencermos, será um duro golpe ao inimigo. Se perdermos, talvez não consigamos nos recuperar a tempo de impedir o avanço da Horda…

 O que encontramos, foi muito além do que poderíamos esperar. Além da já esperada estação espacial e de uma frota inimiga, meia dúzia de estações de mineração e o número impressionante de seis habitats espaciais. Será realmente uma batalha difícil, mas não podemos recuar. Em nome da Tecnocracia Terrana!

 As primeiras estações e habitats já haviam sido destruídos quando a frota inimiga chegou ao alcance. O verdadeiro combate se iniciava, mas ainda mantínhamos a vantagem.

 Um segundo habitat também foi destruído, em meio ao fogo cruzado da batalha. Milhões de Frubralav mortos, mas essa foi a escolha do Grande Khan. Não deixaremos um único inimigo vivo se a outra opção for a morte de terranos ou de outros seres da galáxia!

 Os danos foram pesados, mas a frota inimiga foi derrotada. Mas ainda temos muito trabalho, incluindo naves de transporte de tropas que devem estar tentando invadir algum planeta. Nenhuma estrutura Frubralav restará inteira, reduziremos todas a destroços.

 Quatro meses de combate intenso, treze Corvetas e um Destróier perdidos, além de praticamente todas as naves restantes com pesados danos, mas os Frubralav foram banidos de seu próprio sistema natal.

 Muitas batalhas ainda estão por vir, mas derrotar o inimigo em sua própria casa certamente terá um grande efeito na moral de todos.

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Aê, parabéns!!! Vencer na casa do inimigo sempre é mais gostoso. Era isso que eu queria.

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Em todos esses anos de GSB, essa é a primeira vez que vejo o Corsário ser tão ousado em um jogo.

Parabéns pela vitória! :stuck_out_tongue:

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Vem mais porradaria logo… acho…

Exagerado :stuck_out_tongue:

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Pancadaria boa hein. Até que as perdas foram razoáveis pensando no poder de fogo total dos Fubralav, pena que a frota deles escapou. Só essa destruição dos habs já deveria forçar a rendição da AI.

Agora é estranho pensar em vários habitats pairando ao redor de um buraco negro… Ninguém pode dizer que os aliens aí não tem coragem :smiley:

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Capítulo LXXIII
A Grande Batalha Se Aproxima?

 Enquanto a guerra contra a Horda Frubralav prossegue sem expectativa de um término, a Tecnocracia Terrana atinge a marca de 137 sistemas estelares sob controle, e um total de 26 sistemas colonizados, totalizando 29 planetas habitados e mais de 500 bilhões de habitantes, entre Terranos, Rak’Thalak’Nak, Czyrni, Lavis, Photecianos, Canthari e uma infinidade de Dróides e Robôs de vários modelos.

 Entretanto, o constante crescimento gera uma pressão enorme no governo, com a necessidade sempre presente de enfrentar o desemprego e a criminalidade, além de manter bons níveis de produção.

 Com essa necessidade de melhor administrar nossa grande extensão, um novo Complexo-Capital começou a ser erigido na Terra, um imenso complexo administrativo e de segurança para uma grande civilização.

 Quanto a nossos inimigos, descobrimos que de alguma forma eles conquistaram sistemas estelares do outro lado da galáxia, e que a Entente Cevanti não foi capaz de conter sua expansão. Nem mesmo unidos foram capazes de se defender, de que vale essa Federação deles? Pelo visto, apenas nós poderemos manter a galáxia segura, novamente…

 Com isso em mente, nossas frotas avançam novamente, desta vez rumo ao sistema Cebelrai.

 No sistema, além de uma frota e uma estação de defesa, três habitats e algumas estações de mineração nos aguardavam. Não foi uma batalha tão longa quanto a última e, mesmo com a perda de oito Corvetas, a vitória foi alcançada em pouco mais de um mês.

 Enquanto as frotas se recuperavam da batalha, notícias chegavam à Diretoria. A Terceira Câmara foi alcançada em Alioth IIb, com mais hieróglifos alienígenas descobertos e traduzidos. Tudo tem levado a crer que essa imensa tumba foi construída por uma civilização extremamente religiosa, sob designíos de um profeta ou enviado de seu deus.

 Avanços científicos também ocorreram nesse intervalo de tempo. O Departamento de Sociedade propôs a criação de Mundos Resort, planetas inteiros destinados à diversão dos cidadãos da Tecnocracia.

 E o Departamento de Engenharia apresentou novos métodos de Purificação Mineral Avançada, de forma a aproveitarmos ainda mais os minerais extraídos em nossos planetas.

 A construção do Complexo-Capital na Terra também trouxe um novo paradigma para nosso governo. Dada a aceitação do povo, definiu-se que nossas construções governamentais deverão ser verdadeiros monumentos à Tecnocracia, como forma de demonstrarmos nossa força e desejo de alcançarmos nosso destino.

 Duas batalhas, em Fujeau e Seradon, apesar das vitórias sem contratempos, deixaram a Tecnocracia em um dilema: os sensores de longo alcance de nossas frotas detectaram uma enorme força inimiga em Braddam, o terceiro dos sistemas natais dos Frubralav. Não apenas uma, mas duas frotas inimigas, sendo que a assinatura energética de uma delas não deixa dúvidas de que é a mais poderosa frota inimiga que já encontramos.

 Acreditávamos, pelos dados anteriores de nossas naves científicas e dos Norillga, que a Horda possuía quatro dos monstruosos Galeões. Foi um equívoco. Apenas essa frota em Braddam possui CINCO.

 Não foi simples derrotarmos apenas um desses gigantes inimigos. Estamos preparados para enfrentarmos cinco deles?

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Pena que a Horda nunca se rende… a She-Ra que o diga :face_with_hand_over_mouth:

Tecnologia, tecnologia… rsrs

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5 galeões?!?!?!?!?!
Essa eu quero ver…kkkkk

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Agora a jiripoca vai piar.

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Capítulo LXXIV
Atalho Encontrado

 Ficou decidido que a melhor opção seria aguardar por reforços, muitos ainda sendo construídos, não apenas em Eychilia, mas também na Terra e em Bregglar. Uma longa espera, mas que poderia decidir o rumo da Tecnocracia nesse embate.

 Ussaldon Prime tem se tornado o centro dos esforços coloniais no momento. Além dos diversos pesquisadores empenhados em estudarem as ruínas antigas no planeta, novas levas de desempregados de toda a Tecnocracia têm chegado quase diariamente ao planeta, com enormes investimentos em infraestrutura programados para os próximos meses.

 Novos métodos de Refrigeração Instantânea para nossas armas energéticas foram criados pelo Departamento de Física, possibilitando maior frequência de disparos sem risco de superaquecimento dos sistemas.

 Ao inspecionar o sistema Reagg, a ISS Wayferer descobriu um Buraco de Minhoca ligando o sistema a Teae, na área ocupada pela Horda próximo ao Estado Gorf. Descobrimos o “atalho” utilizado pelo inimigo para se deslocar até o outro lado da galáxia. Esperamos que não haja mais naves Frubralav naquela região, seria uma inesperada, e ingrata, surpresa aos nossos planos.

 Dois avanços importantes foram realizados em seqüência pelo Departamento de Sociedade. O primeiro, uma nova doutrina de modelos mais fluidos para nossas frotas, possibilitando que mais naves sejam coordenadas em combate. Logo em seguida, um novo sistema de drenagem de áreas pantanosas possibilita maior domínio sobre a xeno-hidráulica e a utilização de mais áreas antes inutilizáveis em nossos planetas.

 A ISS Wayfarer encontrou um asteróide intrigante em Uxfiri. Uma análise interna descobriu uma primitiva rede neural operando através de cristais condutivos. Infelizmente, uma tentativa mais intrusiva de estudar essa rede de cristais acabou por causar microfraturas que inutilizaram a rede neural.

 A equipe da ISS Pathfinder encontrou a alavanca que abriu caminho para a Quinta Câmara da Tumba Antiga. Os escritos encontrados falam de uma “audiência” com esse tal Zarqlan, caso consigamos desvendar como abrir a próxima porta…

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 Kareem Abboud, Almirante da Derelict, faleceu aos 89 anos. Com a Patrol Force Dragon agora operando apenas em missões de patrulha, foi considerado desnecessário apontarmos um Almirante para essa nova função.

 O Departamento de Engenharia concluiu o projeto de expansão de nossas bases estelares para Cidadelas. Com estas imensas estações de batalha, devemos ser capazes de construir os também imensos Titãs…

 Dois novos componentes foram descobertos a partir da engenharia reversa em nossos destroços de combates contra os Frubralav. Os Canhões Automáticos são como uma versão espacial de uma antiga arma terrana, a metralhadora Gatling. Um novo software especializado em combate espacial também pode ser recriado dos destroços.

 Após anos à frente do Departamento de Sociedade, o Cientista-Chefe faleceu. Zidlaxi, responsável por uma das equipes de desenvolvimento interno, foi o escolhido para substituí-lo.

 Logo o novo responsável pelo Departamento apresentou o projeto de um Comando Centralizado para nossas operações militares. Com as novas academias militares, a crescente demanda por oficiais deve ser sanada, aumentando o número de naves que poderão ser tripuladas.

 No começo do mês de Maio de 2348, todos os reforços que estavam em construção nos últimos meses se juntaram à nossa força de ataque, incluindo a I Frota de Transporte, com milhares de soldados prontos para o combate.

 Com nossas frotas prontas para enfrentar a maior batalha que a Tecnocracia já teve que travar, apenas nos resta acreditar em nossa capacidade para vencermos de uma vez a Horda Frubralav.

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Pegando folego para terminar de enchê-los de bordoada.Isso aí.

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Capítulo LXXV
Sem Descanso

 Com as frotas se preparando para o ataque, novas construções iniciaram na Terra, principalmente uma nova Academia Militar para treinar novos oficiais para nossas forças militares.

 No final de Maio nossas frotas chegam ao sistema Braddam. Felizmente, possuem tempo de se posicionar para o combate antes que as forças inimigas cheguem à distância de ataque.

 A primeira estação e um habitat são destruídos antes que nossas forças se voltem para as naves inimigas. A primeira frota Frubralav é obliterada sem problemas, mas a principal força da Horda já se aproxima.

 As naves menores não se mostram um problema, com os poderosos disparos de longo alcance dos Encouraçados. Mas enfrentar os cinco Galeões inimigos será uma tarefa longa e desgastante. Várias de nossas naves menores são destruídas pelos ataques concentrados, enquanto nossas armas causam danos mínimos aos gigantes inimigos.

 Mesmo com manobras evasivas sendo executadas e ataques de múltiplas direções para confundir o inimigo, continuamos a perder naves. Os dias passam, o combate começa a desgastar tanto as naves quanto as tripulações, mas finalmente o inimigo começa a sucumbir.

 Um a um, os Galões perdem seus escudos e armaduras, e apenas sua resistência insana os permite suportar o ataque total causado pela frota terrana. Os ataques concentrados vencem o quase impenetrável casco, e os descomunais Galeões começam a se desintegrar em destroços de metal retorcido.

 A batalha foi longa, extenuante e custosa. Mais de vinte naves perdidas e milhares de mortos, além de outras tão avariados que parece um milagre ainda estarem inteiras. Mas vencemos. A mais poderosa força inimiga com a qual já nos deparamos foi subjugada e reduzida a cinzas. Um dia glorioso para a Tecnocracia e para todos que desejam uma galáxia livre de ameaças.

 Mas, entre os mortos nessa batalha, um dos mais sentidos foi o do Almirante Jhulaad, decorrente de ferimentos sofridos em combate. Um funeral de honra será realizado em seu nome, mas como o combate não pode parar, o capitão Seedkugh é promovido ao posto de Almirante da Strike Force Scylla.

 Enquanto as frotas aguardam os consertos necessários e a chegada de novos reforços, o Departamento de Sociedade continua seus incansáveis esforços, com um projeto que utiliza sistemas orbitais de espelhos para tornar grandes geleiras em áreas produtivas de nossos planetas.

 Pouco tempo após a batalha de Braddam, nossas frotas interceptaram uma comunicação Frubralav, informando da morte do Grande Khan devido a uma doença relativamente comum entre sua raça. Esse é um fato realmente inesperado, e talvez possamos nos aproveitar do ocorrido para pôr fim à guerra.

 Entretanto, todas as tentativas de comunicação com a Horda foram ignoradas. O pouco que descobrimos é que a morte do Grande Khan reacendeu a rivalidade existente entre as facções Frubralav.

 Essa é uma oportunidade única, e a Diretora-Geral não tardou a enviar a ordem: avançar enquanto estão desunidos e acabar de vez com essa guerra.

 Mesmo sem reforços e sem os reparos estarem concluídos, as frotas iniciam o ataque, mirando vários sistemas ao mesmo tempo, já que, sem a unidade do Grande Khan, não se acredita haver nenhuma força inimiga tão poderosa agora.

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Perdas equilibradas até, mas com vantagem para a Tecnocracia pela vitória sobre os 3 galeões e sem perda dos encouraçados. :+1:

Mas e essa morte do Khan hein. Reviravolta boa, mas uma febre suspeita :thinking:

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Suspeita demais. Lembra algo do M2TW: depois dos Mongóis, os Timuridas.

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Capítulo LXXVI
A Queda da Horda

 Logo nossas frotas chegam a Nicor, e a base Frubralav logo é reduzida a destroços pelo poder de fogo de nossas naves.

 Descobrimos, então, ao escanear o planeta Bakangi, que se trata de uma colônia Norillga conquistada pela Horda. Logo a I Frota de Transporte é ordenada a invadir o planeta e liberá-lo dos Frubralav.

 Enquanto isso, a ISS Gallant Dawn descobre um conjunto de geradores de gravidade no cinturão de asteróides de Howling Vortex. Um estudo mais aprofundado desses antigos geradores descobriu que eram responsáveis por fornecer gravidade artificial a um grande asteróide no cinturão, mas que algum defeito ou colisão o fragmentou.

 Manter a população feliz é uma tarefa complicada conforme seu número aumenta. Com isso em mente o Departamento de Sociedade criou um projeto para expandir os Holo-Teatros em verdadeiros complexos de entretenimento. Nestes Fóruns de Hiper-Entretenimento, qualquer diversão desejada é possível.

 Com um intervalo de poucos dias, os sistemas de Howoz e Ruqlar são reconquistados pelas frotas terranas.

 A I Frota de Transporte chega à órbita de Bakangi e inicia o desembarque de tropas à superfície.

 Com as tropas posicionadas, a General Kold, Daughter of Sagg, ordena o ataque às posições Frubralav.

 Após o intenso combate, os últimos combatentes inimigos são derrotados e o planeta é liberado. Com a ordem reestabelecida, a Tecnocracia informa os Norillga da libertação de Bakangi, devolvendo o planeta a seu aliado.

 Nossas frotas destróem mais duas bases Frubralav, nos sistemas Elthior e Fijjon.

 Enquanto o avanço terrano prosseguia, interceptamos comunicações dos Frubralav. Nenhum líder inimigo conseguiu se sobrepor a seus rivais, e o caos se instaurou novamente entre as facções internas. A Horda Frubralav caiu, fragmentando-se novamente em grupos dispersos de saqueadores.

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Ótimo! Quero ver quando chegar a hora da treta com o Tumbator.

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Capítulo LXXVII
Avanço Total

 A notícia da queda da Horda trouxe um impasse aos Almirantes das frotas terranas sobre a atitude a seguir. Um questionamento foi feito à Diretoria, e a resposta da Diretora-Geral foi taxativa:

“Os Frubralav continuam a serem um bando de saqueadores e uma ameaça à Tecnocracia. Destruam-nos!”

 Assim sendo, mesmo sem aguardar reforços, o avanço das frotas terranas sobre o inimigo foi total.

 As bases espaciais de Himpra, Holden e Uprfarvis são o primeiro alvo. Todas são destruídas sem a menor dificuldade.

 Damiun, Orthama e Serpess são os próximos sistemas estelares a serem libertados da influência Frubralav.

 Enquanto isso, o Regime Tumbator declara guerra à fragilizada Comunalidade Unida. Que se enfraqueçam, ainda temos contas a acertar com ambos…

 As estações em Gauzor, Uflao e Fuldaban são as próximas a serem estruídas. Nossas frotas começam a diminuir, com várias naves danificadas e destruídas, mas o avanço continua.

 Leituras estranhas em Howling Vortex I revelam um “vazamento” da radiação do buraco negro do sistema. Oscilações gravitacionais aumentaram o fluxo de energia de seu horizonte de eventos, de forma que uma estação de pesquisa na órbita do planeta poderia estudar esse acontecimento com facilidade.

 Duas importantes descobertas foram realizadas pelo Departamento de Sociedade. A primeira se refere a uma forma de Aclimatação Glandular que permitiria modificar a tolerância a biomas específicos. A segunda foi uma nova forma de Gerenciamento de Ecologia Oceânica que nos permitirá eliminar plantas tóxicas aos nossos colonos.

 Em sequência, nossas frotas atacam Iriamus, Brillisir e Wilcam, livrando essa parte da galáxia dos saqueadores Frubralav.

 Sensores de longo alcance detectaram, em Geltauri Black Hole, um sistema não-colonizado incrustado em território Norillga, sinais de uma espécie alienígena desconhecida. Logo iniciamos tentativas de decifrar a comunicação captada.

 A ISS Wayfarer fez uma descoberta surpreendente na atmosfera superior de Braddam III: uma Ameba Espacial Jovem. Embora seja impossível descobrir por que essa jovem Ameba se separou de sua mãe, uma coisa é certa: ela se apegou à Nave Científica, seguindo-a através do sistema.

 Sentindo que uma relação começava a se formar entre o filhote e a nave, o Capitão Rhizome of Black tomou a decisão de “adotar” a jovem Ameba, permitindo um estudo sobre as relações entre as Amebas Espaciais e seu comportamento.

 Os responsáveis pelo processo de iluminismo dos Pyorun relataram que o contato com nossa civilização provocou grandes mudanças éticas em sua sociedade. Cada dia mais e mais Pyorun abandonam suas crenças em seus deuses e passam a aceitar a ciência como parte fundamental de suas vidas materialistas.

 Enquanto aguardavam o reparo das naves, nossas frotas detectaram duas frotas Frubralav em Peith, sistema pertencente aos Norillga. Sem pensar duas vezes, todas seguiram para o sistema.

 Outro Galeão inimigo se encontrava entre as naves, e nossas já desfalcadas frotas sofreram diversas baixas, mas destruíram o inimigo, agora sim livrando essa área do perigo.

 Enquanto retornavam para território terrano e aguardavam os tão necessários reforços, o passo seguinte já começava a ser traçado: avançar através do portal em Reagg, atacar o restante dos Corsários Frubralav e erradicar de uma vez por todas essa ameaça à galáxia.

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Que orgulho “aspira”. kkkkk

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É, neutralizou bem a ameaça. Belo trabalho! Mas, apesar das perdas, sua capacidade naval se manteve constante aparentemente, então esses reforços vão ser bem consideráveis.

Olhando os prints, seus vizinhos da Entente, principalmente o Gorf State e o Tumbator, parecem se expandir absurdamente. Parece bem uns 2/3 da galáxia. Pena que o Khan não deu porrada neles parece. Vai ficar difícil hein…

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Em parte, mea culpa… Eu enfraqueci a Comunalidade e os Lahtropianos, e eles tão se aproveitando… Seria complicado enfrentar os 4 impérios da Entente, mas eu estou… er… dando um jeito da coisa “simplificar” :face_with_hand_over_mouth:

Estranhamente, indeed, tomou pouco território deles (uns… 10 sistemas?), pq normalmente ele se expande bem mais antes de estabilizar… Mas, faz parte…

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