[ST] Contos do Espaço Profundo

“Só” 25% da minha pop são robôs :rofl:
Mas, eu avisei, ia pesquisar as techs perigosas pra dar mais graça no jogo :face_with_hand_over_mouth:
Se bem que quando saiu o Syntetic Dawn eu me ralava feio sempre que vinha essa “mid-game crisis”… :thinking:

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Stellaris

Contos do Espaço Profundo

Capítulo CXII
Quem Deseja a Paz, Prepare-se Para a Guerra

 Novos avanços no foco de nossas matrizes de armas energéticas foi alcançado pelo Departamento de Física, melhorando a cadência de disparo se superaquecer nossos sistemas.

 A reativação dos Portais encontrados em Aruz, Astore, Teae e Imdar foi concluída com êxito, tornando muito mais rápida a viagem entre diversos pontos de nosso território.

 Com o sucesso da reativação, um novo Portal começou a ser construído em nosso sistema natal.

 Novos Procedimentos de Gerenciamento de Frota foram aprimorados pelo Departamento de Sociedade, possibilitando que um maior número de naves militares seja comandado eficientemente.

 O Antigo Império do Vestígio Mandasura, clamando ser “dono” dos sistemas recentemente colonizados pela Tecnocracia Terrana naquele setor da galáxia, nos declara guerra.

 Porém, estamos preparados.

 Desde antes do final da guerra com a Entente Cevanti nossos estaleiros espaciais trabalham incessantemente construindo novas naves militares. E, ao mesmo tempo, todas as nossas frotas de ataque se moveram para o sistema Olimar, nas cercanias do Vestígio Mandasura.

 Conquanto algumas naves ainda estejam em curso para o sistema, e a expectativa era que nós declarássemos guerra devido aos insultos sofridos pelo Antigo Império, nossa sexta frota de ataque, a Strike Force Hydra, já está com sua formação quase completa.

 Nos preparando para a guerra em tempos de paz, quando a guerra chegar estaremos prontos para lutar pela paz que desejamos.

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Um Juggernauta cai bem nessas horas… Um duplo estaleiro em terreno avançado. Fora o poder de fogo e componente de aura. O Federations até passa a compensar por ter essa nave a disposição.

Senta a porrada nesses vegetais xenófobos… O tempo deles já passou :+1:

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Quero ver se vai ter guerra de novo mesmo…

Sobre aquela varredura de pó estelar que acabou no Cap. X, devo dizer que desdigo o que disse.

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Olha, eu peguei só Algol pq só pra ligar aquele sistema ao meu território ia custar mais q a minha influência que eu tinha… O CB “Total War” é só pra quando eu que declaro :confused:

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Stellaris

Contos do Espaço Profundo

Capítulo CXIII
A Dura Batalha de Andack

 Enquanto a notícia da declaração de guerra do Antigo Império ainda repercutia através dos planetas da Tecnocracia Terrana, nossas frotas, mesmo com a Strike Force Hydra incompleta, se posicionavam para o salto pela Hiperestrada para o sistema inimigo Andack.

 Os sistemas de armas foram colocados em prontidão máxima e os milhões de tripulantes de nossas frotas de ataque se preparavam para o combate iminente. Os cálculos necessários para o salto foram concluídos, e a ordem foi dada. Uma a uma, as naves adentravam no hiperespaço, até que a última nave deixou o sistema.

 Quando saíram da Hiperestrada, os sensores das naves já emitiram o alerta de uma frota inimiga nas cercanias do sistema. Antes, porém, de analisarem totalmente o inimigo, ele entrou no hiperespaço, deixando apenas uma poderosa base espacial em nosso caminho.

 A base demonstrou ser mais poderosa que qualquer uma que pudéssemos construir. As poderosas hiper-armas de nossos Titãs e Encouraçados dispararam logo que a batalha começou, mas sem causar todo o dano esperado. O avanço foi total, em formação de evasão e com todo nosso armamento disparando assim que seus sistemas estavam resfriados o suficiente. A batalha durou quase 15 dias, até que a base foi desabilitada, e incrivelmente nossas perdas foram de apenas uma Corveta.

 Porém, poucos dias após a base capitular, quando nossos sistemas ainda eram reparados da batalha recente, a frota inimiga surgiu, muito mais numerosa que anteriormente.

 Pouco mais de 300 naves da Tecnocracia se prepararam para enfrentar as cinco dezenas de naves do Vestígio Mandasura. Em números, parecia uma vitória fácil. Não foi bem assim.

 Novamente as poderosas armas de longo alcance de nossas maiores naves dispararam, enquanto o restante das frotas entrava em formação para atacar o inimigo, que respondia com seu próprio armamento de longo alcance.

 Conforme os dois lados se aproximavam, ficava claro que nossa superioridade numérica era compensada pela superioridade tecnológica do Antigo Império.

 Embora a Tecnocracia estivesse anos à frente, tecnologicamente, que qualquer outra civilização da galáxia, o mesmo não se aplicava aos Antigos Impérios. As naves do Vestígio Mandasura estavam equipadas com poderosos escudos de energia que refletiam boa parte de nossos disparos, enquanto nossas naves eram alvejadas por armamentos ainda superiores aos nossos. Ficava cada vez mais claro que seria uma dura batalha.

 Apesar de nossas frotas terem iniciado a batalha em formação, logo essa foi quebrada enquanto manobras evasivas eram realizadas. O caos tomava conta do espaço próximo ao planeta identificado como Andack VII conforme mais e mais naves se aproximavam.

 Mas nossa superioridade numérica começou a pender a balança da batalha a nosso favor. Conforme as naves inimigas menores (e estas eram superiores aos nossos Destróieres, quase comparando-se com Cruzadores) eram destruídas ou fugiam da batalha com seus sistemas de Salto de Emergência, nossas Corvetas conseguiam se aproximar o suficiente para, com a formação furacão, desorientar os sistemas de mira inimigos.

 Por fim, depois de quase um mês de um combate intenso, o mais difícil que a Tecnocracia já enfrentou, as últimas naves Mandasura fugiram. A vitória era da Tecnocracia, mas a um alto custo.

 Dezessete Corvetas, doze Destróieres, dez Cruzadores e mesmo um Encouraçado. Essas foram as baixas da Tecnocracia Terrana nesta batalha. Fora cento e vinte naves seriamente danificadas, setenta e quatro com danos moderados e quarenta e três com parte dos sistemas inoperantes. As vidas perdidas ultrapassavam cento e oitenta mil, e outros cento e sessenta mil acabaram feridos.

 Enquanto os Sistemas de Reparo Nanite consertavam o exterior das naves, no interior as alas médicas estavam superlotadas, e os casos menos graves acabavam sendo postergados ou tratados em enfermarias improvisadas. Embora a maioria dos feridos fosse sobreviver, mais de vinte mil tripulantes ficariam fora de serviço por meses, e ao menos oito mil estariam incapacitados definitivamente, e entrariam para a reserva de forma forçada.

 Nossas frotas ficariam estacionadas no sistema pelos próximos três meses até serem completamente consertadas. Enquanto isso, milhares de naves de transporte foram encarregadas de trazer novos tripulantes e levar os feridos para Olimar Primus. Os corpos dos falecidos na batalha, que puderam ser recuperados, foram cremados na estrela do sistema, sob todas as honras militares possíveis.

 Na Terra e nos demais planetas da Tecnocracia, a vitória foi comemorada, mas nossas perdas demonstraram a sempre presente necessidade de investimentos na área militar, para estarmos preparados para ocasiões como essa.

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Até que enfim uma batalha decente. E parabéns por trazer o peso dos óbitos.

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Que cena! Uma vitória épica, mas daquelas bem trágicas… Avante Tecnocracia!

Gostei bastante das descrições das perdas. Aliais, essa questão numérica é algo que sempre fico pensando. Acho que já falei sobre isso antes, mas existem duas abordagens numéricas nos fóruns e afins sobre o RPG no Stellaris: uma que concebe as tripulações de modo semelhante a Star Trek (naves de dezenas de metros, tripulações pequenas), e outra em relação a Star Wars (naves de quilômetros/dezenas de kms, grandes tripulações).

Sempre partilhei da segunda, porque por melhor que seja a “miniaturização mecânica”, o simples dimensionamento de “energia” (um hipotético motor capaz de romper o espaço-tempo, exaustores, controladores, reatores, armas, suporte, etc) seria tão significativo que provavelmente não caberia num espaço de metros. Fora isso, a ideia de “inspecionar” um planeta igual em Star Trek (Kirk, Spock, McCoy e dois tripulantes figurantes randômicos) com o uso de um “tricorder” era uma solução de roteiro legal só lá na década de 60.

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Batalha épica! E uma bela dedicação ao soldado desconhecido. As SSs também estão bonitonas!

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Obrigado!

De acordo. Já vi várias discussões sobre isso no Reddit e no próprio fórum da PI, obviamente sem um consenso. Mas me parece óbvio que mesmo corvetas tenham (ao menos) centenas de metros de comprimento, e as names maiores (encouraçados/titãs) algo em torno de 10km, por baixo. Ao se considerar que, hoje, um porta-aviões tem entre 4 e 6 mil tripulantes, extrapolando e considerando (como tu falou) o futuro da miniaturização e sistemas computadorizados e automatizados, ainda assim não vejo como menos de mil tripulantes em uma simples corveta, ao menos duplicando pra classe superior. Provavelmente seria mais, pq em SW é dito que um Destróier Imperial teria 37 mil (!) tripulantes, mas… né? Nessa “média” que eu meio q calculei, cada uma das minhas frotas teria algo em torno de 200 mil tripulantes… :man_shrugging:

Né? Uma nave científica seria, ao menos, equivalente a uma corveta, ao menos 1000 tripulantes (a Enterprise original de Star Trek é dito ter capacidade de até 1000 tripulantes, contando tripulação, famílias e visitantes), então uma equipe de inspeção deveria ter, sei lá, 100 membros divididos em grupos inspecionando áreas diferentes… me parece mais “factível”…

Obrigado! :upside_down_face:

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Stellaris

Contos do Espaço Profundo

Capítulo CXIV
Batalhas e Invasões

 Quando nossas frotas avançaram novamente, encontraram o restante da frota Mandasura no sistema Ashimax, com o apoio de outra poderosa base estelar.

 Mesmo com nossas frotas já desgastadas, e com o combate se estendendo por quase um mês, a vitória foi incontestável. Poucas naves inimigas conseguiram escapar de serem destruídas, deixando o caminho livre para a tomada da base. A perda de cinco Destróieres e três Corvetas, apesar de pesarosas, não foi motivo para a Tecnocracia deter seu avanço sobre o inimigo.

 Enquanto nossas naves avançavam pelo espaço, o Departamento de Engenharia apresentava importantes avanços, com novas técnicas de construção de Titãs que tornaram seus cascos ainda mais resistentes e novos Modelos Padronizados de Destróieres que possibilitam uma construção mais rápida e barata dessas naves de médio porte.

 Com boa parte da frota inimiga destruída, nossas frotas foram divididas em dois grupos. Enquanto em Kathea uma gigantesca cidadela estelar nos aguardava, em Ladellikon encontramos os remanescentes das naves Mandasura. Ambas as batalhas foram vencidas sem a menor dificuldade.

 O desembarque nos planetas inimigos também começava. O General Zax comandou a tomada de Andack II, sempre enfrentando uma obstinada defesa, devido aos grandes números de defensores e a resistência absurda dos Mandasura, mestres em combate terrestre.

 Enquanto isso, na Terra, a Diretora-Geral procurava apaziguar as facções políticas descontentes, prometendo tentar o caminho da Diplomacia para com as demais civilizações. Outro acontecimento foi a conclusão da base do novo Portal no sistema Sol, e a continuação das obras para sua finalização.

 O sistema Yriam seria palco da última grande batalha espacial dessa guerra defensiva. A base espacial tentou resistir, mas foi desabilitada em pouco mais de uma semana, sendo tomada por nossas forças. A Tecnocracia Terrana mais uma vez demonstrava sua superioridade militar contra nossos inimigos, mas a guerra em si ainda estaria longe de terminar.

 Isso devido ao fato de que todos os planetas Mandasura contavam com numerosos exércitos de defesa, tornando sua invasão um processo demorado e com muitas baixas. Por mais experiente que o General Zax fosse, batalhar contra inimigos sempre numerosos e muito mais mortais que terranos – ou mesmo que quaisquer outras espécies alistadas, inclusive robôs – sempre demandava longas campanhas que duravam meses, além do pesado fardo da morte de milhares de soldados…

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E vão morrendo. Agora queria ver esses Impérios Caídos tentando se reerguerem…

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Stellaris

Contos do Espaço Profundo

Capítulo CXV
Piratas e Desodorizantes

 O Trio Vengralian nos oferece um “miraculoso” Desodorizante Atmosférico Trium, segundo eles uma mistura de micróbios e reagentes capaz de purificar qualquer atmosfera, pela bagatela de um bilhão e duzentos milhões de toneladas de Ligas Metálicas. Embora o valor pedido seja alto, decidimos apostar nessa “fórmula mágica”, e sua aplicação foi realizada em nossa Ecumenópolis de Turim Tertius. Esperemos que dê resultado!

 Uma frota pirata ataca o sistema Ellor. A Patrol Force III e a Patrol Force XIX são destacadas para enfrentar esse bando de saqueadores.

 Com mais de um bilhão e meio de soldados Mandasura na defensiva, a invasão de Yiriam III é adiada enquanto nossas frotas iniciam um bombardeio sistemático do planeta com o objetivo de enfraquecer o inimigo.

 Melhorias na Harmonia de Escudos energéticos são realizadas pelo Departamento de Física, trazendo maior estabilidade e resistência a ataques inimigos.

 A análise dos destroços da batalha com os Mandasura em Kathea possibilitou a engenharia reversa de Baterias Cinéticas, um armamento de longo alcance que dispara balas metálicas a velocidades extremas.

 Nossas duas frotas de patrulha chegam ao sistema Ellor, logo retomando controle de nossa base espacial e iniciando o ataque à frota pirata.

 Apesar do poderio do Galeão pirata – certamente alguma nave remanescente de nossa guerra contra os Frubralav – a velocidade e evasão de nossas Corvetas equilibram a batalha. Ainda receberíamos ajuda de uma frota da União Independente Pyorun para destruirmos o inimigo sem sofrermos maiores danos.

 Um novo ataque pirata, mesmo com toda a reformulação de nossas rotas comerciais, preocupou toda a Diretoria. A conclusão do Portal do sistema Sol tornou-se ainda mais importante, não mais apenas do ponto de vista militar, mas também comercialmente.

 O Departamento de Sociedade alcançou um notável avanço em procedimentos de Revitalização Celular através de tratamentos genéticos que podem aumentar a expectativa de vida de nossa população.

 Após mais de quatro meses de bombardeios intensos que devastaram grande parte das cidades Mandasura, o General Zax inicia a invasão de Yiriam III.

 Um aerossol exótico descoberto em planetas que sofreram impactos massivos de meteoros, o Zro também parece ser uma espécie de “anabolizante psiônico”. A descoberta, pelo Departamento de Sociedade, de uma forma de destilar esse misterioso composto, pode vir a ser útil no futuro.

 Depois de sete meses e um bilhão de soldados mortos e feridos, o General Zax consegue subjugar os últimos redutos de resistência Mandasura em Yiriam III.

 Apesar da conquista do planeta, a grande quantidade de baixas tem provocado reações de diferentes facções menos belicistas, de forma que a Diretoria teve que se comprometer a fazer o possível para que haja menos mortes de cidadãos da Tecnocracia.

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Eu esperava que eles “acordassem”, mas… :man_shrugging:

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Olha ai o Fallen Empire com 5 exércitos xenomorfos (eu acho)… O que cansa nessas invasões é essa linha de frente. Fica meio um lance de “300 de Esparta”… Não importa o tamanho do seu exército, ele vai ser sempre afunilado. Mas enfim… Considerando o quão barato é montar um exército, faz sentido que sejam descartáveis.

Foi uma boa campanha :+1:

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@Biller, o pior nem são os xenomorfos, são os próprios Mandasura, 12 pontos de força! Os meus “melhores” são os lahtrepianos que tem só 5.80 de força :roll_eyes: Mas acho q é explicável pq FEs têm todas as techs normais pesquisadas e (se me lembro bem) 10 níveis das repeatables…

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Todos esperávamos, amigo. Era essa a nossa expectativa.

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Stellaris

Contos do Espaço Profundo

Capítulo CXVI
Portais e Eleições

 A análise de vários destroços de nossas batalhas contra os Mandasura se provou deveras valiosa. Nossos cientistas descobriram que esse Antigo Império utiliza a misteriosa Matéria Escura como energia, em um processo tido antes como apenas teórico.

 Poderosos Reatores e potentes Defletores que se utilizam dessa ainda obscura fonte de energia puderam ser replicados, um processo que certamente levaríamos dezenas se não centenas de anos para alcançarmos por conta própria.

 A restauração da antiga Assembléia Interestelar foi concluída, sendo denominada pela Tecnocracia como zona neutra para encontros e reuniões entre todas as civilizações da galáxia.

 O termo da Diretora-Geral Paula Harper se encerrou em Fevereiro de 2426, com mais três adversários se candidatando ao pleito.

 Após uma disputa acirrada entre os membros da Diretoria Científica, foi eleito o ex-Governador de Choirtiz II, Kieran MacKenzie, como novo Diretor-Geral.

 Suas posições frente a importância do comércio interestelar e suas críticas às ações de enfrentamento aos constantes ataques de piratas espaciais foram decisivos para sua escolha.

 Avanços nos sistemas de recarregamento de munições de nossas armas cinéticas foram elaborados pelos Departamento de Engenharia, possibilitando uma boa melhoria na taxa de disparos dessas armas.

 Em Julho de 2426 o General Zax iniciou a invasão ao planeta Ladellikon II. Mesmo após meses de intenso bombardeio, os exércitos de defesa do planeta ainda são numerosos e irão requerer uma grande dose de combates diretos em meio as cidades semidestruídas.

 Toda a frota terrana foi deslocada para prosseguir os bombardeios nos planetas ainda sob comando dos Mandasura.

 Nossos cientistas descobriram que nossos sistemas de inteligência artificial estão por trás do súbito overclock de nossos supercomputadores. Enquanto alguns se pronunciam acerca de futuras instabilidades com essa carga extra, a maioria de nossos cientistas ficou entusiasmada com esse novo padrão de aprendizagem dos sistemas de inteligência artificial.

 Após algumas tentativas, fomos capazes de replicar o processo de autoaprendizagem de nossos sistemas de inteligência artificial em outros supercomputadores. Especula-se que sua ampla utilização em todos os nossos computadores poderia levar a descobertas inimagináveis no campo científico em tempos razoavelmente curtos.

 Quase cinco meses após o início dos combates, Ladellikon I é conquistado. Quase oitocentos milhões de soldados acabaram mortos ou feridos durante a longa invasão e, embora novos recrutas estejam a caminho da frente de batalha, a Diretoria decidiu manter a política de bombardeios orbitais até o enfraquecimento das forças defensivas Mandasura.

 Em Janeiro de 2427 o Portal Sol foi concluído, abrindo um novo leque de possibilidades com a movimentação praticamente instantânea entre setores diversos da galáxia.

 Com o perfeito funcionamento do Portal Sol, e tendo em vista sua agenda de proteção comercial, o Diretor-Geral Kieran MacKenzie decidiu ampliar ainda mais a rede de Portais, também utilizando-se dos Portões-L para diminuir as distâncias entre nossas rotas comerciais.

 Seis novos Portais começaram a ser construídos em setores específicos da galáxia, de forma a criar uma rede ampla, segura e mais defensável entre todos os planetas da Tecnocracia Terrana.

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Bons avanços. Gostei de ver o anfiteatro espacial restaurado. Esse negócio das eleições me fez lembrar de algo que queria dizer a muito tempo mas esqueci: deveria poder haver uma monarquia espacial, com linhagem hereditária e tudo. Como o sistema de M2TW, pelo menos.

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Bom, @Lord_Victor… Não exatamente mas quase isso? :sweat_smile:

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