[ST] Contos do Espaço Profundo

Esse mesmo! Porrada na Entente! pirate

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Stellaris

Contos do Espaço Profundo

Capítulo LXXX
Titãs e Colossus

 Nossas frotas mal haviam terminado os reparos em Reagg quando uma mensagem dos Norillga interrompeu os planos da Tecnocracia: duas frotas Frubralav se encontravam no sistema Chort. Sem hesitação, começaram a longa viagem até o sistema, para erradicar de vez os inimigos desse lado do buraco de minhoca.

 Nesse meio tempo, o mandato de nossa Diretora-Geral chegou ao fim. Após uma rápida deliberação dentro da Diretoria, decidiu-se por manter Vera Kirby no cargo, levando em conta os acontecimentos de seu mandato e a corrente guerra com os Frubralav.

 Com vários de nossos planetas possuindo vastas redes de cavernas subterrâneas, o Departamento de Sociedade desenvolvei métodos de Colonização Subterrânea para aproveitarmos essas extensas áreas de forma mais produtiva.

 Com o Projeto Colosso a meio caminho, iniciou-se uma discussão sobre o tipo de arma que essa nave colossal deveria possuir. Embora alguns mais radicais defendessem o uso de armas capazes de destruir completamente um planeta, uma ala mais conservadora obteve sucesso ao defender o uso de radiação neutrônica para exterminar a vida no planeta, mas mantendo sua utilidade futura para a Tecnocracia.

 A grande quantidade de comércio entre nossos planetas traz diversas vantagens econômicas para a Tecnocracia. Com isso em mente o Departamento de Sociedade desenvolveu um projeto de “aglutinação” de diversas atividades comerciais em verdadeiros Megabairros, de forma a aumentar a área disponível e, também, o volume dos negócios realizados.

 Em Maio de 2358 nossas frotas alcançam, finalmente, o sistema Chort, logo assumindo posição de batalha contra as frotas inimigas.

 Mesmo a presença de dois Galeões Frubralav no combate não equilibrou a batalha, que resultou em outra maciça vitória terrana, apesar da merda de oito naves da Tecnocracia. Enquanto os reforços necessários já se posicionam no buraco de minhoca, nossas frotas iniciam a longa viagem de retorno.

 Uma nova versão do armamento que utiliza plasma como “munição” foi desenvolvido pelo Departamento de Física, tornando os novos Canhões ainda mais efetivos.

 Nosso longo trabalho ao trazer os Pyorun de Dradim IV à Era Espacial finalmente chegou ao final, com o lançamento da primeira nave espacial funcional dessa civilização. Nosso acordo mútuo prevê a cedência do sistema Dradim (inclusive do planeta irmão Dradim III) em troca de sua lealdade à Tecnocracia. Nossos novos aliados formaram um Comissariado Militar Democrático e adotaram o nome de União Independente Pyorun.

 Após anos de esforços do Departamento de Engenharia, o Projeto Colosso foi finalmente concluído. A nova nave Classe-Armageddon será equipada com nossos melhores escudos, armaduras e equipamentos, mas o tamanho descomunal da Varredura de Nêutrons impede a instalação e qualquer outra arma. Será uma nave devastadora, porém precisará de proteção ao adentrar território inimigo.

 Como nossa base espacial na Terra já está ocupada com a construção de Titãs, Bregglar foi escolhido para a construção do novo Pátio de Construção de Colossos, após a necessária expansão da base espacial.

 Falando em Titãs, nossa primeira nave Classe-Goliath terminou de ser construída. A ISS Prometheus é uma nave gigantesca e com poder de combate equivalente a uma pequena frota. Sua presença no campo de batalha será de imensa valia aos esforços militares da Tecnocracia.

 O Governador Stalk of Teal faleceu, após anos de uma bela administração do Setor Wymos. O Arquiteto Shunbloor foi escolhido como novo administrador do setor.

 Desde a Reforma Governamental que determinou as promoções por Meritocracia dentro de nosso governo, os feitos alcançados pela Tecnocracia apenas demonstraram ser essa uma medida acertada. Instituindo a formação de Conselhos Privados formados por expoentes membros de nossa sociedade para aconselhar nossos líderes, devemos tornar o governo ainda mais efetivo em nossas ações.

 Com nossas frotas finalmente posicionadas próximo ao buraco de minhoca no sistema Reagg, incluindo a nova Reserve Force Werewolf e a I Frota de Transporte, aguarda-se apenas pela chegada da ISS Prometheus para avançarmos sobre os remanescentes dos Saqueadores Frubralav.

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Realmente deve ser uma merda perder 8 naves para os frubalav. :wink:

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Achei que ia escolher o “quebrador de mundo”. O apelo estético de destruir planetas parece sempre atrativo… Almirante Tarkin que o diga :smile:

tarkin

E esses Frubalavs são persistentes… Principalmente os galeões deles. Ansioso para ver o Prometheus dando cabo deles. :+1:

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Esses Frubalavs já duraram muito, tá na hora de dar cabo de uma vez.

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Stellaris

Contos do Espaço Profundo

Capítulo LXXXI
Artefatos e Arqueologia

 A possibilidade de criar energia através do vácuo foi uma descoberta muito importante do Departamento de Física, possibilitando a construção de reatores com energia praticamente ilimitada sem a necessidade de transportar combustível junto com as naves.

 Ao inspecionar Reagg I, a ISS Galant Dawn descobriu depósitos significativos de água congelada e resquícios de que o planeta já possuiu vida o passado. Um grande programa de Terraformação pode ser capaz de tornar o planeta habitável novamente.

 O estudo de nossos constantes combates espaciais possibilitou ao Departamento de Sociedade a elaboração de novas Doutrinas de Formação de Batalha, permitindo que nossas frotas coordenem manobras de forma mais eficiente.

 A análise dos dados pós-combate de nossos Encouraçados permitiu ao Departamento de Engenharia projetar Cascos Aprimorados ao reforçar as áreas mais vulneráveis da nave.

 Enquanto trabalhavam para eliminar uma área de Floresta Densa em Durabbius Prime, nossos trabalhadores fizeram uma descoberta surpreendente: escondida pela mata, uma gigantesca estação espacial alienígena!

 Sobrevivendo a queda orbital devido à sua poderosa blindagem, essa estação espacial de um passado distante pode fornecer muitas descobertas à Tecnocracia.

 Os antigos artefatos que temos coletado de civilizações ancestrais sempre foram um mistério. Suas estruturas demonstram um conhecimento científico muito além do que podemos imaginar, apesar de sua antiguidade.

 Uma teoria do Departamento de Sociedade, de que devemos olhar para esses artefatos além dos olhos da ciência, com uma visão mais “arcana” de suas funcionalidades, parece ter encontrado respaldo e, após uma série de testes, começou a demonstrar resultados positivos.

 A primeira tentativa oficial resultou em descobertas sobre a forma de construção desses artefatos, e a adaptação dessas técnicas permitem que possam ser utilizadas em nossa engenharia atual.

 Um segundo estudo, direcionado a usos militares, permitiu um avanço em nossos sistemas de análise estrutural de naves inimigas, de forma que possamos explorar pontos fracos da armadura inimiga.

 Após uma longa espera, a ISS Prometheus chegou a Reagg, sendo adicionada como Nau Capitânea da Strike Force Scylla. Nossas frotas finalmente se prepararam para explorar o desconhecido além do buraco de minhoca…

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Cadê a extinção total e completa dos Frubalavs?
Quero ver no que vai dar essa viagem no buraco de minhoca.

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Curti o “lore” dessa estação escondida sob a floresta. Ainda mais sob o argumento da simples remoção de um bloqueador. Bem legal :+1:

Agora, se um membro da equipe de exploradores voltar com um “facehugger” já era o planeta… :rofl:

Aguardando a porrada nos frubalavs…

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Stellaris

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Capítulo LXXXII
Dezoito Meses de Combates

 O ano de 2362 começava quando nossas frotas receberam a ordem de avançar pelo buraco de minhoca que conectava Reagg ao longínquo sistema Teae, do outro lado da galáxia. Novamente avançariam sobre o inimigo sem saber quais forças ele ainda possuía, mas a missão de livrar a Tecnocracia – e a galáxia - de mais uma ameaça dava a todos, dos Almirantes ao mais jovem taifeiro, a coragem que necessitavam.

 Mas, como tudo sempre tende a ocorrer ao mesmo tempo, outra frota de piratas espaciais atacou, desta vez no sistema Rubiz. A estação espacial logo emitiu o sinal de alerta, solicitando reforços. A Patrol Force Medusa, que coincidentemente patrulhava o sistema, juntou-se em apoio, enquanto a Patrol Force Wyvern seguia em auxílio.

 Logo ao atravessarem o buraco de minhoca, nossas naves foram recebidas pelo fogo da base Frubralav no sistema, mas o poderio concentrado das três frotas destruiu a defesa em poucos dias.

 Com Teae liberado, nossas frotas se dividiram, para incapacitar o inimigo no menor tempo possível. Enquanto isso, naves científicas e de construção iniciavam a viagem até o sistema, para clamar essa região do espaço para a Tecnocracia.

 Ao adentrar o sistema Scorpio, a Strike Force Scylla detectou inúmeros destroços espaciais orbitando quase todos os planetas. Uma análise mais detalhada aos dados dos sensores identificou serem de uma antiguidade ímpar, certamente construídos por uma civilização contemporânea aos Yuht – se não pelos próprios.

 Uma das construções mais bem conservada – ou menos destruída – é também a maior estrutura já encontrada pela Tecnocracia. Orbitando ao redor de Scorpio IV e suas luas, os dados sugerem ter sido uma antiga Rede de Sentinelas, capaz de monitorar praticamente toda a galáxia.

 Um motivo a mais para a Tecnocracia clamar essa região do espaço.

 Atacando a base inimiga no sistema, pela primeira vez o poder do Raio da Perdição foi presenciado. Mesmo com raios de energia sendo reconhecidamente inefetivos contra escudos energéticos, ainda assim o disparo da ISS Prometheus fez a defesa inimiga oscilar, e os ataques do restante da frota colocaram os escudos abaixo em questão de minutos. Nenhuma nave ou estrutura conhecida resistiria a um disparo direto dessa arma gigantesca. Tanto que, quando o segundo disparo foi efetuado, atravessou a já combalida defesa da base, terminando por destruí-la.

 A batalha contra os piratas espaciais continuava, com clara desvantagem para nossas naves. Com uma das naves da Patrol Force Wyvern já destruída e a Patrol Force Medusa seriamente danificada, a derrota terrana era dada como certa. Quando o auxílio chegou.

 Captando o pedido de socorro da base, a chegada de nossa mascote espacial, Nova, colocou os piratas em pânico, fazendo-os tentar escapar mas, cercados pela base espacial e as frotas de patrulha, e sua única rota de escape bloqueada pela gigantesca ameba espacial. Com seus poderosos disparos de plasma orgânico, Nova terminou, em poucos instantes, o trabalho começado pelas frotas de patrulha.

 A notícia da vitória sobre os piratas graças ao inestimável auxílio de Nova aumentou ainda mais a estima que os cidadãos da Tecnocracia nutrem por nossa mascote, ecoando por todo o território terrano e inspirando todos à defesa de nossa civilização.

 A Strike Force Pegasus liberta o sistema Uhgrone da presença Frubralav, enquanto o sistema Schinik é libertado pela Nanite Interdictor.

 Outra base espacial inimiga é encontrada no sistema Zeldrah, mas em poucos dias nossa frota não deixa nada além de destroços.

 Em Hizar, uma frota Frubralav é detectada. Para enfrentá-la, a Strike Force Scylla e a Nanite Interdictor unem forças. A esperada vitória logo vem, seguida da destruição da base espacial e a libertação do sistema.

 Continuando o avanço sistêmico sobre o inimigo, as frotas deixam Hizar e seguem para Cipux, eliminando a presença inimiga desse sistema em poucos dias.

 A Strike Force Pegasus também continua suas batalhas, o último alvo destruído foi a base Frubralav em Walzirin.

 Outra frota inimiga é detectada em Sargas, e mais uma vez a força combinada de duas frotas terranas não deixa a menor margem para derrota, destruindo totalmente os inimigos no sistema.

 “Uma das principais habilidades de um bom líder é reconhecer os aspectos positivos partilhados por um grupo, valorizando esses aspectos coletivos sobre suas identidades individuais.” Esse é um trecho do estudo do Departamento de Sociedade intitulado “O Eu Coletivo”, direcionado ao treinamento de novos oficiais terranos e auxiliando na criação de líderes mais eficientes.

 Os próximos meses viram combates nos sistemas Hojjam, Iblyria e Withrilli, todos com ampla vitória da Tecnocracia sobre os Frubralav. Com isso, o último reduto conhecido de nossos inimigos, Darep, torna-se alvo da Strike Force Scylla.

 Antes do ataque, porém, os Guardiões Udkavongo entram em contato. Aparentemente nossas ações contra os Frubralav agradaram nossos “aliados”, que decidiram nos enviar um enorme carregamento de créditos e minerais. Como recusar?

 A batalha em Darep iniciou com o poderoso disparo da ISS Prometheus abrindo as brechas necessárias no escudo inimigo para o ataque do restante da frota, que avançou sem temor sobre a base espacial inimiga.

 A destruição da base estelar marcou o fim dos Saqueadores Frubralav. Outra ameaça detida pelo poderio tecnológico e pela benevolência terranos. Vitória!

 Enquanto os comunicados oficiais da derrota do inimigo eram repetidos por toda a galáxia, algo chamou a atenção da Diretoria. Não apenas o fato de que a guerra entre a Entente Cevanti e a Aliança Rak’Thalak’Nak/Lathrepianos ainda prosseguia. Mas, um sinal peculiar, familiar mas ao mesmo tempo diferente, na fronteira entre nosso território e os Lahtrepianos…

 Rebeldes! Rebeldes Rak’Thalak’Nak!

 Mas, ao contrário de seus… irmãos… o Sistemas Democráticos Rak’Thalak’Nak, embora ideologicamente similares, declarou independência aproveitando-se da interminável guerra e, possivelmente, abandono do governo.

 Seria simples destruí-los e tomar o sistema. Mas a Diretora-Geral decidiu estender a mão, como sempre fizemos, e ofereceu proteção à jovem democracia.

 Seja por temor, confiança ou qualquer outro motivo, o representante Rak’Thalak’Nak, Chanceler Cax, aceitou a oferta. Mais uma prova de que a Tecnocracia Terrana defenderá todos que ficarem ao nosso lado.

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E dá-lhe mascote. Será que aparecerá mais mascotes?

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Extinção dos Frubalavs, maravilha. E gostei da mascote, ela com a Prometheus vão dar um bom trabalho aos inimigos. Aliás, terá como construir outras naves como iguais à Prometheus?

Se não fosse designado pelo próprio jogo, pensaria que esse título “O Eu Coletivo” teria vindo de inspiração da URSS do camarada @Biller hahahahahaha

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Sadly, somente com mods…

Atualmente, posso fazer 3… mas é escalonado de acordo com meu Naval Capacity, até um máximo de 20. Na realidade, Titãs são naves de suporte, devido à Aura que emitem, o ataque é extremamente lento.

Uma fortuita coincidência essa tech logo após ele concluir o AAR, eu diria :face_with_hand_over_mouth:

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Achei que os galeões dos Fubralavs iam dar trabalho, mas foi uma boa campanha… A AI normalmente não aguenta encarar um ataque dessa magnitude. Talvez um Fallen Empire. Agora é conquistar o “vácuo” que eles deixaram e dominar três pontas da Galáxia.

Esse mascote é legal… Depois de uns 100 anos (eu acho?) ele assume uns 5k de fleet power. Uma admissão considerável para a Tecnocracia Terrana :+1:

Quando eu pesquisava essa tech no Stellaris, o sentimento era esse :rofl::

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Stellaris

Contos do Espaço Profundo

Capítulo LXXXIII
Hora de… Colonizar!

 Com a ameaça Frubralav eliminada, a Tecnocracia se volta para os mundos habitáveis descobertos nos últimos anos. O constante crescimento populacional tem causado altos índices de superpopulação em muitos de nossos planetas, mesmo com a realocação de mão de obra ociosa para os planetas menos habitados.

 Desta forma, nada menos que 14 missões de colonização tiveram início, sendo 3 com bravos colonos terranos e 11 com nossos novos aliados Pyorun, dada sua habitabilidade elevada por terem vindo de um mundo Cemitério.

 Os novos Domos Paraísos projetados pelo Departamento de Sociedade são uma maravilha da Arquitetura Idílica terrana, muito mais avançados que os atuais complexos habitacionais existentes e capazes de fornecer moradia e confortos extras a um número ainda maior de habitantes.

 Com o sistema Scorpio finalmente sob nosso controle, Scorpio I torna-se o novo esforço de colonização para nossos amigos Pyorun.

 Outro avanço do Departamento de Sociedade inclui novas técnicas de metilação de DNA através de Gatilhos Epigenéticos. Com esse processo poderemos ser capazes de modificar geneticamente seres pré-sencientes que encontrarmos, concedendo-lhes características que poderão ser muito úteis quando sua espécie atingir a senciência completa.

 Nossa equipe de exploração, comandados por Rhizome of Green, chegaram a Durabbius Prime e avançaram pela mata até a estação espacial acidentada.

 Uma análise externa inicial revelou que ela deve possuir milênios de idade e era ocupada por, provavelmente, milhões de indivíduos. Corpos foram encontrados nas câmaras externas, provavelmente instantaneamente quando da queda da estação. Enquanto alguns corpos estavam junto ao que acreditamos serem armas, outros seguram – ainda, depois de milhares de anos – pequenos ídolos, evidenciando que sua população era, provavelmente, tanto militar quanto religiosa.

 Após praticamente uma década, a guerra entre a Entente e a Aliança terminou, com uma vitória esmagadora da Entente. Essa federação tem se fortalecido cada vez mais, ocupando praticamente um terço – se não mais - da galáxia. Com a maioria de seus membros sendo hostis a Tecnocracia, logo teremos que por um fim às suas ambições…

 “A lembrança presente de nossas conquistas passadas tem um efeito poderoso sobre nossas ambições para o futuro”, diz o novo estudo do Departamento de Sociedade sobre nossa evolução no decorrer da história. Seu novo projeto de Locais de Herança, enormes monumentos glorificando nossos grandes feitos do passado, deve manter nossos cidadãos focados em alcançarmos nosso destino futuro.

 Outro planeta do outro lado da galáxia – mais precisamente Cipux IIIa, uma lua tipo Continental - torna-se foco de nossa colonização dos territórios anteriormente conquistados pelos Frubralav.

 A paz não dura muito na galáxia, quando o Governo Lahtrepiano, mesmo saído de uma derrota descomunal para a Entente, declara guerra à Liga de Comércio Triech.

 Em Durabbius Prime, uma grande descoberta é realizada na estação espacial acidentada: os registros recuperados dão a entender que seus habitantes eram isolacionistas profundamente religiosos.

 Sua crença no destino divino guiava todos os aspectos de suas vidas, desde seu nascimento, profissão e romance, tomando-lhes a liberdade individual. Os que desafiavam o oráculo, aparentemente morriam misteriosamente pouco tempo depois…

 Poucos dias após completar 100 anos, Rhizome of Lavender faleceu. Para continuar seu grande trabalho governando o setor Choirtiz, escolhemos o jovem intelectual Huuregdhe.

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Esses gostam de apanhar. Talvez a Tecnocracia possa se aproveitar e fazer uma rápida campanha militar sobre a Aliança, já prevendo a porrada com a Entente.

Observando o print da guia de planetas colonizáveis, é estranho como o jogo gera aleatoriamente uma quantidade considerável de slots de distritos produtivos (geradores, mineradores, agrícolas) em planetas pequenos, e outros planetas que são maiores possuem poucos distritos úteis.

Mas, por outro lado, talvez seja até bom… Até a versão 2.2 (antes da mudança no funcionamento de pops/squares), colonizar planetas pequenos me parecia meio desinteressante.

Acompanhando :+1:

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Pois é, isso é algo meio… estranho… Já vi reclamações até no fórum da Paradox sobre isso… Ficou meio random mesmo, parece… em outros jogos (Master of Orion, principlamente) essa questão é atrelada, tipo planetas rochosos podem ter mais pops trabalhando em produção com menos penalidade, etc… Mas, enfim…

Talvez a Tecnocracia esteja meio… ocupada… nos próximos anos, mas eles estão na… er… “lista”, sim :face_with_hand_over_mouth:

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Stellaris

Contos do Espaço Profundo

Capítulo LXXXIV
A Hora do Aglomerado-L?

 A morte da Diretora-Geral Vera Kirby aos 89 anos foi muito sentida, dada seu posicionamento firme quando da ameaça Frubralav. Logo a Diretoria se reunia para escolher um novo governante para guiar a Tecnocracia nos próximos anos.

 A escolha recaiu sobre Klaus Bergmeister, governador de Almach Prime. Embora sua Agenda focasse principalmente no comércio interplanetário, seu posicionamento quanto ao aspecto militar da Tecnocracia obteve grande apoio, levando à sua eleição como novo Diretor-Geral.

 Suas primeiras medidas incluíram a expansão de diversas bases estelares, a reformulação (e ampliação) das Forças de Patrulha para proteção contra a pirataria e a construção de novas naves militares.

 Para seu lugar à frente do Setor Almach, foi escolhida a veterana do exército Anja Neumann.

 O sistema Hojjam entra para o controle da Tecnocracia, e uma nova missão de colonização da lua Hojjam IIIa é iniciada.

 O Departamento de Física alcança novas melhorias no sistema de refrigeração de armas energéticas, permitindo maior eficiência de ataque com menores riscos de explosões.

 Um complexo sistema de vigilância foi encontrado por nossa equipe de exploração dentro das paredes da estação espacial em Durabbius Prime. A conclusão óbvia é que os discípulos eram monitorados todo o tempo, mas, a certa altura, essa vigilância foi descoberta e uma revolta teve início.

 A decisão de um departamento especializado em cooperação com a população não foi bem vista por alguns, mas logo essas novas equipes ganharam a confiança da população, auxiliando nossas forças de segurança no combate ao crime em nossos planetas.

 Juntando todas as peças do quebra-cabeça que são os Portões-L, o Departamento de Física conseguiu decifrar seu código de funcionamento.

 Uma nave científica de posse desses dados deve ser capaz de restaurar os sistemas do Portão-L em Urakhannon’s Maw, permitindo sua reativação. Entretanto, os dados sobre esse misterioso Aglomerado-L são poucos, de forma que é impossível sabermos o que poderemos encontrar nesse sistema.

 Assim, antes da reativação, todas as nossas frotas de ataque foram convocadas para estarem a postos quando a passagem for reaberta.

 O Governador do Setor Terra, Pugleesh, faleceu em decorrência de seus conhecidos problemas com substâncias psicoativas. O especialista agrário Pock, son of Reti, chefe do Ministério de Produção Alimentícia da Terra, foi promovido e assumiu a administração do setor.

 Os novos Algoritmos de Montagem desenvolvidos pelo Departamento de Engenharia devem otimizar ainda mais as construções em nossos planetas. Isso será muito importante agora, com a grande quantidade de novas colônias sendo estabelecidas por toda a galáxia.

 Falando em colônias, outro planeta, Withrilli C III, teve iniciado o processo de colonização.

 Investigando a rede de vigilância da estação, nossa equipe de exploração chegou a um complexo de templos de adoração ao “Oráculo” no centro da estação acidentada. A descoberta de que esse Oráculo era não uma entidade divina, mas, na realidade, um Nexo de Inteligência Artificial, foi inesperada. Em outras palavras, o Oráculo era um “computador profético”.

 Os sinais de combate encontrados pela estação dão a entender que essa descoberta levou muitos fiéis a se revoltarem, ao saberem que sua sociedade seguia os preceitos de uma máquina.

 Nossos cientistas decidiram tentar reativar o Nexo, como forma de descobrir mais sobre a civilização que habitava essa estação.

 A interceptação de comunicações do Estado Gorf levou a descoberta de que a facção Associação de Consciência Alienígena, de tendência Xenofílica, chegou ao poder prometendo maior abertura com outras civilizações. Deveríamos tentar nos aproximar deles?

 Na nova colônia de Zatar Prime, um grupo de exploração descobriu, próximo ao pólo norte do planeta, um cruzador de batalha no fundo do oceano. Um projeto para tentarmos resgatar essa nave teve início.

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Agora que eu parei pra reparar em Setembro teremos 1 ano de AAR. Acho que nunca li uma tão longa por aqui. Continue, Corsário.

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Bom, @Lord_Victor , a “campeã” é a minha de Sengoku… Se desconsiderarmos a que o Biller retomou, rsrs… Mas eu queria terminar antes de um ano… To doido pra jogar uma do Federations a sério :sweat_smile:

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Por falar em Sengoku, sonho no dia em que a Paradox tomará vergonha na cara de fazer um Sengoku 2 no nível de CK - ou um CK na China.

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