[ST] Contos do Espaço Profundo

A Tecnocracia salvou a galáxia da crise por ela causada, boa! Hahahaha

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Essa vitória tecnocrata parece promessas de vários políticos de que irão apresentar a solução dos problemas que eles causaram.

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:joy: :joy: :joy:
Bom, @Lord_Victor e @Richardlh, ao menos eu resolvo os problemas que eu mesmo crio e mais alguns :face_with_hand_over_mouth:
Ou ao menos tento… :sweat_smile:

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Stellaris

Contos do Espaço Profundo

Capítulo XC
Tempos de Ciência

 Os anos que se seguiram à guerra contra a Tempestade Cinzenta foram anos de paz, porém não anos de pouco trabalho.

 Foram tempos de construções ininterruptas em todos os planetas da Tecnocracia. Foram tempos de reconstrução e reformulação de nossas forças militares. Mas foram, principalmente, tempos de ciência.

 Começaram com a construção de duas novas naves científicas, para substituir as destruídas durante a guerra. A ISS Zephyr teve o comando cedido ao arqueólogo Stalk of Green, enquanto o talentoso Dika na-Iben recebeu o comando da ISS Astute II.

 As principais descobertas dessas novas naves científicas ficaram por conta de uma colônia litóvora vivendo dentro do asteróide ONA-717 no sistema Sathama, enquanto as investigações da ISS Zephyr nos destroços das naves da Tempestade Cinzenta nos renderam a descoberta de algoritmos de Funções Avançadas de Combate para nossos computadores.

 Duas mortes também marcaram esse período, o Almirante Xavier McCoy, Almirante da Nanite Interdictor, substituído por Petals of Gold, e o Cientista-Chefe do Departamento de Física, Rhizome of Maroon, cujo cargo foi confiado ao jovem Rhizome of Green.

 O Departamento de Física alcançou grandes avanços nesses anos, com destaque para um projeto de Nexo Científico, uma megaestrutura de pesquisa que poderá alavancar nossa ciência a níveis inimagináveis; novos Desenhos de Matéria Escura que nos permitirão explorar esse raro recurso; e a finalização dos algoritmos necessários para ativarmos Portais dentro de nosso território.

 O Departamento de Sociedade, por sua vez, criou novas variedades de Colheitas Transgênicas, muito mais nutritivas que suas contrapartes naturais; e alcançou a Maestria Morfogênica de Campo, permitindo a bio-fabricação de criaturas vorazes e selvagens para uso contra inimigos em campos de batalha.

 O Departamento de Engenharia não deixou por menos, apresentando importantes avanços, como Cascos Avançados para Encouraçados, ainda mais resistentes que os atuais; Sondas Minerais que utilizam Nanites para localizar as menores concentrações minerais em asteróides; uma estrutura especializada em Transmutação de Nanites para componentes raros e necessários; e novas Naves de Ataque Aperfeiçoadas, muito mais poderosas que as básicas naves atualmente lançadas de nossos hangares.

 Também marcou esses tempos a nova postura do governo, prometendo levar a Tecnocracia Terrana a uma nova era de Harmonia entre todos os nossos cidadãos, rumo ao nosso maior objetivo, as estrelas.

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Depois de tanta porrada com a Tempestade, nada como uma “Pax Humanorum” para organizar os planetas. :+1:

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Stellaris

Contos do Espaço Profundo

Capítulo XCI
Uma Nova Geração

 Mesmo com a destruição da Tempestade Cinzenta, seu impacto em outras civilizações ainda pode ser sentido. Desestabilizados pela destruição causada e pela guerra contra o Governo Lahtrepiano, a Liga de Comércio Triech vê rebeldes tomarem controle do sistema Rantemario, declarando independência como a Assembleia Triech.

 Aproveitando-se dessa situação, a União Dinástica Nuurian também declara guerra à Liga, trazendo ainda mais caos aos nossos vizinhos.

 A situação também não corre bem com a Consciência Norillga, pois o sistema Mecura declara independência, com o Sindicato Zik-Mok assumindo o controle do sistema.

 Pressionada cada vez mais, a Liga decide pela paz com o Governo Lahtrepiano, cedendo dois sistemas para focar seus esforços na nova guerra.

 Os Raquete surgem com outra proposta comercial. A permuta de Cristais Raros pelo ainda mais raro Metal Vivo é deveras vantajosa para deixarmos passar.

 Um gigantesco local de deliberação para todas as civilizações galácticas. Esse é o novo projeto do Departamento de Sociedade, uma ambiciosa Assembleia Interestelar que, se pudermos construir, certamente trará ainda mais influência para a Tecnocracia.

 Procurando otimizar cada vez mais os processos de construção, o Departamento de Engenharia cria novos Algoritmos de Montagem.

 Os Raquete parecem estar gostando de negociar conosco, pois trazem mais uma oferta tentadora: uma pequena quantidade de Ligas Metálicas por uma grande quantidade de indivíduos de sua espécie. Aparentemente são criminosos de seu planeta, mas cremos que poderemos manter um olho em todos…

 O Departamento de Física finaliza os estudos sobre os misteriosos Portais desativados, criando uma rede de Portais que poderão ser usados para viajarmos rapidamente através da galáxia.

 Com o início da construção da nossa quinta frota de ataque, a Strike Force Medusa, o jovem Muhammad Nadir é promovido a Almirante.

 O mandato de Klaus Bergmeister chega ao fim, e ele decide retirar-se da vida pública. Para seu lugar, a Diretoria escolhe Max Schaëfer, ex-governador de Scheddi Prime, que assume como Diretor-Geral com um discurso de que devemos deixar que Uma Nova Geração tome os rumos da Tecnocracia e esteja preparada para as dificuldades que certamente se interporão entre nós e nosso destino.

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Enfim a Tecnocracia em paz!

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Stellaris

Contos do Espaço Profundo

Capítulo XCII
Colosso

 Mesmo tendo decidido se aposentar, o ex-Diretor-Geral Klaus Bergmeister acabou aceitando o pedido de Max Schaëfer e assumiu a administração do Setor Scheddi.

 Os Empreendimentos Industriais Raquete surgem uma vez mais com uma oferta difícil de ser recusada: Alimentos em troca de Minerais. Como nossa produção de comida se encontra em um nível elevado, os minerais serão de grande valia para as dezenas de construções sendo realizadas em nossos planetas.

 Um grupo conhecido como o Trio Vengralian se apresentou como representantes da Coalizão Caravana Caravansária, oferecendo uma “Coleção de Bugigangas” em troca de especialistas da Tecnocracia. Recusamos diplomaticamente a “oferta”.

 Sim, novamente eles. Os Raquete novamente surgem com uma proposta… estranha, por assim dizer… Ligas Metálicas em troca de uma grande quantidade de… colonos? Criminosos? Espiões? Quem sabe, mas a proposta é muito tentadora para recusarmos, apesar do constante uso de Ligas Metálicas, um mês de nossa produção não fará tanta falta assim.

 06 de Abril de 2387. Essa é a data da conclusão da nave ISS Behemoth, nosso Colosso Classe-Armageddon. Um projeto tão grandioso que levamos mais de 10 anos desde sua concepção até que o estaleiro espacial de Bregglar o concluísse.

 Comunicações espaciais interceptadas dão conta de que toda a galáxia comenta, discretamente, sobre sua conclusão. Com esse verdadeiro monstro a nossa disposição, ninguém poderá se opor ao nosso destino.

 Uma nova era tem início para a Tecnocracia Terrana.

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Ansioso para ver o Behemoth (nome bem apropriado :smiley:) em ação… Nada como milhões de toneladas em diplomacia galáctica para trazer uma diversão. :+1:

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Só espero que essa nova geração não seja pacifista. Hahahahahahahaha

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Stellaris

Contos do Espaço Profundo

Capítulo XCIII
Preparativos

 Mesmo após a conclusão do ISS Behemoth, os estaleiros militares da Tecnocracia não pararam, pelo contrário. Dezenas de novas naves seguiam em construção, desde pequenas Corvetas até enormes Encouraçados.

 A construção constante pressionava tanto a produção de Ligas Metálicas quanto a geração de Créditos Energéticos, estes já no limite e várias vezes entrando em déficit.

 Para contrabalancear a situação, muitas colônias foram definidas como Mundos Geradores e milhões de cidadãos eram transportados a esses planetas, em um processo constante de equilibrar Energia, Bens de Consumo e Ligas Metálicas. Milhares de naves civis cruzavam o espaço entre os 47 planetas habitados pela Tecnocracia, todos praticamente “canteiros de obras”.

 Com a atenção da Diretoria voltada principalmente para esses assuntos, e apesar das dezenas de frotas de patrulha atuando incansavelmente, a pirataria espacial continuava presente. Tanto que um grupo criou coragem e atacou o sistema Ereness.

 O ISS Conquistador, Encouraçado Classe-Vengeance recém concluído no estaleiro espacial de Erdosca, iniciava viagem rumo à fronteira, se encontrando no sistema Yval, quando recebeu o pedido de socorro. Ativando seu gerador de Salto, deslocou-se imediatamente para Ereness.

 Mesmo com a maior parte de sua energia direcionada para o resfriamento do gerador de salto, o ISS Conquistador imediatamente entrou em combate com a frota pirata.

 Sua grande vantagem eram suas naves de ataque, lançadas incessantemente de seus hangares, que atraíam a maioria dos ataques enquanto fustigavam as naves inimigas a curta distância.

 O resultado foi a vitória contra os piratas, sem nenhum dano ao Encouraçado.

 Os Caravaneiros tornaram a abandonar uma antiga nave, desta vez no sistema Avior. Rapidamente recuperamos a nave, e a análise de seus bancos de dados trouxe informações valiosas sobre a produção padronizada de Destróieres.

 O Governador de Uiafladus Prime, Elgicroon, acabou falecendo aos 85 anos. O veterano Vox foi nomeado em seu lugar, iniciando a expansão de nossas forças militares terrestres para futuras campanhas.

 Nossas políticas de geração de empregos e bem-estar têm motivado cada vez mais nossos cidadãos, deixando claro a todos nossos esforços de que alcancemos, juntos, cada um fazendo sua parte, um bem maior para toda a Tecnocracia.

 O Departamento de Sociedade criou novos programas de Transmissões de Proclamação, novas campanhas de informação sobre os feitos da Tecnocracia para que todos tomem conhecimento das políticas terranas. Também formulou uma nova Teoria Psiônica, sobre como nossa mente é, praticamente, um microcosmo que reflete o próprio universo.

 O Departamento de Engenharia criou novos Padrões de Extração mineral, tornando possível aproveitarmos ainda melhor os depósitos minerais encontrados. Outro avanço foi a Padronização de Encouraçados, tornando sua construção mais rápida e com menos perda de recursos.

 O Departamento de Física melhorou o foco das matrizes de nossas armas energéticas, aperfeiçoando, assim, a cadência de tiro de nossas naves militares.

 O capitão da Alien Ship, Yan Cheng, acabou falecendo aos 93 anos de idade. Para sua posição foi indicado o imediato científico Rosh na-Sutar.

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Cara, pior que esses últimos 10 anos é só eu movendo pops pra lá e pra k, fazendo construções, esperando naves ficarem prontas e movendo pra lá e pra k… a maior “animação” foram esses piratas aí :sweat_smile:

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Esses piratas não tomam jeito mesmo… Vão lá e juntam uma frota, só para se deparar com um Encouraçado ou um Titã e acabar com todos. :roll_eyes:

Apesar de eu sempre achar estranho o “materialismo” como gatilho para a Teoria Psiônica, é interessante… Ainda mais que é meio caminho para a Psi Jump Drive… Boa :+1:

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Acho q foi por causa daquele Raquete que eu “contratei”, ele tem trait psíquico :grin:

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Stellaris

Contos do Espaço Profundo

Capítulo XCIV
Total War

 Os anos seguiam e os esforços bélicos da Tecnocracia não cessavam. Novas naves continuavam a serem construídas, enquanto novos módulos de docagem eram erguidos para acomodar a crescente frota militar.

 Nos planetas terranos, milhões de jovens se juntavam à força de trabalho anualmente, exigindo cada vez mais esforços em moradias e trabalho. A superlotação ameaçava muitos planetas, e milhares de naves transportavam cidadãos de um planeta para outro incessantemente.

 O Governador Petals of Red acabou falecendo aos 86 anos, deixando a administração do Setor Wistral para o jovem arquiteto Rhizome of Ivory.

 O Departamento de Sociedade concluiu a elaboração de uma Equipe de Apoio do Almirantado, criando um suporte para ao Almirantes no comando de frotas cada vez maiores.

 O Departamento de Engenharia decidiu reelaborar um dos projetos para o Colosso, a Quebra de Núcleo planetário, uma arma térmica capaz de destruir mundos inteiros.

 O Governador do Setor Meryl, Liqeerudh, também faleceu, aos 91 anos. O novo administrador do setor é Rhizome of Silver, especialista agrário.

 Finalmente, em 1º de Abril de 2394, nossas cinco frotas de ataque estão completas e posicionadas. Reformuladas para contar com uma Titã, dez Encouraçados, dez Cruzadores, dez Destróieres e vinte Corvetas cada, nossas frotas se preparam para a guerra iminente.

 Após anos de insultos engolidos e intervenções indesejadas, a Tecnocracia resolve cobrar suas dívidas. Nosso Destino Manifesto deve ser conquistado e, com um Colosso à nossa disposição, podemos enfrentar qualquer um que se oponha a nós. Uma Guerra Total, onde apenas um dos lados pode ser considerado vencedor, é a única forma de provarmos nosso direito às estrelas. O Governo Lahtrepiano e a Comunalidade Unida Rak’Thalak’Nak serão os primeiros a se juntarem a Tecnocracia, por bem ou por mal.

 Com quatro de nossas frotas avançando através das fronteiras, a missão mais difícil recai sobre a Strike Force Scylla. Utilizando o Portão-L, ela salta diretamente para o coração Lahtrepiano, surgindo em Gindor Black Hole e destruindo a base espacial no sistema sem dificuldades.

 Outras civilizações continuam a sentir os efeitos da Tempestade Cinzenta, com rebeldes surgindo em Eurav Wass e adotando o nome de Participações Corporativas Zik-Mok, ocupando o antigo sistema da Liga de Comércio Triech.

 Em Zhoblar, a primeira oposição é encontrada, uma frota da Comunalidade. Porém, antes que a Strike Force Pegasus pudesse atacar, a frota inimiga acaba fugindo.

 A I Frota de Transporte desembarca em Furdest, sob comando do General Rosh na-Tukor, derrotando facilmente os exércitos inimigos e ocupando o primeiro planeta para a Tecnocracia nessa guerra.

 Logo após a conquista de Furdest, uma nova facção, a Liga de Prontidão Defensiva, de tendência isolacionista, acaba se formando sob o comando de Dika na-Iben. Procuram que evitemos nos envolver com outras civilizações, mas seu pequeno número não deve influenciar em nossas posições atuais.

 Outro grupo rebelde eclode na Liga de Comércio, ocupando o sistema Irriamun e assumindo a denominação Hierarquia Rak’Thalak’Nak.

 O primeiro combate real da guerra ocorre em Durascadon, quando nossas frotas enfrentam a Comunalidade. A vitória é alcançada sem dificuldades, afora a perda de três Corvetas no combate.

 A guerra, apesar dos grandes esforços envolvidos, traz à tona o desejo terrano de sobrepujarmos nosso destino, um Sonho Utópico pelo qual vale a pena lutar.

 O primeiro ano de guerra mostra um avanço considerável sobre nossos inimigos. Passamos de 176 sistemas estelares sob nosso controle para 203, uma conquista de 27 sistemas nesse período. Além da adição de nosso 48º mundo habitado, Furdest.

 Nossas frotas avançam inexoravelmente sobre o território inimigo, sem descanso.

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Agora sim a porrada recomeça! Bora colocar esse colosso para trabalhar e garantir o futuro da Tecnocracia antes de alguma outra ameaça :+1:

Tenho duas curiosidades/dúvidas do in-game…

Uma é a questão de efetividade da manutenção de patrulhas contra a pirataria… Tomando o AAR como análise :face_with_hand_over_mouth: , a pirataria parece bem recorrente. Pelo que eu percebo, a capacidade de repressão das corvetas é baixa. Desde o 2.2 eu mantinha bastiões/hubs comerciais com pelo menos 2 slots de armas (hangares são melhores, com 10 de proteção/supressão). Cada slot de arma acrescenta +1 de range, então 2 slots de armas protegem até 2 sistemas para cada direção. Assim, sendo, o custo-benefício de manter patrulhas nunca compreendi. Mas pode ser uma impressão errada minha… E claro, ocupo slot que poderia ser de ancoragem ou outra coisa útil.

Outra dúvida é… Não sei se eu perdi na narrativa, Hiryuu, mas você chegou a transformar o mundo relíquia do Rubricador (ou outro) em Ecumenópolis? Porque população para encher umas duas ecumenópolis, vc tem de sobra… :slightly_smiling_face:

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Tecnicamente, 1 slot de armamento e 1 de hangar seria a melhor opção, aumentando o alcance de defesa pra 2 invés do 1 padrão. Mas, como bem disse, ocuparia dois slots que podem acabar sendo bem mais úteis, ainda mais que as longas distâncias “quebram” essa estratégia - ao menos até a construção dos portais, já que o trade passaria por eles. Patrulhas não são realmente efetivas em números pequenos, fiz mais por narrativa mesmo :face_with_hand_over_mouth:

Nunca consegui juntar Ligas Metálicas suficiente pra isso :joy: Até juntei, mas daí foi tudo e mais um eito pras Titãs e o Colosso :grimacing: Mas como cheguei no limite da capacidade naval (por enquanto) acho q “logo” sai (espero).

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É com os portais aí o jogo já muda nesse aspecto do comércio… Ainda não testei fazer vários portais por causa do comércio, cheguei a fazer pelas distâncias mesmo com o jump drive.

Realmente é um investimento grande, mas no Federations é 20k de Minerais na decisão “Restore Ecumenopolis”… Antes era 20k de Ligas? Em minerais até que não atrapalha muito na produção militar. E o boost de ligas e/ou de bens de consumos é fantástico.

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Total War, assim que nós gostamos. Hora de engolir os vizinhos!

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Tecnicamente, tô fazendo esse jogo quase só roleplay mesmo, se fosse fazer gameplay-wise eu já teria comido metade da galáxia :sweat_smile:

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