Táticas de Batalhas e Estratégia

[center]Alguém sabe algum site ou tem imagens de táticas da segunda guerra mundial ?
ou sabe alguma que é pouco famosa ?
não achei nada do gênero
[/align]

Blitzkrieg ué. Depois, olha no HoI3 os planos de batalhas dos países. Pode dar uma boa ideia do que procurar. :wink:

Er… ele disse pouco conhecida…

Li na pressa, ok? xD

huehehue foi exatamente os planos do Hoi que fizeram eu criar esse tópico,aah,alguém sabe o que [e operação ou tática thunder ?

Bem,desconheco uma operacao thunder mas conheco a operacao rolling thunder que foi uma serie de bombardeios lancados pelos EUA contra o Vietnam do norte,que por sinal nao deram muito certo.

areamilitar.net/

Este site tem fotos e estratégias utilizadas em várias batalhas da Segunda Guerra e em outras guerras também.

Acredito que o post em questão tem uma abrangência maior, sendo que seria possível usarmos o mesmo para postarmos táticas e estratégias usadas ao longo de toda a história militar, e não apenas da segunda guerra mundial.

Tópico antigo,mas para recorde,a tática thunder e a bliztkrieg,tanques rolando e aviões bombardeando

Tópico antigo, mas com potencial para se tornar um grande tópico, afinal de contas, o tema dele nos permite um debate bem mais amplo. Táticas antigas, medievais, modernas e contemporâneas seriam conveniente discutidas aqui, uma coisa que me lembrei recentemente foi a batalha de Canas, quando Aníbal Barca destruiu um exército romano superior ao dele próprio em número e qualidade das tropas, as táticas dessa batalha em si ainda hoje são estudadas em diversas academias militares pelo mundo.

Essa pra mim foi uma das batalhas mais mortais da historia, foram mais de 70 mil mortos, pouco? pode até parecer nos dia de hoje com bombardeios e armas de fogo com repetição.

Mas leve em conta que essas 70 mil mortes foram todas com armas cortantes, em combates corpo a corpo, foi um dia todo de luta. Imaginem a exaustão dos soldados, o psicológico dos mesmos.

Bom gostei desta idéia jord,então,ai vai…

Estratégia militar é uma designação abrangente para o planejamento de atuação em uma guerra. Deriva do grego estratego, a estratégia era vista como a arte do general, Carl von Clausewitz, define estratégia militar como o emprego de batalhas para obter o fim da Guerra.

Estratégias militares se baseiam em um tripé: a preparação das táticas militares, a aplicação dos planos no campo de batalha e a logística envolvida na manutenção do exército.

Fundamentos
“Não repita as táticas as quais o levaram a ganhar uma batalha, mas deixe seus métodos preparados para uma infinita variedade de circunstâncias.”
— Sun Tzu

A Estratégia e tática militar estão lidam com: a distância, tempo e força. A estratégia é empregada em larga escala enquanto a tática atua em pequena escala.

Originalmente a estratégia era entendida como a organização do prelúdio para a batalha enquanto a tática controlava a sua execução, nas guerras mundiais do século 20, a distinção entre manobra e batalha, estratégia e tática tornaram-se obscuras. Táticas que se originaram da tropa de cavalaria poderia ser aplicada para uma divisão panzer.

A Estratégia lida com problemas militares, antigamente um rei ou líder político eram freqüentemente também o líder militar, mas com a necessidade de profissionalização do exército aumentando, a distância entre os políticos e militares começaram a aparecer, decidindo-se assim que a separação destas duas funções dentro de um modelo de Estado era necessária.

Como o estadista Francês Georges Clemenceau disse:
“A guerra é um negócio muito importante para ser deixada para os soldados.”

A Estratégia em uma escala de conflito mundial engloba o gerenciamento dos recursos de uma nação inteira para a condução de uma guerra. No ambiente da grande estratégia, o componente militar é grandemente reduzido para estratégia operacional – o planejamento e controle de grandes unidades militares tais como tropa e divisões. Com o aumento em tamanho e número dos exércitos e melhoramento da tecnologia de controle e comunicação, a diferença entre estratégia militar e a grande estratégia diminuiu.

Os fundamentos para a grande estratégia é a diplomacia através da qual a nação deve forjar alianças ou pressionar outras nações a ceder, desta forma alcançando a vitória sem a necessidade do combate.

Outro elemento da grande estratégia é o gerenciamento da paz no pós-guerra. Como Clausewitz estabeleceu, uma estratégia militar de sucesso deve ser um meio para um fim, mas ela não é um fim em si mesmo. Há numerosos exemplos na história onde a vitória no campo de batalha não se traduziu em uma paz de longa duração e segurança.

Estratégia e tática devem constantemente estar desenvolvendo-se em resposta a avanços tecnológicos militares. Uma estratégia bem sucedida de uma era tende a se tornar obsoleta logo após novos desenvolvimentos em armas e materiais.

A Primeira Guerra Mundial viu as táticas Napoleônicas de ofensiva a todo custo anulada em relação ao poder defensivo da trincheira, metralhadora e barragem de artilharia. Como uma reação a sua experiência na Primeira Guerra Mundial, a França entrou na Segunda Guerra Mundial com uma doutrina puramente defensiva, encabeçada pela inexpugnável Linha Maginot, mas unicamente para ser completamente lograda pela a blitzkrieg Alemã.
Princípios
Muitos estrategistas militares tentaram resumir uma estratégia de sucesso em um conjunto de princípios. Sun Tzu definiu 13 princípios em sua A Arte da Guerra, enquanto Napoleão listou 115 máximas, já general Nathan Bedford Forrest da Guerra Civil Americana preconizava somente um: “pegue o primeiro com o maior”. Para maioria das listas atuais de princípios, inclusive o exército português, os conceitos fundamentais são:

O objetivo
Ofensiva
Cooperação
Concentração (massa)
Economia
Manobras
Surpresa
Segurança
Simplicidade

Alguns estrategistas asseguram que a aderência aos princípios fundamentais garante a vitória enquanto outros argumentam que a guerra é imprevisível e o general deve ser flexível na formulação de uma estratégia.

Helmuth von Moltke expressa a estratégia como um sistema de expediente ad hoc pelo qual o general deve atuar enquanto se encontra sob pressão. Os princípios básicos da estratégia independem das armas e tecnologias utilizadas, pode-se observar que os mesmos permanecem relativamente inalterados através das eras.

Descrição mais detalhada de princípios estratégicos:

O principio da massa – dado que todas as coisas começam iguais, enviar uma única unidade tática aliada para combater uma única unidade tática inimiga resultará em uma chance de 50% de derrota, resultando em uma razão de 1 para 1 de perda em nível estratégico. Contudo, enviar duas ou mais unidades para combater uma única unidade inimiga ira resultar em um razão de perda menor que 1 para 1.

Selecionar objetivos decisivos

Tomar a iniciativa de seu inimigo.

Concentrar suas forças em um ponto decisivo.

Economizar seus recursos pela redução dos gastos

Coordenar o movimento de seus recursos para alcançar seu objetivo.

Manter a cadeia de comando.

Coordenar suas tarefas para alcançar a máxima eficiência.

Manter segredo até que seja tarde para seu oponente reagir.

Empregar elementos inesperados tais como burla, velocidade, criatividade e audácia.

Manter seus planos tão simples quanto possível para completar sua tarefa.

Escolher estratégias flexíveis para você poder se adaptar as mudanças de condições.

Organize para maximizar a eficiência.

Mantenha a moral alta mesmo em face dos revezes.

Saiba a hora certa de atacar.

Generais em Guerra Batalha de Singapura

Dica
Creio que o ideal para qualquer estrategista a maior base é o estudo e a prática, hoje podemos praticar de várias maneiras, mas antes por que não estudar um poco? Assim segue a lista de alguns estrategistas militares para que cada um aqui faça sua pesquisa sobre e estude seus erros acertos e assim tentem entender um pouco mais dessa ciência, lista:

Sun Tzu (544 AEC – 456 AEC)
Zhuge Liang (181–234)
Niccolò Machiavelli (1469–1527)
Miyamoto Musashi (1584–1645)
Sebastien le Prestre de Vauban (1633–1707)
Alexander Suvorov (1729–1800)
Lazare Carnot (1753–1823)
Napoleão Bonaparte (1769–1821)
Carl von Clausewitz (1780–1831)
Otto von Bismarck (1815–1898)
Giulio Douhet (1869–1930)
Billy Mitchell (1879–1936)
Heinz Guderian (1888–1954)
T. E. Lawrence (1888–1935)
Erwin Rommel (1891–1944)
Mao Zedong (1893–1976)
Luís Carlos Prestes (1898–1990)
Che Guevara (1928–1967),
Friedrich von Bernhardi
Ivan Bloch
F. de Brack
C. E. Callwell
Menno van Coehoorn
John Colomb
John Boyd
Julian Corbett
Mikhail Dragomirov
Frederick II of Prussia
J. F. C. Fuller
Colmar Freiherr von der Goltz
Antoine de Jomini
John Knox Laughton
B. H. Liddell-Hart
Stephen B. Luce
Alfred Thayer Mahan
Maurice of Nassau
François-Henri de Montmorency
Ardant du Picq
Hugh Trenchard
Sigismund von Schlichting
Eduard Totleben
Vegécio
Julius von Verdy du Vernois
H. G. Wells
Garnet Wolseley
André Beaufre
Robert Stephenson Smyth Baden-Powell

Generais em Guerra A Batalha de MidwayEstratégia militar é uma designação abrangente para o planejamento de atuação em uma guerra. Deriva do grego estratego, a estratégia era vista como a arte do general, Carl von Clausewitz, define estratégia militar como o emprego de batalhas para obter o fim da Guerra.

Estratégias militares se baseiam em um tripé: a preparação das táticas militares, a aplicação dos planos no campo de batalha e a logística envolvida na manutenção do exército.

Waterloo_campaign_map.png

Fundamentos
“Não repita as táticas as quais o levaram a ganhar uma batalha, mas deixe seus métodos preparados para uma infinita variedade de circunstâncias.”
— Sun Tzu

A Estratégia e tática militar estão lidam com: a distância, tempo e força. A estratégia é empregada em larga escala enquanto a tática atua em pequena escala.

Originalmente a estratégia era entendida como a organização do prelúdio para a batalha enquanto a tática controlava a sua execução, nas guerras mundiais do século 20, a distinção entre manobra e batalha, estratégia e tática tornaram-se obscuras. Táticas que se originaram da tropa de cavalaria poderia ser aplicada para uma divisão panzer.

A Estratégia lida com problemas militares, antigamente um rei ou líder político eram freqüentemente também o líder militar, mas com a necessidade de profissionalização do exército aumentando, a distância entre os políticos e militares começaram a aparecer, decidindo-se assim que a separação destas duas funções dentro de um modelo de Estado era necessária.

Como o estadista Francês Georges Clemenceau disse:
“A guerra é um negócio muito importante para ser deixada para os soldados.”

A Estratégia em uma escala de conflito mundial engloba o gerenciamento dos recursos de uma nação inteira para a condução de uma guerra. No ambiente da grande estratégia, o componente militar é grandemente reduzido para estratégia operacional – o planejamento e controle de grandes unidades militares tais como tropa e divisões. Com o aumento em tamanho e número dos exércitos e melhoramento da tecnologia de controle e comunicação, a diferença entre estratégia militar e a grande estratégia diminuiu.

Os fundamentos para a grande estratégia é a diplomacia através da qual a nação deve forjar alianças ou pressionar outras nações a ceder, desta forma alcançando a vitória sem a necessidade do combate.

Outro elemento da grande estratégia é o gerenciamento da paz no pós-guerra. Como Clausewitz estabeleceu, uma estratégia militar de sucesso deve ser um meio para um fim, mas ela não é um fim em si mesmo. Há numerosos exemplos na história onde a vitória no campo de batalha não se traduziu em uma paz de longa duração e segurança.

Estratégia e tática devem constantemente estar desenvolvendo-se em resposta a avanços tecnológicos militares. Uma estratégia bem sucedida de uma era tende a se tornar obsoleta logo após novos desenvolvimentos em armas e materiais.

[BBvideo 640,400]http://www.youtube.com/watch?v=pzVV9-_PSls[/BBvideo]

Generais em Guerra: Stalingrado

A Primeira Guerra Mundial viu as táticas Napoleônicas de ofensiva a todo custo anulada em relação ao poder defensivo da trincheira, metralhadora e barragem de artilharia. Como uma reação a sua experiência na Primeira Guerra Mundial, a França entrou na Segunda Guerra Mundial com uma doutrina puramente defensiva, encabeçada pela inexpugnável Linha Maginot, mas unicamente para ser completamente lograda pela a blitzkrieg Alemã.
Princípios
Muitos estrategistas militares tentaram resumir uma estratégia de sucesso em um conjunto de princípios. Sun Tzu definiu 13 princípios em sua A Arte da Guerra, enquanto Napoleão listou 115 máximas, já general Nathan Bedford Forrest da Guerra Civil Americana preconizava somente um: “pegue o primeiro com o maior”. Para maioria das listas atuais de princípios, inclusive o exército português, os conceitos fundamentais são:

O objetivo
Ofensiva
Cooperação
Concentração (massa)
Economia
Manobras
Surpresa
Segurança
Simplicidade

[BBvideo 640,400]http://www.youtube.com/watch?v=glmnwJc_Blc[/BBvideo]
Generais em Guerra A Batalha de Kursk

Alguns estrategistas asseguram que a aderência aos princípios fundamentais garante a vitória enquanto outros argumentam que a guerra é imprevisível e o general deve ser flexível na formulação de uma estratégia.

Helmuth von Moltke expressa a estratégia como um sistema de expediente ad hoc pelo qual o general deve atuar enquanto se encontra sob pressão. Os princípios básicos da estratégia independem das armas e tecnologias utilizadas, pode-se observar que os mesmos permanecem relativamente inalterados através das eras.

Descrição mais detalhada de princípios estratégicos:

O principio da massa – dado que todas as coisas começam iguais, enviar uma única unidade tática aliada para combater uma única unidade tática inimiga resultará em uma chance de 50% de derrota, resultando em uma razão de 1 para 1 de perda em nível estratégico. Contudo, enviar duas ou mais unidades para combater uma única unidade inimiga ira resultar em um razão de perda menor que 1 para 1.

Selecionar objetivos decisivos

Tomar a iniciativa de seu inimigo.

Concentrar suas forças em um ponto decisivo.

Economizar seus recursos pela redução dos gastos

Coordenar o movimento de seus recursos para alcançar seu objetivo.

Manter a cadeia de comando.

Coordenar suas tarefas para alcançar a máxima eficiência.

Manter segredo até que seja tarde para seu oponente reagir.

Empregar elementos inesperados tais como burla, velocidade, criatividade e audácia.

Manter seus planos tão simples quanto possível para completar sua tarefa.

Escolher estratégias flexíveis para você poder se adaptar as mudanças de condições.

Organize para maximizar a eficiência.

Mantenha a moral alta mesmo em face dos revezes.

Saiba a hora certa de atacar.

[BBvideo 640,400]http://www.youtube.com/watch?v=dFIeO49AADg[/BBvideo]

Generais em Guerra Batalha de Singapura

Dica
Creio que o ideal para qualquer estrategista a maior base é o estudo e a prática, hoje podemos praticar de várias maneiras, mas antes por que não estudar um poco? Assim segue a lista de alguns estrategistas militares para que cada um aqui faça sua pesquisa sobre e estude seus erros acertos e assim tentem entender um pouco mais dessa ciência, lista:

Sun Tzu (544 AEC – 456 AEC)
Zhuge Liang (181–234)
Niccolò Machiavelli (1469–1527)
Miyamoto Musashi (1584–1645)
Sebastien le Prestre de Vauban (1633–1707)
Alexander Suvorov (1729–1800)
Lazare Carnot (1753–1823)
Napoleão Bonaparte (1769–1821)
Carl von Clausewitz (1780–1831)
Otto von Bismarck (1815–1898)
Giulio Douhet (1869–1930)
Billy Mitchell (1879–1936)
Heinz Guderian (1888–1954)
T. E. Lawrence (1888–1935)
Erwin Rommel (1891–1944)
Mao Zedong (1893–1976)
Luís Carlos Prestes (1898–1990)
Che Guevara (1928–1967),
Friedrich von Bernhardi
Ivan Bloch
F. de Brack
C. E. Callwell
Menno van Coehoorn
John Colomb
John Boyd
Julian Corbett
Mikhail Dragomirov
Frederick II of Prussia
J. F. C. Fuller
Colmar Freiherr von der Goltz
Antoine de Jomini
John Knox Laughton
B. H. Liddell-Hart
Stephen B. Luce
Alfred Thayer Mahan
Maurice of Nassau
François-Henri de Montmorency
Ardant du Picq
Hugh Trenchard
Sigismund von Schlichting
Eduard Totleben
Vegécio
Julius von Verdy du Vernois
H. G. Wells
Garnet Wolseley
André Beaufre
Robert Stephenson Smyth Baden-Powell

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Generais em Guerra A Batalha de Midway

Bay:NFC3SPECTRO

[justify][tab=30]Muito bom esse texto, LordKs. Vou usar ele no IG de forma muito especial. Apenas te pergunto se poderias, por gentileza, fornecer algumas fontes onde eu possa ter acesso a maiores informações.[/align]

cara tem vários fóruns na net mas um que acesso bastante é esse http://www.joinsquadbrasil.com.br/forum/52-militarismo-e-guerra/

Vou deixar uma contribuição de um site muito bom embora pouco conhecido.

sistemasdearmas.com.br/