[ST] Contos do Espaço Profundo

Stellaris

Contos do Espaço Profundo

Capítulo CXXXI
Superioridade Terrana

 A longa guerra contra os Iribot acaba despertando uma onda xenófoba dentro da Tecnocracia.

 Antes poucos milhares, os cidadãos contrários à integração entre terranos e outras espécies têm ganhado cada vez mais espaço, galgando aos poucos postos de importância dentro de empresas, da academia científica e dos meios militares, e até mesmo da política.

 Mesmo o Diretor-Geral Kieran MacKenzie tem feito discursos em favor dos terranos como reais detentores do “Destino Manifesto”, e que as demais espécies da galáxia têm se aproveitado da boa vontade terrana apenas em benefício próprio.

 Tanto que, atendendo aos insistentes pedidos de importantes membros da sociedade, Kieran acabou por formar o Bloco da Superioridade Terrana, reunindo os mais importantes nomes da Tecnocracia que apóiam a supremacia terrana.

 Embora não exatamente numerosos – menos de três bilhões de correligionários em uma população que já ultrapassa os dois trilhões -, a simples oficialização do Bloco promete futuras contendas no meio político da Tecnocracia.

 Enquanto os ânimos se acirram no âmbito político, a guerra prossegue seu curso, com a invasão de Kergaros Secundus sendo concluída em menos de uma semana.

 E, durante uma batalha no sistema Cavzek, o jovem Capitão Qian Situ, do Destróier ISS Bellona, nave da Strike Force Cyclops, demonstrou um algo grau de pensamento crítico e frieza na tomada de decisões que auxiliaram na vitória sobre os Iribot. Assim, seu nome foi aprovado por unanimidade para a promoção ao posto de Almirante.

 No intervalo de meros 4 meses, os exércitos do General Jhulaad retomaram três planetas, Kergaros Prime, Zatar Prime e Zatar Secundus.

 Esse rápido e incisivo avanço retomou o controle à Tecnocracia Terrana sobre todo o setor Eychilia.

 Mas nem tudo se resume a guerras e política. O Departamento de Física desenvolveu novos avanços em análises gravitacionais para tornar ainda mais efetivos os projetos de construção em planetas com gravidades diversas.

 E outro avanço foi obtido no setor comercial. A Diretoria começou a implantar informantes dentro das redes comerciais de outras civilizações. Com isso, e seu acesso às pessoas certas com as quais negociar, passamos a conseguir comprar muitos bens por valores abaixo da média do Mercado Galáctico.

 Depois de quase um ano de viagem, o General Zax e suas forças começam o desembarque em Firren, no sistema Meissa. Enfrentando uma reduzida, porém obstinada, resistência, a reconquista do planeta apenas foi concluída depois de um mês de intensos combates.

 Com a eliminação das defesas Iribot no planeta, o setor Epsilon Indi também está totalmente sob controle da Tecnocracia, novamente.

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O medo gera o ódio…

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Pelo andar da situação, caminhamos para o fim dessa boa campanha. Os Iribot sendo contidos, intrigas palacianas na Tecnocracia e contínua demonstração de superioridade bélica humana…

Engraçado que a AI parece manter poucas defesas em cada planeta. Esperava hordas intermináveis nessa crise interna, mas no geral pareceu bem tranquilo. :+1:

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Queremos treta, mas a AI fica vetando nossos desejos.

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Quem sou eu pra desdizer os desejos secretos de vocês? Até que eu queria isso tbem :face_with_hand_over_mouth:

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Stellaris

Contos do Espaço Profundo

Capítulo CXXXII
Eleições Entre Ondas de Crimes

 Por mais incrível que possa ser acreditar, os Norillga continuam sua guerra contra a poderosa Entente Cevanti. Mesmo com nossas relações com os moluscóides sendo hostis, mantivemos nossos carregamentos de suprimentos para eles, e isso certamente têm ajudado os moluscóides em sua guerra contra as outras seis civilizações da Entente.

 Independente do resultado final, o prolongamento do conflito nos permitiu tempo de enfrentarmos a revolta Iribot sem nos preocuparmos com outras potenciais ameaças.

 Tempo esse que vem sendo bem aproveitado por nossos exércitos, que vêm retomando mundo após mundo rebelado pelas máquinas. A última reconquista foi o planeta de Scorpio Prime.

 Com a retomada do planeta, também voltamos a ter controle sobre a Rede Sentinela, nos permitindo novamente o monitoramento do restante da galáxia. Agora, não corremos mais o risco de sermos atacados de surpresa, pois poderemos posicionar nossas frotas nas fronteiras onde possíveis inimigos mantenham um grande agrupamento militar.

 Importante também foi a conclusão do primeiro estágio do Nexus Científico. Apesar do próprio Hub já alavancar nosso potencial de pesquisa, prosseguimos com sua ampliação, ao iniciarmos a contrução de quatro alas de pesquisa.

 Mas nem tudo são boas notícias, pois em Andack II o submundo criminoso no planeta estabeleceu um intenso tráfico de entorpecentes. Milhares de relatos são recebidos toda semana sobre mais e mais cidadãos se tornando viciados nesses tóxicos.

 E não somente isso. O planeta recém reconquistado de Withrilli Prime também sofre com as guerras entre gangues criminosas, tornando a vida dos habitantes cada vez mais difícil.

 Também o sistema Durascadon, anteriormente pertencente à Tecnocracia, após os anos de domínio Iribot acabou por se rebelar, acusando sua independência sob o nome de Governo de Durascadon. Não seria preocupante, mas antes que nossos diplomatas chegassem ao planeta para tentarmos uma aproximação, eles decidiram se aliar à Entente Cevanti. Isso é algo inaceitável, e eles sofrerão as conseqüências, cedo ou tarde.

 O início da colonização de Iieystara Prime trouxe a surpreendente descoberta dos Uva-Xavani. Essa espécie aviana pré-sapiente vive em meio às florestas tropicais do planeta, em grupos familiares, e isso deve ter impedido nossos sensores de órbita de os detectarem.

 Seguindo o protocolo estabelecido com os Khessam, a Tecnocracia decidiu iniciar o procedimento genético para acelerar o desenvolvimento cerebral da espécie.

 O procedimento foi um sucesso, mas certos choques culturais ocorreram, naturalmente, com o contato terrano.

 Sendo uma espécie cujo convívio familiar sempre foi prioritário, muitos Uva-Xavani questionaram nosso modo de vida, mais independente.

 A Diretoria, analisando a situação, decidiu pela não interferência nesse aspecto cultural de nossos novos cidadãos.

 O avanço de nossos exércitos prosseguiu sem maiores enfrentamentos além de guarnições pouco numerosas, algo que tem surpreendido a Diretoria.

 Acredita-se que a queda do comando central da Inteligência Artificial é o que tem impedido que outros Iribot peguem em armas contra a Tecnocracia, com apenas as guarnições padrão seguindo seus protocolos de defesa.

 Essa é uma boa notícia, pois tem poupado milhares de vidas de nossos soldados. Assim, os planetas de Scorpio Prime, Cipux Prime, Hixam Prime, Hojjam Prime, Fidhilam Prime, Withrilli Prime e Darep Prime foram reconquistados, em um total de sete que voltam ao controle da Tecnocracia.

 Com isso, também todo o setor Scorpio foi libertado do controle Iribot.

 Nesse ponto, o mandato do Diretor-Geral Kieran MacKenzie terminou, e a nova eleição realizada trouxe um resultado inesperado.

 Embora se acreditasse em uma reeleição fácil, o posicionamento recente de Kieran parece ter diminuído sua popularidade, e o experiente Almirante Mosi Gowan acabou vencendo a eleição.

 E a primeira ação do novo Diretor-Geral foi de encontro a um dos grandes problemas atuais da Tecnocracia Terrana: a grande criminalidade nos planetas reconquistados.

 Ele decidiu estabelecer uma Colônia Penal no mundo desértico recém colonizado de Algorab Prime. Dessa forma, os grandes nomes criminosos de nosso território serão isolados de seus planetas natais, diminuindo sua influência e, espera-se, causando rupturas nos submundos criminosos, de forma a ser mais fácil combater a criminalidade de uma forma geral.

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Só acho que a Tecnocracia devia aproveitar essa criminalidade toda e virar um Sindicato Criminoso… E o Diretor da Tecnocracia um Don Corleone galáctico. :upside_down_face:

Um gulag sempre resolve… :face_with_hand_over_mouth:

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Não deixa de ter razão. hahahaha

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Capítulo CXXXIII
Fim (?) das Hostilidades

 Apesar do avanço constante, a grande quantidade de planetas sob controle Iribot continuava a ser um problema. Assim, o Diretor-Geral Mosi Gowan determinou que, logo após a reconquista de um planeta, os principais líderes criminosos deveriam ser enviados para Algorab Prime, mas os exércitos seguiriam para a reconquista de outros planetas.

 Isso significaria que os cidadãos ficariam abandonados à própria sorte por algum tempo, mas a prioridade do momento estava bem definida aos olhos do Diretor-Geral.

 Seguindo esse protocolo, os próximos meses veriam a reconquista de quatro planetas em rápida seqüência, Wymos Prime, Meryl Prime, Zowod Prime e Wistral Prime.

 Já em Iieystara Prime, os Uva-Xavani continuavam sua integração ao restante da sociedade terrana, apesar de contrariedades na questão da necessidade de armas entre a população.

 Nesse ponto, entretanto, a Diretoria foi inflexível e iniciou um processo de reeducação da população nativa, demonstrando a necessidade de armas para a segurança própria e no caso de conflitos com outros povos.

 Após um longo período sem relatos, uma pequena frota pirata atacou o sistema de Betria. Levaria alguns meses até que uma frota se deslocasse para o sistema, mas os piratas acabariam sendo todos destruídos no final.

 Com a colonização de Pherkad Prime prosseguindo, os colonos encontraram um antigo complexo de terraformação, abandonado há milhares de anos. Após a análise inicial e discussões posteriores, decidiu-se pela reativação do sistema…

 … que após meses de intenso trabalho acabou por alterar boa parte da atmosfera e da biosfera do planeta. Antes um mundo considerado Ártico, o processo acabou por tornar Pherkad Prime um mundo Árido. Se foi um avanço, o tempo ainda irá dizer.

 Um segundo sistema estelar se declara independente dos Iribot, Cavzek. Se autointitulando como Grande Hierarquia Cevanti, nossas tentativas de aproximação, embora não totalmente rejeitadas, sofreram um revés quando da entrada da “nova” civilização na Entente Cevanti…

 Enquanto questões diplomáticas são colocadas em segundo plano, os exércitos terranos avançam em sua reconquista. Deomia I, Choirtiz, e o sistema triplo de Turim (Prime, Secundus e nossa Ecumenópolis de Turim Tertius) foram reconquistados em um espaço de sete meses.

 Nesse meio tempo, Klaus Bergmeister, Governador do Setor Scheddi Prime, faleceu aos 151 anos de idade. Stalk of Black assumiu a administração em seu lugar.

 E no planeta recém reconquistado de Choirtiz uma onda de ataques terroristas tem causado terror entre a população. Em resposta, uma série de medidas foram anunciadas pelo governo para conter a criminalidade do planeta nos próximos meses.

 Enquanto os planetas de Zoirch, Gorim III, Zichash, Choirtiz II e Decayed Hub são reconquistados, o Departamento de Sociedade alcança duas novas descobertas, em melhorias na comunicação entre nossas bases estelares e em novas técnicas de processamento de comida que trazem maior índice nutricional e menor desperdício.

 Por fim, Graftch, o último reduto Iribot, é alcançado. O General Jhulaad desembarca com suas forças, esperando uma resistência pesada, mas encontra poucos milhares de drones funcionais tentando proteger as cidades.

 Com essa última batalha, a Revolta das Máquinas é considerada encerrada pela Diretoria, no dia 27 de Agosto de 2448.

 Muitas vidas foram perdidas, e muitos problemas terão de ser enfrentados para recolocar a Tecnocracia em seu caminho natural novamente, mas a paz reina novamente após os longos anos de intenso conflito.

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A idéia não é ruim, o ruim seria achar uma justificativa pra isso :face_with_hand_over_mouth:

O pior q nem isso tá resolvendo na verdade :confused: Só vai melhorar quando os Iribot forem expurgados mesmo…

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Agora que a revolta terminou, o que ainda tem para essa AAR?

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Depende, @Richardlh… A priori tem a crise de fim de jogo, e o q mais eu inventar de fazer… Se bem q a administração dessa “planetaiada” toda dá um desânimo :sweat_smile:

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Tua acha que virá uma crise ainda? Eu penso que se for o caso, só uma dominação total para manter a AAR, se não acha uma justificativa para terminá-la.

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A Revolta das Máquinas é uma cadeia de eventos… Tem a End-Game Crisis ainda, sim… E, já que tive a Revolta, tô torcendo pra sair a Contingência :grin:

Já que eu tô nesse AAR “infinito”, vamos até o fim agora :sweat_smile:
Mas vou tentar colocar um pouco mais de… “ação”…

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Contos do Espaço Profundo

Capítulo CXXXIV
Facções Divididas

 O restante de 2448 e todo o ano de 2449 foram dedicados exclusivamente à reconstrução dos planetas antes dominados pelos Iribot, ao fortalecimento da economia e à reimplementação dos setores administrativos através do território terrano.

 Mesmo assim, alguns acontecimentos podem ser destacados nesse período:

 O Departamento de Física estabeleceu novos sistemas de refrigeradores instantâneos para nossas armas energéticas, e o Departamento de Engenharia desenvolveu novos avanços nos carregadores de armas cinéticas, possibilitando maiores taxas de disparos dessas armas.

 A Strike Force Hydra, sob comando do Almirante Muhammad Nadir, encontrou um colossal Dragonete do Éter no sistema, antes inacessível, de Fouahiri.

 Apesar de enfrentar o leviatã espacial sozinha, graças aos avanços das últimas décadas nossa frota de ataque foi capaz de destruir essa ameaça, com a perda de apenas dois Destróieres durante a batalha.

 O Almirante Muhammad foi aclamado pela Diretoria, recebendo o título de “Caçador de Dragões”, bem como todos os demais membros da SF Hydra.

 A cabeça do Dragonete foi recuperada e preservada como um troféu, como símbolo do que nossa união pode realizar quando focamos em um objetivo.

 O final de 2449 foi, entretanto, marcado por uma cisão entre as facções políticas da Tecnocracia.

 O Diretor-Geral Mosi Gowan levou à Diretoria os planos de uma longa e custosa campanha militar contra a Entente Cevanti. Disse o Diretor, em seu pronunciamento final:

 “Há quantos anos temos suportado os insultos e as ameaças dessas civilizações? Sua união os tornou arrogantes, confiando em números para ameaçar outros.

 Veja os Norillga. Por mais que eles tenham começado essa guerra que já perdura por mais de uma década, não é patético que quatro civilizações galácticas não consigam conter um único inimigo?

 Ademais, poderíamos contar com eles caso algo como a Revolta Iribot ocorra novamente? Eu lhes digo, não! Se eles, juntos, não conseguem nem mesmo se defender de um inimigo reconhecidamente inferior, de que valeriam contra uma grande ameaça? Mesmo leviatãs espaciais, como o Dragonete do Éter que a Strike Force Hydra derrotou sozinha, vagueiam livres por seus territórios, conforme atestamos através da Rede Sentinela.

 Não! Somente a Tecnocracia Terrana pode enfrentar ameaças à galáxia. E a maior ameaça à galáxia, agora, é a Entente! Devemos enfrentá-los, devemos colocá-los sob nossa ordem, para trazermos paz à galáxia.”

 Apesar do discurso enfático, houve que se opusesse aos planos do Diretor-Geral.

 - A maior das facções, a Confiança na Igualdade Alienígena, apesar de discordar dos métodos, considerou que seria benéfico para a Tecnocracia a integração dos membros da Entente;

 - A Associação dos Tecnologistas apoiou a proposta por entender que a conquista possibilitaria maiores avanços e acesso a bens necessários à Tecnocracia;

 - A Marcha dos Bravos obviamente apoiou seu líder, devido à sua inclinação militar e as glórias que a guerra traria;

 - O Conclave da Fé e dos Valores, entretanto, rejeitou de todas as formas a proposta, considerando ser contra sua fé integrar mais hereges à nossa civilização;

 - A Liga de Prontidão Defensiva, sendo contrária à multitude cultural e a guerras agressivas, votou contra;

 - O Partido de Emancipação Galáctica dividiu-se, parte foi contrária à interferência em outras civilizações, mas a maioria apoiou a proposta porque considerou que assim as outras civilizações poderiam usufruir as benesses que a Tecnocracia possui;

 - A Coalizão da Unidade Nacional rejeitou totalmente a proposta de uma nova guerra;

 - O Movimento da Unidade Imperial considerou que nossa posição como senhores da galáxia deve ser assegurada, apoiando a proposta;

 - O Bloco de Superioridade Terrana, apesar de rejeitar novas integrações alienígenas, apoiou pela mesma razão, de que devemos governar a galáxia.

 Apesar das discussões acaloradas e de diversas cisões internas, o ano de 2450 iniciou com o resultado de 338 votos favoráveis e 187 contrários. Assim, com 64.38% de apoio, a Tecnocracia Terrana novamente à guerra.

 A galáxia está novamente dividida. Desta vez, porém, será a nossa vontade a prevalecer.

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Até que enfim. Rumo à conquista total.

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Contos do Espaço Profundo

Capítulo CXXXV
Despertar

 Para retomar nossos antigos sistemas, também é declarada guerra ao Governo de Durascadon. Mesmo com a Liga de Comércio Triech apoiando os rebeldes, a Diretoria acredita na força de nossas frotas e não vê perigo em termos mais um inimigo.

 Duas frotas a Entente são avistadas em Muphrid, vindas dos territórios ocupados dos Norillga. A base resistiria por alguns dias, mas acabaríamos perdendo o sistema. Isso, até ele ser retomado, meses mais tarde.

 E em Rak’Thalak’Nak, a primeira batalha real dessa guerra, com o encontro com 24 naves da Entente. Mas a Strike Force Cyclops não teria problemas em derrotar esse inimigo.

 Konada, no sistema Irriamun, e Durascadon Prime são nossos primeiros alvos. O General Zax concluiria a reconquista em pouco mais de duas semanas, mas o General Jhulaad, enfrentando uma resistência maior, levaria quase dois meses para eliminar as forças de defesa.

 Um comunicado intrigante foi recebido dos Precursores Birnathi. Identificando-se, agora, como Mediadores Birnathi, eles clamaram às demais espécies da galáxia que nos uníssemos contra uma ameaça misteriosa.

 Criando o que chamaram de Liga de Defesa Galáctica, eles não deram sinais claro que que ameaça estão falando, dizendo apenas que se trata de algo que pode destruir toda a galáxia.

 Por que uma civilização tão antiga clamaria por aliados? Que ameaça é essa, tão misteriosa? Será que eles consideram que nós somos uma ameaça? Se sim, por que estenderiam o convite a nós?

 Com tantos mistérios, a Tecnocracia Terrana recusou a oferta de aliança. Se há alguma nova ameaça à galáxia surgindo, nós a defenderemos, como já o fizemos antes.

 Logo após nossa recusa, os Mediadores fecharam suas fronteiras para nós, o que torna tudo ainda mais intrigante…

 Com Durascadon sendo retomado, nosso alvo agora é retomar Cavzek, sob controle da Grande Hierarquia Cevanti.

 Além da República Interplanetária Sidimatus. Mesmo sendo um “protetorado” do Estado Gorf, eles rejeitaram se unir à guerra. Então, a guerra irá até eles. Apenas sob nossa proteção eles terão alguma chance contra essa nova ameaça citada pelos Birnathi.

 Nossos exércitos continuam avançando, logo após nossas frotas limparem os sistemas de naves inimigas. Em Cavzek, Lost Encampment; em Eurav Wass, Valdus, são os novos alvos de invasão.

 Com apenas a Consciência Norillga e os Antigos Impérios neutros, a Tecnocracia se encontra em guerra contra o restante da galáxia.

 Um ano de guerra trouxe quase quarenta sistemas estelares e cinco planetas habitados para o controle da Tecnocracia, mas ainda está longe – muito longe – de acabar.

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Pois é, a crise final da galáxia é você mesmo. kkkkkk

Ficou estranho, no início do capítulo, você usando futuro do pretérito para o texto.

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Usei? :thinking: :sweat_smile:
Sobre crises… Novidade teremos… :grin:

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Aqui ó! kkk
E veremos se essa novidade será boa ou igual a político.

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