[ST] Contos do Espaço Profundo

Passo 2 do plano Raquete iniciado com sucesso…

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Stellaris

Contos do Espaço Profundo

Capítulo CV
Guerra Galáctica

 Após a ISS Wanderer terminar o processo de remoção dos destroços orbitais em Decayed Hub, a situação relativa a viagens espaciais e o lançamento de satélites se normaliza.

 Uma equipe de colonos de Lost Encampment foi a bordo de uma das estações espaciais dos antigos habitantes do planeta. Embora abandonada há milênios, a estação está em boas condições, possibilitando obter algum conhecimento da engenharia utilizada em sua construção.

 Registros de comunicação recuperados, e os cadáveres mumificados dos antigos astronautas, possibilitaram sabermos que eles testemunharam o apocalipse nuclear se abater sobre o planeta, até morrerem pela falta de suprimentos.

 Novos avanços em supercondutores foram alcançados pelo Departamento de Física, possibilitando taxas ainda melhores na transmissão de energia a longas distâncias.

 A Nanite Interdictor avança sobre o sistema Obskyke, covil de uma colônia de entidades cristalinas.

 O sistema está localizado dentro de uma nebulosa, que inutiliza escudos energéticos. Devido a isso, 5 Corvetas acabaram sendo perdidas, mas a vitória é de nossa frota. A destruição da entidade cristalina demonstrou a resistência de blindagens infundidas com cristal, de forma que nossos cientistas desejam saber mais sobre esse processo.

 O Departamento de Física alcança outra descoberta, novos sensores subespaciais capazes de detectar flutuações causadas pelo rastro de naves espaciais, possibilitando maior alcance que nossos modelos anteriores.

 A criação de um corpo de engenharia naval, por parte do Departamento de Engenharia, deve permitir menores custos em melhorias de nossas bases espaciais.

 Outro projeto do Departamento de Engenharia foi um novo modelo de míssil espacial, batizado de Míssil Enxame, onde uma grande quantidade de pequenos mísseis são disparados em rápida seqüência com o objetivo de sobrecarregar quaisquer sistemas de defesa de ponto de naves inimigas.

 Em uma inspeção de rotina dos depósitos de estoque em Scorpio Prime, descobriu-se que alguns suprimentos estavam desaparecidos. Investigando o ocorrido, descobrimos que o desaparecimento ocorreu durante a visita dos Raquete ao planeta. Talvez precisemos tomar mais cuidado com eles…

 Uma missão diplomática da Consciência Norillga solicitou audiência com a Diretoria Científica. Eles clamam dos longos anos de ofensas e invasões do Regime Tumbator, e solicitam nosso auxílio nessa contenda.

 Embora a Diretora-Geral Paula Harper não desejasse um conflito nesse momento, mesmo levando em conta alguns embaraços diplomáticos entre os Norillga e a Tecnocracia em anos anteriores ela decide apoiar nossos aliados.

 Iremos novamente à guerra.

 E essa não será uma guerra qualquer. Afora a Liga de Comércio Triech e os Antigos Impérios, todas as demais civilizações da galáxia fazem parte da Entente Cevanti, diretamente ou sob vassalagem. A galáxia está dividida.

 Esta será uma verdadeira Guerra Galáctica.

 Com quatro de nossas frotas de ataque posicionadas no sistema Terminal Egress, elas utilizarão o Portão-L para atacar de surpresa diversos pontos da Entente, causando caos nas frotas inimigas. A Nanite Interdictor, ainda no sistema Obskyke, atacará diretamente o Regime Tumbator.

 Rumo à glória, avançaremos sobre nossos inimigos!

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Até que enfim! Uma guerra total total mesmo.

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Total War: Stellaris!

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Que cena hein… :confused:

Boa! Nada como uma guerra galáctica pra levar o terror aos xenos! Pena que os Norilga não vão pra vala junto com o restante… Avante terranos! Bora colocar o Behemoth pra trabalhar!

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Stellaris

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Capítulo CVI
Ataque Rápido

 Antes mesmo de nossas frotas deixarem Terminal Egress, foi necessário lidar com uma pequena frota inimiga que invadiu o sistema. Ela foi destruída imediatamente.

 Poucos dias depois, um grupo de naves inimigo atacou nossa base estelar em Pavagh. Levaria ainda cerca de um mês até que a Strike Force Scylla chegasse ao sistema e destruísse o inimigo.

 O Departamento de Engenharia melhora o projeto de nossas Corvetas, criando Cascos Aprimorados mais resistentes ao dano inimigo.

 Uma grande base estelar protege Oscum e a Nanite Interdictor precisa destruir suas plataformas de defesa antes de invadi-la. O intenso combate demonstra as habilidades da jovem capitã da ISS Talon, e sua promoção para Almirante logo é aprovada pela Diretoria.

 Enquanto isso, mesmo ainda incompleta, a Reserve Force é promovida para Strike Force Cyclops, com seu comando dado ao Almirante Mosi Gowan, como forma de auxiliar nos intensos combates que têm ocorrido.

 Uma enorme frota da Entente, composta por mais de 70 naves, é interceptada em Mar-Adetta. O intenso combate dura mais de um mês, sofremos uma dezena de perdas, mas o inimigo sofre danos muito maiores e é obrigado a recuar.

 Melhorias contínuas na administração de nossas colônias continuam a serem realizadas pelo Departamento de Sociedade, melhorando nossa eficiência em administrá-las.

 Duas outras frotas inimigas consideráveis são enfrentadas em Haldus e Zirq, com vitórias rápidas para a Tecnocracia.

 Ao final de 2414, o saldo da guerra já contabiliza mais de uma centena de naves inimigas abatidas e cerca de quatro dezenas de sistemas inimigos ocupados, mas a guerra ainda se encontra longe de um final.

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Me surpreendeu eles terem resistidos. Achei que seria uma guerra demorada mas no estilo varre rua.

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Quem diria que a Aliança Galáctica tentaria resistir à Tecnocracia Terrana… Sempre achei esses impérios muito comedidos até. Vamos ver nos próximos capítulos. :thinking:

Não me surpreenderia uma crise surgindo bem na retarguarda… :face_with_hand_over_mouth:

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Idem. Mas pelo visto a Tecnocracia vai de vento em popa.

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Stellaris

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Capítulo CVII
Batalhas e Invasões

 O Departamento de Sociedade desenvolveu novos padrões de Treinamento de Combate em ambientes hostis para nossos exércitos. Isso deve garantir diminuir nossas baixas em invasões a planetas inimigos.

 Novos materiais para a Blindagem de nossas naves, utilizando Cristais durante a forja para aumentar a resistência a danos, foram desenvolvidos pelo Departamento de Engenharia.

 Nossas frotas começam a encontrar maior resistência da Entente enquanto avançam através do território inimigo. Apesar de nenhuma frota inimiga ser tão poderosa quanto a enfrentada anteriormente, esses combates acabam por desgastar aos poucos nossas forças, mas o avanço continua inexoravelmente.

 A Strike Force Cyclops embosca uma frota inimiga no sistema Mirce, enquanto a Strike Force Werewolf, após desviar seu curso para auxiliar os Norillga (que sofriam com o ataque massivo do inimigo), enfrenta uma força razoável no sistema Trappist. Sua função será manter o espaço seguro para que as forças terrestres de nossos aliados possam invadir os planetas inimigos.

 De nossa parte, também nossos exércitos começam a chegar a seus destinos. Petals of Aquamarine desembarca com suas tropas em Lastgavin’s Shelter, planeta do Regime Cevanti.

 Dois outros combates com forças inimigas medianas ocorrem, a Strike Force Pegasus enfrenta duas dúzias de naves inimigas em Okul e a Strike Force Medusa bate de frente com outra frota semelhante em Jonum.

 O Departamento de Engenharia apresente novas melhorias aos cascos de nossas Corvetas, tornando-o suas estruturas mais resistentes e confiáveis.

 Dika na-Sutar desembarca com o triplo da força inimiga em Shondana’s Sapphire, enquanto dois de nossos exércitos são destacados para Rak’Thalak’Nak, planeta com um enorme exército de defesa. Quase ao mesmo tempo, Petals of Aquamarine começa a invasão de Jem-Fhengoorem.

 Uma boa notícia chega de Zoirch. Após anos de combate contra os cartéis criminosos do planeta, finalmente os últimos membros são presos por nossas forças de segurança. Com o submundo criminoso desmantelado, os cidadãos do planeta podem respirar um pouco mais aliviados.

 Após três meses de intensos combates na superfície de Rak’Thalak’Nak, com baixas pesadas para ambos os lados, o General Petals of Blue acaba morto em uma emboscada inimiga. O General Zax assume o comando de todas as forças remanescentes, preparando-se para o ataque final às posições inimigas.

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Separados, nem teria graça. Unidos em Federação, até têm força suficiente para um bom enfrentamento, se for analisar a totalidade de frotas de cada império + as frotas da Federação…

Nem eu… até seria… interessante…

Nem tanto quanto poderia se focasse nisso, mas aí que está a graça :grin:

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Boa campanha! Bem legal que a AI pelo menos está enviando umas frotas para o combate… Chato quando a AI começa a recuar de combate sem nem engajar a frota. Um pouquinho mais de calibragem e a AI conseguiria combinar frotas e bastiões.

No Federations, como o nome diz, não ter uma Federação pode dar um trabalho, principalmente numa campanha tall… E já lançou até o patch 2.8 com os Necroids…

Tá faltando uns exércitos xenomorfos aí… Eu desisto de fazer exércitos de assalto tanto pelo RP quanto porque são muito fracos perto dos exércitos de defesa mesmo a partir do mid-game. Fico imaginando o combatente da infantaria pensando: “Temos titãs com raios da perdição e pra gente dão um fuzil pra invadir um planeta” :joy:

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E eu na minha do ano passado ainda :rofl: :rofl: :sweat_smile:

Ele ainda vai trabalhar nessa campanha… Mas como o bicho é lento feito lesma com reumatismo, tem q achar uma hora favorável pra mover ele :hugs:

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Stellaris

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Capítulo CVIII
Colosso e Ecumenópolis

 O sistema Algol reservou uma enorme surpresa para a Tecnocracia: uma estrutura gigantesca, em ruínas. Uma rápida inspeção dessa construção colossal dá a entender que se tratou, a milhares ou milhões de anos, de um tipo de Assembléia Interestelar, devido a sua arquitetura e ao fato de que restos mumificados de mais de uma dezena de espécies diferentes foram encontrados.

 Embora a Tecnocracia tenha entrado na guerra apenas para auxiliar seus aliados Norillga, essa descoberta muda os rumos de nossa postura: reivindicaremos esse sistema, não podemos permitir que algo desse porte permaneça sob domínio da Entente Cevanti.

 Para tal, embora sob muitos protestos de facções xeno-pacifistas, a Diretora-Geral decidiu aprovar o uso do Projeto Colosso:

 “Não devemos desperdiçar tempo e recursos valiosos para a Tecnocracia estendendo uma guerra além do necessário. O impacto que o Projeto Colosso trará a nossos inimigos deverá ser suficiente para que aceitem nossas exigências. Ou se curvarão a nossa vontade, ou serão aniquilados.”

 Assim, o ISS Behemoth deixou o sistema Terminal Egress através do Portão-L para Eye of Baal e, utilizando seu Propulsor de Salto, iria diretamente para o coração do Regime Tumbator, Tumbatika.

 Após a Estação Jondus conseguir se defender (e destruir várias naves, forçando a fuga inimiga) de um ataque da Entente, seu oficial comandante, Wyatt Lewis, foi promovido a Almirante da Frota Terrana por seus atos distintos e espírito de combate.

 Goz, no sistema Oshimir, e Thrus-Sanguur, no sistema Okul, começam a serem invadidos por nossas forças terrestres.

 Nosso Colosso chega à órbita de Tumbatik Prime, capital do Regime Tumbator, e começar a se preparar para utilizar sua poderosa arma de Varredura de Nêutrons.

 Os planetas Hishix e Firren, nos sistemas Oshimir e Kappler, respectivamente, começam a ser invadidos.

 Uma pequena frota inimiga se esgueira através de nossas posições e começa a invadir nosso território. A Nanite Interdictor abandona sua missão atual para interceptar os inimigos e retomar nossas posições.

 No sistema Hixaros, Thrus-Sanguur é o próximo planeta a ser atacado pelo exército do General Petals of Aquamarine.

 O ISS Behemoth termina de se posicionar e carregar a arma, e começa a disparar o poderoso raio de radiação neutrônica que irá eliminar qualquer vestígio inimigo em Tumbatik Prime.

 Poucos dias após nosso Colosso iniciar sua participação nessa guerra, o processo de “urbanização planetária” é concluído em Turim Tertius. Todo o planeta agora é uma enorme cidade, sua superfície recoberta de cimento e aço. Cuidadosamente planejado para suprir a Tecnocracia com os bens necessários para avançarmos rumo ao nosso destino.

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Curiosa e coincidentemente, fui jogar esse cap e apareceu um “motivo” pra usar ele :face_with_hand_over_mouth:

É, não são o mesmo, só pra esclarecer… segunda vez q aparece planetas com nomes repetidos :man_shrugging:

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Dá para restaurar o anfiteatro espacial aí?

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Eu sendo dono do sistema, sim @Lord_Victor

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Stellaris

Contos do Espaço Profundo

Capítulo CVIX
Ameaça Antiga

 Em contraponto à conclusão da Ecumenópolis de Turim Tertius, a Diretoria decidiu tornar a colônia de Chetrus Prime em um “Mundo Resort”, mantendo a maior parte de sua superfície intocada e tornando-o um destino de férias e descanso para todos os cidadãos da Tecnocracia Terrana. O planeta fronteiriço também teve um setor especialmente criado para ele, com sua administração a cargo de Polt, daughter of Tigg.

 A devastação causada por nosso Colosso em Tumbatik Prime foi completa. A poderosa Varredura de Nêutrons eliminou qualquer resquício de vida inteligente no planeta natal dos Tumbator. Um sinal para quem se opor ao nosso destino.

 O Vestígio Mandasura, uma das antigas civilizações da galáxia, nos interpelou, questionando nossa recente ocupação de sistemas vizinhos a seu território e exigindo que abandonássemos os sistemas.

 Sabemos de seu poderio tecnológico de milhões de anos, mas uma civilização que não conseguiu nem mesmo se manter estável e se recolheu ao isolamento querendo nos dizer como devemos agir? Não seremos intimidados! Por ninguém! Se querem guerra, não fugiremos, os enfrentaremos de igual para igual!

 Novos programas capazes de calcular com precisão projetos dependentes de Análise Gravitacional de planetas inteiros foram desenvolvidos pelo Departamento de Física. Tal avanço deverá permitir que construamos mais rápido e com menos desperdício de materiais.

 A recente guerra tem despertado em nossos cidadãos um verdadeiro sentimento terrano, independente de sua origem genética. Todos se sentem como Bastiões da Harmonia, prontos para trabalhar em prol da defesa de nossa civilização contra quem quer que tente se opor a nós.

 A recente tentativa de interferência do Vestígio Mandasura também provocou reações acaloradas em nosso povo, exigindo um posicionamento firme da Diretoria sobreo ocorrido. Como dito pela Diretora-Geral, “Estes Impérios Caídos, estas Civilizações Antigas, presos em seu passado, não podem nos dizer como devemos agir. Seu tempo já passou, ficou na história; agora é nossa vez de escrevermos nossa própria história. Não admitiremos sua intromissão na Tecnocracia, de forma alguma!”.

 Enquanto isso, nossos exércitos continuam batalhando na superfície de planetas inimigos. Goxesh e Sara-Kenjaal são os próximos alvos de nossas forças terrestres.

 O ISS Behemoth cumpre sua missão no planeta Carimal, do sistema Ciue. Assim como em Tumbatik Prime, qualquer vestígio de nossos inimigos no planeta desapareceu.

 Porém, mesmo isso não tem convencido a Federação a se render. Mas não desistiremos, atacaremos frota por frota inimiga, invadiremos planeta por planeta, até que entendam que não possuem chance. Essa guerra terminará, cedo ou tarde, com nossa vitória.

 E assim prosseguimos, com a invasão de Geulea I e do Habitat Espacial Yitar’s Bulwark.

 Nosso avanço é sistemático, Jem-Fhengoorem não resiste muito tempo às forças de Petals of Aquamarine. Longe dali, o planeta natal do Regime Cevanti, Grocht, é palco de violentos combates entre as forças de defesa e os exércitos comandados pelo General Zax.

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E assim começa a ditadura imperial terrana…

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OLOKO :astonished:

Eu devo ser muito noob, pq se eu estou em guerra contra federação e chamo um Fallen Empire xenófobo normalmente eu tomo uma surra legal… E ainda no aguardo de uma crise end-game.

Semelhante aos EUA, a tecnocracia só está levando um pouco de “democracia” à Galáxia… :shushing_face:

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