[ST] Contos do Espaço Profundo

Então, @Biller , por padrão eles são considerados “Indesejáveis” e sendo expurgados/desmontados, mas isso leva um certo tempo (teria q ver qual a taxa de expurgo, não me lembro de ter visto na wiki). Sabe q nem prestei atenção se tive pops assimiladas? Mas, a princípio, parece q nesses dois reconquistados ainda não… Talvez só se a guerra terminasse? :thinking: Mas traria um bom RP ter alguns pops transformados em ciborgues…

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Stellaris

Contos do Espaço Profundo

Capítulo CXXVIII
Superpopulação

 Com a reconquista de Andack II e a confirmação da grande quantidade de Iribot nos planetas rebelados, a Diretoria ordenou a colonização da pequena lua ártica de Pherkad IIa, para minimizar os efeitos da superpopulação nesses planetas.

 Enquanto a Reserve Force chega para retomar o sistema Othriga, o General Zax inicia a reconquista de Ashimax I.

 As naves inimigas foram detectadas em Kathea, e nossas frotas de ataque imediatamente utilizam o propulsor de salto para enfrentá-las.

 Por um longo mês o combate se desenrola no sistema, e nossas frotas ainda contam com o auxílio da Patrol Force para enfrentar o inimigo. Apesar da perda de onze de nossas naves, a vitória é considera efetiva, pois destruímos mais de setenta das naves Iribot.

 Depois da batalha, as frotas de ataque se voltam para outras áreas ocupadas pelos Iribot, enquanto a Patrol Force continua sua missão de retomada de sistemas nesse setor.

 O alto desemprego e falta de moradia e recursos causados pela superpopulação começam a cobrar seu preço, com altos níveis de criminalidade um submundo criminoso acaba sendo formado em Andack II.

 Por mais que a Diretoria saiba que terá que atuar com força para coibir a criminalidade, é decidido que os esforços, por enquanto, serão de retomar os planetas rebelados.

 A Reserve Force e a Patrol Force encontram pequenas frotas inimigas, ao adentrarem os sistemas de Nembus e Ladellikon, respectivamente. Os combates são facilmente vencidos, felizmente, com apenas uma corveta sendo perdida para quase uma centena e meia de naves Iribot destruídas.

 A Patrol Force, entretanto, teve dificuldades em retomar a base espacial no sistema. Fortemente protegida, causou a destruição de quatorze de nossas corvetas até ser reconquistada.

 Mesmo com as dificuldades causadas pela perda de importantes centros de pesquisa, o Departamento de Engenharia finaliza novas formas de compressão da matéria para a construção das armaduras e nossas naves, tornando-as ainda mais resistentes.

 Nossas forças terrestres também atuam praticamente sem descanso, tendo conseguido reconquistar The Core e sua lua Boundary em pouco mais de três meses.

 Outra pequena força inimiga é eliminada pela Reserve Force durante a retomada do sistema Zatar.

 Inesperadamente, uma pequena frota Iribot ataca o sistema Urakhannon’s Maw, mas ainda sem ser motivo de preocupação para a Tecnocracia.

 Com a detecção de uma frota Iribot em Ophang, demasiado poderosa para a Patrol Force, as Strike Force Scylla, Pegasus e Titan são destacadas para enfrentá-la.

 Enquanto se preparavam para o salto, também detectaram que a maior pare das (conhecidas) frotas Iribot havia deixado o território terrano, e atacava o sistema Ler Zumon, da União Dinástica Nuurian.

 Como a Entente Cevanti irá reagir a esse ataque a seu membro? Ainda em guerra contra a Consciência Norillga – em parte graças a nossos generosos subsídios, que não foram interrompidos nem com a brutal queda em nossa produção – o que a Federação fará?

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Como está a recuperação dos planetas? Tem imagem geral dos territórios?

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Esses robos quando não estão tramando uma insurreição galáctica armada acabam sendo aliciados para o crime… :thinking:

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Também quero ver.

Parece até com recifense.

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Stellaris

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Capítulo CXXIX
Ciborgues

 Descobrimos que os Iribot haviam começado um processo de assimilação nos planetas rebelados. Cerca de um bilhão de terranos haviam recebido implantes cibernéticos, certamente em um processo que facilitaria o controle das Máquinas sobre a população.

 Felizmente, com a retomada desses planetas, o controle sobre esses ciborgues foi quebrado, e sua lealdade à Tecnocracia continua inabalável.

 Mas, com o crescente número populacional que iremos enfrentar, três novos projetos de colonização foram lançados, em Iieystara III, Epsilon Indi IIIa e Algorab II.

 Enquanto a Reserve Force vencia um combate em Kergaros, o restante de nossas frotas se dividia para retomar os sistemas ainda ocupados nesse setor da galáxia.

 Nova, ao captar os sinais de socorro de Urakhannon’s Maw, chegou ao sistema. Nossa poderosa Ameba Espacial destruiu as naves que ameaçavam nossa estação espacial, reforçando os laços que sentimos por nossa mascote.

 Enquanto parte de nossas frotas perseguiam os Iribot, esperando que tomassem Ler Zumon dos Nuurian, fomos surpreendidos por passarem pelo sistema sem combate, seguindo adiante. O que estão tramando, afinal?

 Nossos exércitos seguem em seu trabalho de reconquista, tendo libertado mais dois planetas do controle Iribot, Yiriam III e Ladellikon I.

 Nossos sensores de longo alcance finalmente descobriram as intenções dos Iribot: eles estão seguindo para o Portão-L em Miklor’s Vortex.

 Porém, conseguimos preparar uma festa de recepção para eles. Assim que deixaram o Portão-L em Terminal Egress, foram atacados sem piedade pelas Strike Force Hippogriff, Nanite Interdictor e Reserve Force. Os danos foram severos para a já diminuta frota Iribot.

 O Setor Eychilia finalmente está livre de naves inimigas, mas nossos exércitos ainda terão muito trabalho ao retomar os planetas sob domínio inimigo.

 Mas não esmoreceremos! Esmagaremos cada um que se opuser em nosso caminho, os Iribot não prevalecerão sobre a Tecnocracia Terrana.

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Devagar e sempre? :sweat_smile:
Foquei só nesse setor, já que era onde estavam as naves inimigas.

E vai ser uma dor de cabeça acabar com isso… tipo, é uns 50 a 80 pops Iribot em CADA planeta… nem sei onde vou enfiar essa robozada toda… ferro-velho, talvez? :face_with_hand_over_mouth:

:no_mouth: :thinking:

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Stellaris

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Capítulo CXXX
Os Khessam

 Com a força principal dos Iribot abatida, nossas oito frotas de ataque são divididas em quatro armadas, para agilizar a retomada dos sistemas rebelados.

 Dada sua importância estratégia, o sistema Scorpio, onde se localiza nossa Rede de Sentinelas, foi priorizado pela armada composta pelas Strike Force Hydra e Cyclops.

 Entretanto, uma frota Iribot ataca o sistema Ascension’s End, obrigando que essas frotas sigam para o contra-ataque. Uma batalha simples, mas que garantiu a permanência do sistema em nossas mãos.

 Com outras frotas inimigas em sistemas próximos, a missão dessa armada foi alterada para interceptá-las.

 Outro combate dessas frotas de ataque foi no sistema Meryl, também vencido sem maiores dificuldades.

 O início da colonização de Epsilon Indi Prime trouxe uma surpresa: uma civilização pré-sapiente de uma espécie aviana, não detectados pelas varreduras de órbita.

 Sendo chamados de Khessam, sua descoberta trouxe certo debate à Diretoria, sobre o futuro da colonização da lua.

 Depois de dias de deliberação, decidiu-se por um projeto de melhoria genética nos Khessam, com o objetivo de acelerar seu desenvolvimento de senciência.

 Enquanto o projeto com os Khessam era iniciado, análises rotineiras nos Iribot dos planetas reconquistados trouxeram novos dados importantes.

 Sua ligação com a Inteligência Artificial causadora da revolta mostrou-se complexa demais para que nossos cientistas pudessem reprogramá-los. A comunicação com a IA foi interrompida com sucesso através dos bloqueadores de transmissão, entretanto isso teve conseqüências.

 A interrupção acabou por danificar os cérebros positrônicos dos robôs, de forma que muitos começaram a se desativar por conta própria após tempos variáveis, dias, semanas, meses.

 Apesar dessa desativação ser de certo modo benéfica para a Tecnocracia, ao diminuir a quantidade de Iribot e a necessidade de um controle maior, será uma pena se não pudermos utilizar essa “mão-de-obra” em outras funções em nossos planetas.

 O projeto de melhoria genética nos Khessam foi concluído com êxito, e eles logo tomaram a frente nos esforços de colonização de Epsilon Indi Prime. Sua aceitação à Tecnocracia foi considerada melhor que o esperado pelos cientistas responsáveis.

 Um novo Portal foi concluído no sistema Ashyke. As viagens entre esse setor da galáxia e os demais territórios da Tecnocracia tornaram-se muito mais rápidos e seguros agora.

 Durante os estudos com os cientistas da Tecnocracia acerca de nossos conhecimentos da galáxia, grupos de Khessam têm trazido questões relevantes de seus semelhantes.

 Nossos cientistas se esforçaram para sanar as dúvidas utilizando nossas experiências do passado, ao mesmo tempo que permitiram que eles tirassem suas próprias conclusões do que lhes era passado.

 Os relatórios apontam que um grande número de Khessam, após absorverem o que os ensinamos, apresentaram uma atração acima do normal pelos conhecimentos e costumes de diferentes espécies da galáxia, além de adotarem uma admiração quase espiritual pelo cosmos…

 Com novas tropas recém treinadas sendo integradas ao exército da Tecnocracia, nossas forças terrestres foram divididas em dois exércitos, comandados pelos Generais Zax e Jhulaad. Com isso, a retomada dos planetas rebelados deverá ser muito mais rápida.

 Isso provou ser verdadeiro quando, no espaço de cinco meses, quatro planetas foram reconquistados, com perdas mínimas de soldados: Athyr Prime, Othriga Prime, Muphrid Prime e Neshmet Prime.

 O ano de 2444 começou com avanços do Departamento de Sociedade em nossos processos administrativos, tornando mais eficientes as trocas de comunicação e distribuição de recursos entre nossos diversos planetas.

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Se os robóticos fossem feitos de ligas metálicas (em vez de minerais) e pudessem ser desmontados compulsoriamente, daria para montar um bocado de naves… :thinking:

Tem sido uma boa campanha, só é pena que não coincidiu com a crise da Contingência… Daria a narrativa perfeita :upside_down_face:

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Stellaris

Contos do Espaço Profundo

Capítulo CXXXI
Superioridade Terrana

 A longa guerra contra os Iribot acaba despertando uma onda xenófoba dentro da Tecnocracia.

 Antes poucos milhares, os cidadãos contrários à integração entre terranos e outras espécies têm ganhado cada vez mais espaço, galgando aos poucos postos de importância dentro de empresas, da academia científica e dos meios militares, e até mesmo da política.

 Mesmo o Diretor-Geral Kieran MacKenzie tem feito discursos em favor dos terranos como reais detentores do “Destino Manifesto”, e que as demais espécies da galáxia têm se aproveitado da boa vontade terrana apenas em benefício próprio.

 Tanto que, atendendo aos insistentes pedidos de importantes membros da sociedade, Kieran acabou por formar o Bloco da Superioridade Terrana, reunindo os mais importantes nomes da Tecnocracia que apóiam a supremacia terrana.

 Embora não exatamente numerosos – menos de três bilhões de correligionários em uma população que já ultrapassa os dois trilhões -, a simples oficialização do Bloco promete futuras contendas no meio político da Tecnocracia.

 Enquanto os ânimos se acirram no âmbito político, a guerra prossegue seu curso, com a invasão de Kergaros Secundus sendo concluída em menos de uma semana.

 E, durante uma batalha no sistema Cavzek, o jovem Capitão Qian Situ, do Destróier ISS Bellona, nave da Strike Force Cyclops, demonstrou um algo grau de pensamento crítico e frieza na tomada de decisões que auxiliaram na vitória sobre os Iribot. Assim, seu nome foi aprovado por unanimidade para a promoção ao posto de Almirante.

 No intervalo de meros 4 meses, os exércitos do General Jhulaad retomaram três planetas, Kergaros Prime, Zatar Prime e Zatar Secundus.

 Esse rápido e incisivo avanço retomou o controle à Tecnocracia Terrana sobre todo o setor Eychilia.

 Mas nem tudo se resume a guerras e política. O Departamento de Física desenvolveu novos avanços em análises gravitacionais para tornar ainda mais efetivos os projetos de construção em planetas com gravidades diversas.

 E outro avanço foi obtido no setor comercial. A Diretoria começou a implantar informantes dentro das redes comerciais de outras civilizações. Com isso, e seu acesso às pessoas certas com as quais negociar, passamos a conseguir comprar muitos bens por valores abaixo da média do Mercado Galáctico.

 Depois de quase um ano de viagem, o General Zax e suas forças começam o desembarque em Firren, no sistema Meissa. Enfrentando uma reduzida, porém obstinada, resistência, a reconquista do planeta apenas foi concluída depois de um mês de intensos combates.

 Com a eliminação das defesas Iribot no planeta, o setor Epsilon Indi também está totalmente sob controle da Tecnocracia, novamente.

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O medo gera o ódio…

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Pelo andar da situação, caminhamos para o fim dessa boa campanha. Os Iribot sendo contidos, intrigas palacianas na Tecnocracia e contínua demonstração de superioridade bélica humana…

Engraçado que a AI parece manter poucas defesas em cada planeta. Esperava hordas intermináveis nessa crise interna, mas no geral pareceu bem tranquilo. :+1:

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Queremos treta, mas a AI fica vetando nossos desejos.

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Quem sou eu pra desdizer os desejos secretos de vocês? Até que eu queria isso tbem :face_with_hand_over_mouth:

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Stellaris

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Capítulo CXXXII
Eleições Entre Ondas de Crimes

 Por mais incrível que possa ser acreditar, os Norillga continuam sua guerra contra a poderosa Entente Cevanti. Mesmo com nossas relações com os moluscóides sendo hostis, mantivemos nossos carregamentos de suprimentos para eles, e isso certamente têm ajudado os moluscóides em sua guerra contra as outras seis civilizações da Entente.

 Independente do resultado final, o prolongamento do conflito nos permitiu tempo de enfrentarmos a revolta Iribot sem nos preocuparmos com outras potenciais ameaças.

 Tempo esse que vem sendo bem aproveitado por nossos exércitos, que vêm retomando mundo após mundo rebelado pelas máquinas. A última reconquista foi o planeta de Scorpio Prime.

 Com a retomada do planeta, também voltamos a ter controle sobre a Rede Sentinela, nos permitindo novamente o monitoramento do restante da galáxia. Agora, não corremos mais o risco de sermos atacados de surpresa, pois poderemos posicionar nossas frotas nas fronteiras onde possíveis inimigos mantenham um grande agrupamento militar.

 Importante também foi a conclusão do primeiro estágio do Nexus Científico. Apesar do próprio Hub já alavancar nosso potencial de pesquisa, prosseguimos com sua ampliação, ao iniciarmos a contrução de quatro alas de pesquisa.

 Mas nem tudo são boas notícias, pois em Andack II o submundo criminoso no planeta estabeleceu um intenso tráfico de entorpecentes. Milhares de relatos são recebidos toda semana sobre mais e mais cidadãos se tornando viciados nesses tóxicos.

 E não somente isso. O planeta recém reconquistado de Withrilli Prime também sofre com as guerras entre gangues criminosas, tornando a vida dos habitantes cada vez mais difícil.

 Também o sistema Durascadon, anteriormente pertencente à Tecnocracia, após os anos de domínio Iribot acabou por se rebelar, acusando sua independência sob o nome de Governo de Durascadon. Não seria preocupante, mas antes que nossos diplomatas chegassem ao planeta para tentarmos uma aproximação, eles decidiram se aliar à Entente Cevanti. Isso é algo inaceitável, e eles sofrerão as conseqüências, cedo ou tarde.

 O início da colonização de Iieystara Prime trouxe a surpreendente descoberta dos Uva-Xavani. Essa espécie aviana pré-sapiente vive em meio às florestas tropicais do planeta, em grupos familiares, e isso deve ter impedido nossos sensores de órbita de os detectarem.

 Seguindo o protocolo estabelecido com os Khessam, a Tecnocracia decidiu iniciar o procedimento genético para acelerar o desenvolvimento cerebral da espécie.

 O procedimento foi um sucesso, mas certos choques culturais ocorreram, naturalmente, com o contato terrano.

 Sendo uma espécie cujo convívio familiar sempre foi prioritário, muitos Uva-Xavani questionaram nosso modo de vida, mais independente.

 A Diretoria, analisando a situação, decidiu pela não interferência nesse aspecto cultural de nossos novos cidadãos.

 O avanço de nossos exércitos prosseguiu sem maiores enfrentamentos além de guarnições pouco numerosas, algo que tem surpreendido a Diretoria.

 Acredita-se que a queda do comando central da Inteligência Artificial é o que tem impedido que outros Iribot peguem em armas contra a Tecnocracia, com apenas as guarnições padrão seguindo seus protocolos de defesa.

 Essa é uma boa notícia, pois tem poupado milhares de vidas de nossos soldados. Assim, os planetas de Scorpio Prime, Cipux Prime, Hixam Prime, Hojjam Prime, Fidhilam Prime, Withrilli Prime e Darep Prime foram reconquistados, em um total de sete que voltam ao controle da Tecnocracia.

 Com isso, também todo o setor Scorpio foi libertado do controle Iribot.

 Nesse ponto, o mandato do Diretor-Geral Kieran MacKenzie terminou, e a nova eleição realizada trouxe um resultado inesperado.

 Embora se acreditasse em uma reeleição fácil, o posicionamento recente de Kieran parece ter diminuído sua popularidade, e o experiente Almirante Mosi Gowan acabou vencendo a eleição.

 E a primeira ação do novo Diretor-Geral foi de encontro a um dos grandes problemas atuais da Tecnocracia Terrana: a grande criminalidade nos planetas reconquistados.

 Ele decidiu estabelecer uma Colônia Penal no mundo desértico recém colonizado de Algorab Prime. Dessa forma, os grandes nomes criminosos de nosso território serão isolados de seus planetas natais, diminuindo sua influência e, espera-se, causando rupturas nos submundos criminosos, de forma a ser mais fácil combater a criminalidade de uma forma geral.

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Só acho que a Tecnocracia devia aproveitar essa criminalidade toda e virar um Sindicato Criminoso… E o Diretor da Tecnocracia um Don Corleone galáctico. :upside_down_face:

Um gulag sempre resolve… :face_with_hand_over_mouth:

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Não deixa de ter razão. hahahaha

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Stellaris

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Capítulo CXXXIII
Fim (?) das Hostilidades

 Apesar do avanço constante, a grande quantidade de planetas sob controle Iribot continuava a ser um problema. Assim, o Diretor-Geral Mosi Gowan determinou que, logo após a reconquista de um planeta, os principais líderes criminosos deveriam ser enviados para Algorab Prime, mas os exércitos seguiriam para a reconquista de outros planetas.

 Isso significaria que os cidadãos ficariam abandonados à própria sorte por algum tempo, mas a prioridade do momento estava bem definida aos olhos do Diretor-Geral.

 Seguindo esse protocolo, os próximos meses veriam a reconquista de quatro planetas em rápida seqüência, Wymos Prime, Meryl Prime, Zowod Prime e Wistral Prime.

 Já em Iieystara Prime, os Uva-Xavani continuavam sua integração ao restante da sociedade terrana, apesar de contrariedades na questão da necessidade de armas entre a população.

 Nesse ponto, entretanto, a Diretoria foi inflexível e iniciou um processo de reeducação da população nativa, demonstrando a necessidade de armas para a segurança própria e no caso de conflitos com outros povos.

 Após um longo período sem relatos, uma pequena frota pirata atacou o sistema de Betria. Levaria alguns meses até que uma frota se deslocasse para o sistema, mas os piratas acabariam sendo todos destruídos no final.

 Com a colonização de Pherkad Prime prosseguindo, os colonos encontraram um antigo complexo de terraformação, abandonado há milhares de anos. Após a análise inicial e discussões posteriores, decidiu-se pela reativação do sistema…

 … que após meses de intenso trabalho acabou por alterar boa parte da atmosfera e da biosfera do planeta. Antes um mundo considerado Ártico, o processo acabou por tornar Pherkad Prime um mundo Árido. Se foi um avanço, o tempo ainda irá dizer.

 Um segundo sistema estelar se declara independente dos Iribot, Cavzek. Se autointitulando como Grande Hierarquia Cevanti, nossas tentativas de aproximação, embora não totalmente rejeitadas, sofreram um revés quando da entrada da “nova” civilização na Entente Cevanti…

 Enquanto questões diplomáticas são colocadas em segundo plano, os exércitos terranos avançam em sua reconquista. Deomia I, Choirtiz, e o sistema triplo de Turim (Prime, Secundus e nossa Ecumenópolis de Turim Tertius) foram reconquistados em um espaço de sete meses.

 Nesse meio tempo, Klaus Bergmeister, Governador do Setor Scheddi Prime, faleceu aos 151 anos de idade. Stalk of Black assumiu a administração em seu lugar.

 E no planeta recém reconquistado de Choirtiz uma onda de ataques terroristas tem causado terror entre a população. Em resposta, uma série de medidas foram anunciadas pelo governo para conter a criminalidade do planeta nos próximos meses.

 Enquanto os planetas de Zoirch, Gorim III, Zichash, Choirtiz II e Decayed Hub são reconquistados, o Departamento de Sociedade alcança duas novas descobertas, em melhorias na comunicação entre nossas bases estelares e em novas técnicas de processamento de comida que trazem maior índice nutricional e menor desperdício.

 Por fim, Graftch, o último reduto Iribot, é alcançado. O General Jhulaad desembarca com suas forças, esperando uma resistência pesada, mas encontra poucos milhares de drones funcionais tentando proteger as cidades.

 Com essa última batalha, a Revolta das Máquinas é considerada encerrada pela Diretoria, no dia 27 de Agosto de 2448.

 Muitas vidas foram perdidas, e muitos problemas terão de ser enfrentados para recolocar a Tecnocracia em seu caminho natural novamente, mas a paz reina novamente após os longos anos de intenso conflito.

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A idéia não é ruim, o ruim seria achar uma justificativa pra isso :face_with_hand_over_mouth:

O pior q nem isso tá resolvendo na verdade :confused: Só vai melhorar quando os Iribot forem expurgados mesmo…

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Agora que a revolta terminou, o que ainda tem para essa AAR?

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