[ST] Contos do Espaço Profundo

Depende, @Richardlh… A priori tem a crise de fim de jogo, e o q mais eu inventar de fazer… Se bem q a administração dessa “planetaiada” toda dá um desânimo :sweat_smile:

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Tua acha que virá uma crise ainda? Eu penso que se for o caso, só uma dominação total para manter a AAR, se não acha uma justificativa para terminá-la.

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A Revolta das Máquinas é uma cadeia de eventos… Tem a End-Game Crisis ainda, sim… E, já que tive a Revolta, tô torcendo pra sair a Contingência :grin:

Já que eu tô nesse AAR “infinito”, vamos até o fim agora :sweat_smile:
Mas vou tentar colocar um pouco mais de… “ação”…

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Stellaris

Contos do Espaço Profundo

Capítulo CXXXIV
Facções Divididas

 O restante de 2448 e todo o ano de 2449 foram dedicados exclusivamente à reconstrução dos planetas antes dominados pelos Iribot, ao fortalecimento da economia e à reimplementação dos setores administrativos através do território terrano.

 Mesmo assim, alguns acontecimentos podem ser destacados nesse período:

 O Departamento de Física estabeleceu novos sistemas de refrigeradores instantâneos para nossas armas energéticas, e o Departamento de Engenharia desenvolveu novos avanços nos carregadores de armas cinéticas, possibilitando maiores taxas de disparos dessas armas.

 A Strike Force Hydra, sob comando do Almirante Muhammad Nadir, encontrou um colossal Dragonete do Éter no sistema, antes inacessível, de Fouahiri.

 Apesar de enfrentar o leviatã espacial sozinha, graças aos avanços das últimas décadas nossa frota de ataque foi capaz de destruir essa ameaça, com a perda de apenas dois Destróieres durante a batalha.

 O Almirante Muhammad foi aclamado pela Diretoria, recebendo o título de “Caçador de Dragões”, bem como todos os demais membros da SF Hydra.

 A cabeça do Dragonete foi recuperada e preservada como um troféu, como símbolo do que nossa união pode realizar quando focamos em um objetivo.

 O final de 2449 foi, entretanto, marcado por uma cisão entre as facções políticas da Tecnocracia.

 O Diretor-Geral Mosi Gowan levou à Diretoria os planos de uma longa e custosa campanha militar contra a Entente Cevanti. Disse o Diretor, em seu pronunciamento final:

 “Há quantos anos temos suportado os insultos e as ameaças dessas civilizações? Sua união os tornou arrogantes, confiando em números para ameaçar outros.

 Veja os Norillga. Por mais que eles tenham começado essa guerra que já perdura por mais de uma década, não é patético que quatro civilizações galácticas não consigam conter um único inimigo?

 Ademais, poderíamos contar com eles caso algo como a Revolta Iribot ocorra novamente? Eu lhes digo, não! Se eles, juntos, não conseguem nem mesmo se defender de um inimigo reconhecidamente inferior, de que valeriam contra uma grande ameaça? Mesmo leviatãs espaciais, como o Dragonete do Éter que a Strike Force Hydra derrotou sozinha, vagueiam livres por seus territórios, conforme atestamos através da Rede Sentinela.

 Não! Somente a Tecnocracia Terrana pode enfrentar ameaças à galáxia. E a maior ameaça à galáxia, agora, é a Entente! Devemos enfrentá-los, devemos colocá-los sob nossa ordem, para trazermos paz à galáxia.”

 Apesar do discurso enfático, houve que se opusesse aos planos do Diretor-Geral.

 - A maior das facções, a Confiança na Igualdade Alienígena, apesar de discordar dos métodos, considerou que seria benéfico para a Tecnocracia a integração dos membros da Entente;

 - A Associação dos Tecnologistas apoiou a proposta por entender que a conquista possibilitaria maiores avanços e acesso a bens necessários à Tecnocracia;

 - A Marcha dos Bravos obviamente apoiou seu líder, devido à sua inclinação militar e as glórias que a guerra traria;

 - O Conclave da Fé e dos Valores, entretanto, rejeitou de todas as formas a proposta, considerando ser contra sua fé integrar mais hereges à nossa civilização;

 - A Liga de Prontidão Defensiva, sendo contrária à multitude cultural e a guerras agressivas, votou contra;

 - O Partido de Emancipação Galáctica dividiu-se, parte foi contrária à interferência em outras civilizações, mas a maioria apoiou a proposta porque considerou que assim as outras civilizações poderiam usufruir as benesses que a Tecnocracia possui;

 - A Coalizão da Unidade Nacional rejeitou totalmente a proposta de uma nova guerra;

 - O Movimento da Unidade Imperial considerou que nossa posição como senhores da galáxia deve ser assegurada, apoiando a proposta;

 - O Bloco de Superioridade Terrana, apesar de rejeitar novas integrações alienígenas, apoiou pela mesma razão, de que devemos governar a galáxia.

 Apesar das discussões acaloradas e de diversas cisões internas, o ano de 2450 iniciou com o resultado de 338 votos favoráveis e 187 contrários. Assim, com 64.38% de apoio, a Tecnocracia Terrana novamente à guerra.

 A galáxia está novamente dividida. Desta vez, porém, será a nossa vontade a prevalecer.

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Até que enfim. Rumo à conquista total.

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Stellaris

Contos do Espaço Profundo

Capítulo CXXXV
Despertar

 Para retomar nossos antigos sistemas, também é declarada guerra ao Governo de Durascadon. Mesmo com a Liga de Comércio Triech apoiando os rebeldes, a Diretoria acredita na força de nossas frotas e não vê perigo em termos mais um inimigo.

 Duas frotas a Entente são avistadas em Muphrid, vindas dos territórios ocupados dos Norillga. A base resistiria por alguns dias, mas acabaríamos perdendo o sistema. Isso, até ele ser retomado, meses mais tarde.

 E em Rak’Thalak’Nak, a primeira batalha real dessa guerra, com o encontro com 24 naves da Entente. Mas a Strike Force Cyclops não teria problemas em derrotar esse inimigo.

 Konada, no sistema Irriamun, e Durascadon Prime são nossos primeiros alvos. O General Zax concluiria a reconquista em pouco mais de duas semanas, mas o General Jhulaad, enfrentando uma resistência maior, levaria quase dois meses para eliminar as forças de defesa.

 Um comunicado intrigante foi recebido dos Precursores Birnathi. Identificando-se, agora, como Mediadores Birnathi, eles clamaram às demais espécies da galáxia que nos uníssemos contra uma ameaça misteriosa.

 Criando o que chamaram de Liga de Defesa Galáctica, eles não deram sinais claro que que ameaça estão falando, dizendo apenas que se trata de algo que pode destruir toda a galáxia.

 Por que uma civilização tão antiga clamaria por aliados? Que ameaça é essa, tão misteriosa? Será que eles consideram que nós somos uma ameaça? Se sim, por que estenderiam o convite a nós?

 Com tantos mistérios, a Tecnocracia Terrana recusou a oferta de aliança. Se há alguma nova ameaça à galáxia surgindo, nós a defenderemos, como já o fizemos antes.

 Logo após nossa recusa, os Mediadores fecharam suas fronteiras para nós, o que torna tudo ainda mais intrigante…

 Com Durascadon sendo retomado, nosso alvo agora é retomar Cavzek, sob controle da Grande Hierarquia Cevanti.

 Além da República Interplanetária Sidimatus. Mesmo sendo um “protetorado” do Estado Gorf, eles rejeitaram se unir à guerra. Então, a guerra irá até eles. Apenas sob nossa proteção eles terão alguma chance contra essa nova ameaça citada pelos Birnathi.

 Nossos exércitos continuam avançando, logo após nossas frotas limparem os sistemas de naves inimigas. Em Cavzek, Lost Encampment; em Eurav Wass, Valdus, são os novos alvos de invasão.

 Com apenas a Consciência Norillga e os Antigos Impérios neutros, a Tecnocracia se encontra em guerra contra o restante da galáxia.

 Um ano de guerra trouxe quase quarenta sistemas estelares e cinco planetas habitados para o controle da Tecnocracia, mas ainda está longe – muito longe – de acabar.

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Pois é, a crise final da galáxia é você mesmo. kkkkkk

Ficou estranho, no início do capítulo, você usando futuro do pretérito para o texto.

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Usei? :thinking: :sweat_smile:
Sobre crises… Novidade teremos… :grin:

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Aqui ó! kkk
E veremos se essa novidade será boa ou igual a político.

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Ah, é, foi mesmo :sweat_smile:
(q minha namorada não veja essa minha “ignorância” q eu acabaria apanhando - ela cursa Letras :grimacing:)

:rofl:
Digamos… média? :face_with_hand_over_mouth:

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Stellaris

Contos do Espaço Profundo

Capítulo CXXXVI
O Sinal Fantasma

 O processo de conquista dos planetas inimigos continua, com o General Zax comandando a invasão de Darmug’s Frontier, no sistema Firam.

 Com a Entente Cevanti sendo pressionada cada vez mais pelo avanço da Tecnocracia, eles acabam por aceitar a paz oferta pela Consciência Norillga. Não fosse nosso auxílio, dificilmente os Norillga teriam alcançado a vitória, mas o fato é que agora a Entente deverá se concentrar em atacar a Tecnocracia, não que seja algo realmente preocupante.

 O General Jhulaad continua com o processo de conquista de planetas inimigos, sendo Thrus-Ythoruum, no sistema Uxplorix, seu próximo alvo.

 Enquanto a guerra se desenrola, um sinal de origem desconhecida foi detectado. Nossos cientistas tentaram rastrear a origem do sinal que se espalha por toda a galáxia, mas todas as tentativas se mostraram infrutíferas.

 Apesar de aparentemente o sinal ser apenas um “ruído de fundo” em alguns canais de comunicação MRQL, sua origem desconhecida intriga toda a comunidade científica.

 Mesmo não havendo sido nomeado oficialmente, esse ruído de fundo foi batizado de “Sinal Fantasma” por alguns setores da mídia terrana.

 O General Zax comanda a invasão de Rak’Thalak’Nak, antigo planeta natal da espécie de mesmo nome. Durante a conquista do planeta, o General acabou ferido em um confronto com forças defensoras, e em seu lugar assumiu o General Stalk of Black, que comandou a conquista de Goz, no sistema Oshimir.

 Meses após um dos robôs trabalhadores de Durascadon Prime desaparecer, ele foi encontrado pelas forças de segurança do planeta.

 Extremamente hostil, o robô reagiu à abordagem e revidou. O combate que se seguiu acabou ocasionando um grande incêndio que consumiu três quarteirões do distrito, além de causar a morte de duas dezenas de oficiais e de quase mil civis, até o robô ser finalmente destruído.

 Finalmente as quatro alas de pesquisa do Nexo Científico foram concluídas. Enquanto cientistas são enviados para iniciar as operações, uma nova expansão já é iniciada, para ampliar as alas e adicionar quatro seções de laboratórios ao Nexo.

 Nossos exércitos continuam o avanço sobre os planetas inimigos. O General Stalk of Black comandou as conquistas de Hishix, também no sistema Oshimar, e Goxesh, no sistema Kenn Hijal, enquanto o General Jhulaad teve sucesso na invasão de Uxplorix III. Apesar de nossas forças superiores, temos sofrido várias baixas a cada invasão, e novas tropas têm sido treinadas de forma constante em muitos planetas da Tecnocracia.

 O dia 20 de Abril de 2452 fica marcado na história da Tecnocracia Terrana pois marca o centenário da “adoção” de nossa mascote espacial, Nova.

 Símbolo do espírito terrano desde que foi encontrada, abandonada, ainda um pequeno filhote, Nova demonstrou mais de uma vez sua lealdade com seus benfeitores, sendo decisiva na defesa de muitas vidas terranas em batalhas contra piratas espaciais e outros inimigos.

 Agora uma Ameba Espacial centenária, Nova atingiu o tamanho de um Encouraçado militar – e é tão poderosa quanto! Que nossa aliada – e amiga – ainda possa viver muitos anos entre nós e continuar a incentivar todos em busca de algo mais.

 Recuperado de seu ferimento de batalha, o General Zax recebe uma nova missão: comandar a III Frota de Transporte do Exército Terrano.

 Criada como forma de agilizar os esforços de conquista dos planetas inimigos, e composta majoritariamente por soldados clônicos, o novo exército é tão numeroso e poderoso quanto os demais. Mas essa nova adição não cessa o treinamento de mais soldados, necessários para reforçar os mortos nos combates que se seguirão.

 Durascadon Prime é alvo de um novo problema envolvendo trabalhadores robóticos.

 Desta vez, um grupo de trabalho de robôs condutores foi descoberto desviando materiais de construção e construindo uma nave espacial em um hangar abandonado.

 Embora não tenham reagido agressivamente, as tentativas de análise de seus núcleos de memória não se mostraram possíveis, pois foram “apagados” antes de serem desativados.

 O que tem ocorrido em Durascadon Prime? Por que vários de nossos robôs no planeta têm apresentado esses comportamentos estranhos? Toda a Diretoria se debruças sobre essas questões, com a recente Revolta Iribot ainda fresca na mente de todos…

 O General Stalk of Black realiza mais uma missão, desta vez no sistema Baesta. Contra poucas defesas, o General não tem muita dificuldade em conquista Yitar’s Bulwark, um Habitat orbital especializado na produção de bens de consumo.

 Mas a guerra continua imprevisível, apesar da superioridade terrana. Antes que pudessem ser impedidos, exércitos da Liga de Comércio Triech conseguem derrotar as forças de defesa de Ranction I, causando a morte de diversos civis no processo. A Reserve Force foi deslocada para retomar o sistema o mais rápido possível.

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Stellaris

Contos do Espaço Profundo

Capítulo CXXXVII
Robôs no Centro do Infinito

 Com o grande número de problemas envolvendo a população robótica da Tecnocracia, a Diretoria toma uma medida drástica.

 Com o seu número alcançando mais de 638 bilhões de indivíduos, ou 17.5% da população da Tecnocracia, os robôs já são parte integrante da sociedade terrana em praticamente todos os planetas.

 Porém, os contínuos casos de mau-funcionamento e ações inesperadas, e a incapacidade de nossos cientistas e técnicos encontrarem uma causa para esses acontecimentos, o Diretor-Geral Mosi Gowan ordena a imediata desativação de todas as Fábricas de Montagem de Robôs da Tecnocracia.

 Enquanto não for descoberta a causa para o comportamento errático de vários dos robôs, nenhuma nova unidade deverá ser construída.

 A conquista de planetas inimigos prossegue, em três meses nossos exércitos ocuparam nada menos que cinco, aproximando a Tecnocracia de seu centésimo planeta habitado.

 Avanços na miniaturização de pré-incendiadores de cargas de foguetes alcançados pelo Departamento de Engenharia tonaram mais eficaz o processo de recarga dessas armas explosivas.

 Mais um planeta inimigo, Caldan’s Fist, no sistema Hadar, é ocupado pelas forças do General Zax. É o centésimo planeta habitado da Tecnocracia.

 Ao chegar no sistema Gargantua, além do buraco-negro supermassivo esperado, a Strike Force Titan encontrou algo mais.

 Na margem do horizonte de eventos do buraco negro, uma gigantesca construção, maior que um planeta. Uma esfera perfeita e artificial.

 Nenhum dado pode ser coletado, mesmo com todos os sensores da frota. Quem construiu, ou qual a razão de sua construção, são um mistério que nossos cientistas terão que se debruçar nos próximos anos…

 A ISS Wanderer se aproxima do buraco de minhoca encontrado no sistema Saldar. Após a análise inicial, uma sonda foi enviada. Após a espera, o sinal da sonda começou a ser captado novamente, do outro lado da galáxia, no sistema Stratal.

 A preocupação da Diretoria com relação ao comportamento estranho de alguns robôs se mostrou fundada.

 Relatos de robôs desaparecidos tornaram-se lugar comum entre as forças de segurança dos planetas, chegando à casa dos milhões em toda a Tecnocracia Terrana.

 Não apenas isso, mas o número de ações violentas também teve um aumento de mais de 1000% nos últimos meses. Mesmo casos de grupos de robôs tentando roubar ou sequestrar naves espaciais começaram a ser relatados. Muitos obtiveram sucesso, e acabaram impossíveis de rastrear através do espaço.

 Quando impedidos, as informações obtidas desses robôs apenas apontam que eles estão sendo “convocados”, mas pouco mais que isso foi conseguido antes que eles auto deletassem seus bancos de memória.

 Será que estamos no liminar de uma nova revolta das máquinas?

 No sistema Ridathi, a lua Ridathi IIa foi encontrada sob monitoramento de um Posto de Observação. Analisando os dados coletados, descobrimos que uma civilização chamada Urzo habita o planeta, com nível tecnológico aproximado da Renascença terrana.

 Adotando o procedimento padrão para esses casos, os cientistas que assumiram o controle do posto iniciaram o processo de Iluminismo dos habitantes.

 Uma descoberta surpreendente aguardava nossas frotas no sistema Eroabroria: uma gigantesca megaestrutura semidestruída.

 Após dias de análise, os dados ainda recuperáveis demonstraram que esse local era um antiquíssimo Centro de Coordenação Estratégica, basicamente um centro de comando militar capaz de coordenar muito mais naves do que nossa capacidade atual.

 A reconstrução do Centro foi definida como prioridade pela Diretoria, a ser realizada logo após o fim da construção do Nexo Científico.

 Novos currículos para a formação de equipes de apoio e oficiais foram desenvolvidos pelo Departamento de Sociedade, possibilitando maior eficiência na execução de ordens dentro de nossas frotas.

 Mais um planeta, Rossel, no sistema Durbatur, é conquistado pelo exército do General Jhulaad.

 Além da misteriosa esfera, Gargantua também guarda outro segredo, um buraco de minhoca.

 Todos os procedimentos padrão foram executados pela ISS Wanderer nessa maravilha da natureza, descobrindo-se que o buraco de minhoca liga Gargantua e o sistema Velt, próximo ao território dos Norillga.

 Um segundo planeta habitado por uma população nativa é descoberto, no sistema Ispyria.

 Entretanto, os Keerim, habitantes de Ispyria IV, foram catalogados pelos Tumbator como uma espécie altamente xenófoba. Dessa forma, o procedimento padrão de Iluminismo foi descartado e um novo protocolo estabelecido.

 Através de um meticuloso processo de infiltração e difusão de conceitos favoráveis à sua assimilação, nossos cientistas pretendem doutrinar os Keerim a pensarem como os terranos, esperando que abandonem sua índole xenófoba.

 O Departamento de Física também alcançou avanços, melhorando ainda mais os sistemas de foco de nossas armas energéticas.

 Quase simultaneamente, nossos três exércitos realizam a conquista de mais três planetas, incluindo Ranction I, nosso planeta que havia sido perdido há cerca de dois anos atrás.

 A guerra completa apenas quatro anos, mas a superioridade terrana, se ainda havia alguma dúvida, é evidente. Com nossas frotas de ataque e de transporte atuando individualmente, toda a oposição da Entente e dos Triech tem se mostrado infrutífera.

 Ainda que a Tecnocracia venha sofrendo elevadas baixas no Exército, devido à resistência dos planetas inimigos, no espaço foram poucas as naves seriamente danificadas, e menos ainda as destruídas, nos confrontos com as pequenas frotas inimigas.

 Os números falam por si, pois nesses quatro anos os sistemas sob controle terrano passaram de 357 para nada menos que 572, e os planetas habitados saltaram de 82 para 107, além do aumento de mais de 700 bilhões de habitantes, chegando próximo dos 3 trilhões e 900 bilhões no total.

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Manipulação em massa! Viva a democracia e ao iluminismo…

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General Zax é um baita nome legal.

Por isso que não escondo meus intentos ditatoriais… :face_with_hand_over_mouth:

Agora você entendeu o porquê que não gosto dos grandes impérios em CK ou das grandes expansões nos TW. Num Stellaris deve ser um caos total, Deus me livre…

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Se aqui na Terra funciona…

Eu andei pensando seriamente em ativar o gerenciamento pela AI… mas tive pena da minha economia :sweat_smile:

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Se algum dia eu jogar Stellaris ou algo similar eu vou tentar reproduzir o Império Terráqueo de Star Trek.

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Stellaris

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Capítulo CXXXVIII
Entre Convocações, Piratas e Tradições

 Os estudos sobre o chamado “Sinal Fantasma” acabaram por trazer à tona uma descoberta preocupante: o padrão e energia por ele transmitido se assemelha demasiado ao encontrado nos cérebros positrônicos de nossos robôs.

 Essa descoberta, mais os recentes incidentes envolvendo a população robótica da galáxia, nos fazem chegar à conclusão de que o sinal é diretamente responsável pelos comportamentos incomuns de milhões de indivíduos.

 Embora não seja toda a população robótica a ser afetada, entre os que o são a principal ocorrência é o roubo e sequestro de naves espaciais. Segundo os dados apurados, já são alguns milhões o número de robôs que se deslocam pelo espaço chamados por esse “Sinal Fantasma”.

 O que acontecerá quando chegarem ao seu destino?

 Em quatro meses, nossos exércitos conquistaram nada menos que cinco planetas de nossos inimigos. Roddle’s Ruby, Inathon, Bonath, Uldrugg e o mais populoso (e defendido), Firren.

 A descoberta de meios mais eficazes de criar e utilizar a poderosa antimatéria, levada a cabo pelo Departamento de Física, possibilitou a criação de novos reatores avançados, capazes de gerar muito mais energia utilizando um espaço menor de nossas naves.

 Nossos agentes infiltrados em meio à sociedade Keerim reportaram um aumento massivo na militarização dos diversos países que dividem o planeta. Isso é um sinal claro de que sua missão foi um sucesso e, com isso, sua integração com a sociedade terrana será facilitada pela convergência de idéias.

 Portanto, foi ordenado ao comando do Posto de Observação iniciar a diretriz de Iluminismo Tecnológico da sociedade renascentista Keerim. Com centenas de agentes já infiltrados, acreditamos que esse processo seguirá sem muitos contratempos.

 A contínua análise da misteriosa esfera encontrada em Gargantua trouxe resultados. Um pulso rítmico de ondas de rádio, direcionados ao massivo buraco negro, é a prova de que não se trata de um corpo inerte. A missão de nossos cientistas agora será tentar utilizar essas ondas como forma de comunicação com a esfera.

 Um ataque inesperado ao sistema Norberg surpreendeu nossas forças militares. Uma frota dos Saqueadores do Vácuo Rethellianos atacou a base espacial no sistema. Imediatamente nossa frota mais próxima, a Strike Force Wyvern, foi deslocada para debelar esse ataque covarde.

 Como esperado, a frota saqueadora foi dizimada sem maiores dificuldades. Um aviso foi enviado aos Rethellianos, para que não tentem nada parecido novamente.

 Os últimos meses foram intensos para nossos exércitos. Sendo Jem-Fhengoorem o último planeta a cair para nossos soldados, outros cinco também foram conquistados nesse período: Tagbash Vugg, Seragoggh, Shondana’s Saphire, Jem-Kaquused e Vaga Pash.

 Apesar da recente contínua campanha militar, o Diretor-Geral Mosi Gowan não deixa de lado outras formas de fortalecer a Tecnocracia Terrana.

 Não bastasse o preocupante “despertar” dos Mediadores Birnathi e o misterioso êxodo robótico, agora com certeza ligado ao chamado “sinal fantasma”, o ataque dos saqueadores Rethellianos é outro ponto a exigir atenção.

 O Diretor-Geral, em um pronunciamento inesperado, defendeu a “união das civilizações galácticas amigas em prol de uma defesa mútua contra os inimigos que espreitam a galáxia”, deixando claro que “aos que desejarem, a Tecnocracia Terrana estenderá a mão da amizade e da atuação conjunta pelo progresso de nossas sociedades”.

 Inesperado, mas parece ter agradado alguns setores da política terrana…

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Agora parece que a engrenagem roda.

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Stellaris

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Capítulo CXXXIX
A Contingência

 Um aumento massivo na intensidade do chamado Sinal Fantasma foi detectado. Acreditamos significar que ao menos um dos robôs fugitivos conseguiu alcançar a fonte do sinal.

 Fragmentos de um sinal transmitivo foram recuperados do Sinal Fantasma. O significado do que pudemos decodificar é preocupante, falando sobre assimilação de sintéticos, “infestação de orgânicos” e esterilização galáctica.

 Todos os cientistas estão empenhados em descobrir a localização exata do sinal.

 Enquanto isso, a conquista dos planetas da Entente continua, com dois planetas sendo ocupados, Roddie’s Ruby e Chiblosch.

 O súbito aumento da força do Sinal Fantasma começou a afetar nossos sistemas de Inteligência Artificial. Nossa população robótica, que não havia apresentado desvios de comportamento ainda, começou a acusar defeitos diversos, desde atividades erráticas e falhas na execução de tarefas simples, até momentos de “apagão” completo. Toda a produção realizada por indivíduos sintéticos está seriamente comprometida devido a esses problemas.

 Mas o mais preocupante são os problemas apresentados pelos computadores de combate sapientes de nossas naves militares. Sua velocidade de processamento caiu a níveis comparáveis a computadores de um século atrás. Falhas na detecção de outras naves, erros grosseiros nos sistemas de mira automatizada e uma enorme queda na eficiência geral de disparos foram relatados por todas as naves equipadas com esses computadores.

 Todas as tentativas de nossos cientistas de reverter esses problemas se mostraram infrutíferas, ao ponto de a única recomendação feita para “solucionar” o problema ser a instalação de sistemas computadorizados de tecnologia tradicional.

 Finalmente conseguimos triangular a posição exata do Sinal Fantasma, em um sistema antes desabitado nas cercanias da Continuidade Zenak, Chatiib.

 Não apenas isso, detectamos que um dos planetas do sistema subitamente transformou-se em uma espécie de “fábrica planetária”, e mais de uma centena de naves emergiram dele.

 A situação tem se tornado cada vez mais preocupante.

 Com sua localização descoberta, tentamos contactá-los através de todas as freqüências possíveis, até que obtivemos resposta. Não uma boa resposta.

 O primeiro contado foi um loop de transmissão de um protocolo de análise. Sobre nós. Nos designando como “vermes” e com uma diretiva sobre “expurgo”.

 Insistimos na comunicação. Apenas descobrimos que essa civilização sintética se autodenomina “Contingência”, tendo sido criada para evitar uma tal “Singularidade Classe-30”, capaz de destruir todo o universo. Que aparentemente nós, seres orgânicos, podemos desencadear.

 O Sinal Fantasma seria um chamariz para sintéticos com cérebros positrônicos serem “persuadidos” a ativar manualmente a reativação da Contingência. Após isso, foram integrados como tropas de ataque.

 Tentativas de desativação através de contexto paradoxal – que funcionaram contra os Iribot – foram totalmente ignorados pela Inteligência Artificial da Contingência. Sua única diretiva os compele a interromper a Singularidade Classe-30. Expurgando todos os seres orgânicos da galáxia.

 Após isso, novas tentativas de comunicação foram rejeitadas.

 O resultado do contato caiu como uma bomba de antimatéria na Diretoria.

 Sem dúvida essa “Contingência” precisa ser detida. Mas com uma guerra com metade da galáxia em curso, nossos principais membros discutem os próximos passos que devemos adotar.

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 Quatro propostas foram apresentadas e colocadas para votação pela Diretoria:

 O Diretor-Geral Mosi Gowon está inclinado s seguir sua proposta de manter a guerra com a Entente enquanto ataca a Contingência.

 O Almirante Muhammad Nadir requereu que fosse feita paz com a Entente antes do enfrentamento.

 O General Zax insiste que sigamos com a guerra até a rendição da Entente, e só após enfrentemos a Contingência.

 O Cientista-Chefe Jhutleeg apresentou a proposta de fazemos paz imediatamente com a Entente, recuarmos nossas frotas para a substituição dos sistemas computadorizados e só então atacarmos a Contingência.

 As propostas foram colocadas em votação.
  • Apoiar o Diretor-Geral Mosi Gowon
  • Apoiar o Almirante Muhammad Nadir
  • Apoiar o General Zax
  • Apoiar o Cientista-Chefe Jhutleeg

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