Taverna Brazen Head

[font=Times New Roman][size=150][i][tab=30]Localizada no centro da cidade, a Taverna Brazen Head é o principal ponto de encontro entre a pequena e média sociedade. Dispondo de um cardápio interessante e diversas opções de bebidas, principalmente hidromel, é o ponto ideal para encontros de amigos, discussões e debates.

No interior do ambiente, há decorações com troféus de caças e pesca, além de coleções de escudos e armas utilizadas em guerras locais, dando ao local um ar militar, frequentado por muitos combatentes e caçadores.

[offtopic]Edit: Não consegui pensar em uma descrição melhor… Quem tiver ideias, manda “em off” e edito aqui.[/offtopic][/i][/size][/font]

[tab=30]Heitor de Creta, recém chegado a ilha frísia de Gesébia (“estranho nome pensou ele ao escolher este destino algumas semanas antes”), decidiu se achegar no local mais provável para arrumar uma hospedagem, comida, bebida e, talvez, trabalho.

  • Taverneiro! Uma costela de javali e hidromel!
  • Não temos javali hoje, estrangeiro! Hoje só temos pescado. Nada de carne de caça.
  • Contento-me então com um bom pescado. E enquanto aguardo a refeição poderia me informar quais os tipos de trabalho que há por aqui?
  • Aqui há muito trabalho, - respondeu o taverneiro após informar sua filha sobre o pedido do estrangeiro - especialmente para aqueles que lidem com o mar: marinheiros, mercenários, carpinteiros. Sempre há algum comerciante recém chegado nesta ilha que precise de alguém em alguma dessas tarefas ou até mesmo para cuidar do dinheiro. Contudo, não parece ser alguém que consiga levantar muito peso. O que você faz da vida além de viajar para lugares que não conheces?
  • Era cartógrafo e escriba na logínqua ilha de Creta. Sei muito bem como lidar com todas as anotações e mapas necessários à uma companhia mercantil marítima.
    [tab=30]A conversa interrompeu-se com a chegada da refeição. O recém chegado comeria com parcimônia e depois se deslocaria até alguma doca para conseguir um serviço digno à sua pessoa.

[offtopic]Ao invés de vinho põe hidromel. É mais germânico/escandinavo. Para enriquecer a descrição põe que há trofeus de caça, de pesca e de guerra nas paredes da taverna.[/offtopic]

[font=Times New Roman][size=150][i]
[tab=30]Ouvindo toda a conversa entre o cartógrafo e o taverneiro, Peter sai do balcão onde estava sentado tomando um pouco de hidromel e dirige-se até o homem e diz:

- O senhor trabalha com mapas?

[offtopic]Opa, claro,incluirei. Preciso ler mais sobre o período para ficar antenado sobre tudo rsrs[/offtopic][/i][/size][/font]

A estreita porta que dá acesso ao salão foi aberta abruptamente. Disputando a passagem, ombro a ombro, dois homens de meia idade avançaram impacientes até uma mesa isolada. Discutiam baixinho, a despeito das expressões faciais rancorosas e dos indicadores incessantemente empertigados na direção alheia.

-Da próxima vez que eu te ver vendendo essa porcaria, eu vou te enfiar num saco, subir num pesqueiro, derreter seus tendões e seus olhos com areia quente e te deixar no meio do mar, à mercê das bestas!

A ameaça foi pronunciada em altura decrescente, até se tornar um ganido seco de garganta inflamada. O homem menos equilibrado se levantou e foi embora; o outro coçou o queixo, colocou sua maleta de couro sobre a mesa e mudou alguns frascos de lugar. “Mais um cliente satisfeito”, suspirou.

Em seguida, observou as pessoas em volta, chamou o taverneiro e pediu algumas cabeças de bacalhau.

  • Sim, trabalho. Senhor…?

[font=Times New Roman][size=150][i]
[b]- Horst, Peter von Horst de Hamburgo.

  • Trabalhei algum tempo com navegação, na verdade com o comércio em si, mas muitas viagens, principalmente para Veneza e o Oriente comprando e vendendo de tudo, até que vim parar aqui… [/b]- A conversa é brevemente interrompida por uma pequena discussão entre dois homens que acabaram de chegar na Taverna. Após os ânimos acalmarem, Peter prossegue:

- Está um pouco agitado aqui não é mesmo? Rsrs Mas e você, como se chama?[/i][/size][/font]

[size=150][font=Garamond Bold][tab=30]Recém chegado a ilha de Gesébia, Friedrich vai até a taverna, a única da região pelo que lhe contaram, para molhar a garganta e obter algumas informações sobre o seu novo lar.

Um homem, com uma feição não muito amigável, deixa a taverna e quase esbarra nele que ignora o evento e adentra a taverna indo direto ao balcão.

  • Boa noite, uma cerveja! - diz Friedrich que começava a admirar os troféus que embelezavam o lugar.

O Taverneiro lhe traz a cerveja e o deixa apreciando a bebida e o ambiente.[/font][/size]

Freiberius apanhou sua cumbuca com cuidado para não entornar o caldo que acompanhava o bacalhau. Em seguida deslocou-se até a mesa que estava ao centro, passando de leve os dedos pelos falcões empalhados que, majestosos, ocupavam o topo de alguns pedestais de nogueira, de base quadrada e com painéis nas laterais, onde se esculpiram silhuetas de runas.

-Boa noite, general… Tenho permissão para me sentar?

Freiberius não esperou a resposta do homem que estava na mesa e há pouco pedira uma cerveja.

-Meu nome é Freiberius, general! -riso amistoso- Estou falando a verdade, você tem mesmo jeito de quem já esteve nas batalhas!

Adentrando no recinto, observou pouco de estranheza em alguns dos presentes a mim, não sei a primeiro momento se pelo pingente pendurado no pescoço ou traços pouco diferentes faciais dos demais Mas sento perto do balcão em seguida peço cerveja.

-bieer. falando com leve sotaque de um escandinavo.

Taverneiro traz e após alguns minutos chega Knut, um primo bastardo que havia a viagem acompanhado ate o momento.

  • Meu nome é Heitor de Creta. E realmente aqui parece bem movimentado. Espero que realmente haja muitas oportunidades aqui. Por onde vossa pessoa passou?

[font=Garamond Bold][size=150]
A sua observação do ambiente é interrompida por um homem que lhe é desconhecido, mesmo assim Friedrich abre um sorriso e responde o desconhecido;

  • Boa noite, Sr. Freiberius.

  • Já vi algumas batalhas sim, mas quem em um mundo como esse nunca viu uma?
    [/size][/font]

-Isso é verdade. Eu mesmo já fiz algumas sangrias e torniquetes para o exército de um ou outro lorde… Mas eles pagam muito mal, general! Principalmente se o lorde perde a guerra! -gargalhada sonora, interrompida por uma mordida súbita no bacalhau, o atrito entre os dentes de Freiberius e os olhos do peixe produzindo um estalo cômico- E são perigosas, essas brincadeiras chamadas “guerras”… Eu, que sou humilde como São Bruno, sempre me contentei com a retaguarda. Mas mesmo ali dava pra sentir o odor pútrido das tropas de cavalos, o chão tremendo sob os pés… Aquilo não é pra mim, general. Mas é como dizem, não é, a necessidade não tem lei. Se a miséria vier, eu exerço meu ofício onde quer que seja, mesmo nos infernos mais terríveis dos sarracenos! Por enquanto, estou com sorte. Cheguei aqui em Rieksburg há alguns meses e já consegui alguma clientela -espero que eles continuem se acidentando e adoecendo com frequência, general!

Outra gargalhada.

-Há alguns ingratos por aí, é verdade, mas o que pode ser feito? Estão em todo lugar… Aliás, chega de falar de mim, cavalheiro; você ainda não me disse seu nome.

Apos terceiro copo de cerveja e o quinto do primo, um homem aparante tinham seus 50 anos chega perto atras acompanhado com alguns homens, em primeiro momento não percebeu so que coloca sua espada em meu pescoço.

-Pagão maldito. sai de uma voz meio embriagada.

Me viro para busca fonte do insulto, percebe e o mesmo analise o pingente no pescoço. Ciente da poucas ações que podia realizar, sou obrigado a colocar a mãos a cima.

-Fora daqui fora daqui.

Amigos do mesmo pega pelo braço, retira espada que estava comigo, começa arrasta pelo braço, olho para trás percebeu Knut não foi hostilizado e lembro que escondeu seu cordão ou qualquer sinal que mostrava que não era cristão só que depois desaparece na multidão que se formou. Ao ver aonde era jogado, em beco fundo ao lado da taberna cheirando a esgoto. Nesse instante tentou olhar para cima, levou um soco fraco em minha face que acerta o olho e um chute na coxa, ao ver que era apenas quatro homens rapidamente jogou cabeça para baixo para não receber nenhum golpe.
Aos poucos percebi que não falavam a língua do local, sabia que informação inútil para aquele momento. Tentou olha para cima para tenta realiza e vejo golpe minha direção, tentou me desvia com forças que restava porem, pega de raspão no braço, me levantou com muita dor em razão do chute forte que havia levado, tentou correr mas percebeu que havia não condição para aquilo e me virou.
Vejo homem indo em minha direção, nesse instante o meu perseguidor é atingindo por flecha pelo alem, pegou espada que os tinham pegado sendo a mesma tinham pertencida ao meu pai e vejo mais um homem em minha direção, com fator surpresa dou golpe na barriga indo a morte e os restantes do bando começa fugir em razão da guarnição tinham começado a chega. Tentou volta a Taverna para pedir a ajuda mancando com mão no braço tentando por causa do corte.

[tab=30]Heitor observa toda confusão e prefere em nada interferir. Aprenderá, apenas, os costumes locais.


[tab=30]- Sim sr. Heitor, bem movimentado. Pois bem, sou de uma família de mercadores, trabalhei na função por algum tempo. Estava em um navio, embarquei em Veneza para comercializar alguns produtos com os mouros, mas saímos da rota em uma tempestade e acabei parando aqui com parte da tripulação.

Iniciada a barafunda, Freiberius escondeu sua preciosa maleta debaixo do casaco retalhado, girou seu corpo 90º graus e apoiou o antebraço na mesa, a fim de assistir. Com esse movimento a cumbuca virou, entornando parte do conteúdo pelo chão; por sorte, Freiberius percebeu a tempo.

Assim que o homem ferido no braço reapareceu na taverna, Freiberius se levantou em sua direção, convidando-o para se sentar perto do soldado Friedrich. Enquanto isso, apanhava de seus numerosos bolsos algumas tiras de lã processada e as posicionava rapidamente sobre o corte, que se estendia da porção proximal de fossa cubital até cinco dedos acima. Quando o rapaz ferido se sentou, Freiberius já apertava algumas ataduras emeladas sobre a lã, fixando-as com cola de peixe.

-Deu sorte, hein? Alguns segundos de atraso e lhe mutilavam a garganta.

-Wodenn não quer em - Olhou para cima e pensou nas palavras que irá dizer. - Ahhhh apenas sei que não é minha hora. - Olhou para atras para procurar meu primo bastardo e tenho infelicidade de não encontrar ele. - Me surpreende sua ajuda, não é todo cristão que faria isso. - Olhou para ambos e e pergunto o nome de ambos lentamente com poucos de gemidos sentindo a dores dos golpes que havia levado.

-Meu nome é Freiberius, compadre. É verdade que também vendo relíquias religiosas, para além de minhas coisinhas medicinais… Mas isso não torna ninguém um cristão zeloso! Conheço bem esse ramo… Só os descrentes e astutos se dão bem nele. Veja, negócios são sempre bem-vindos; desde que me pague, pouco me interessa se o cliente é romano, pagão ou maometano. Para a dor vou te passar algumas folhinhas de menta, não se preocupe.

  • Interessante! E para onde vós comercializavam os produtos vindos de Veneza? - Heitor questionou mais por não acreditar na história de uma navegação no Mar Mediterrâneo foi trazer alguém para o Mar do Norte do que por real interesse. Quanto à confusão existente na taverna, deu de ombros vendo que ninguém estava para morrer.

[offtopic]Parece clássica formação de grupo de RPG: taverna, briga, alguém precisando de ajuda. :slight_smile:[/offtopic]

Surpreendo com a resposta. -Não se preocupei com a dor, é a passageira, já tive piores. -

Colocou mão do meu bolso, retirou um objeto e o mercado vê que era anel de prata com no meio detalhes de uma runa de proteção chamada Vegvisir de ouro, logo entrego na mão do mesmo.

-[i]Isto foi pela sua ajuda, pertençou ao meu pai.

Foi feito nosso êxodo nas terras do leste pelo meu tio-avô, foi grande sacerdote da minha fé enquanto alguns do meu povo se refugiaram nas aquelas terras, meu pai era criança quando partiram e meu avô foi líder de tudo isso. Conseguiram montar assentamento na época, meu vô jurou fidelidade a um grande líder de lá e e o mesmo deu a palavra que não atacariam se enviasse parte da colheita e alguns homens se requisitasse, foi assim como alguns anos de acordo com tratado.

Mas época de colheitas boas acabaram, perdi muitos familiares e amigos, um dia vou encontra eles em Valhara. Meu pai foi ultimo líder do assentamento, durante varias guerras que seguiram, o grande de lider de lá foi morto e no lugar dele foi um cristão.

Em uma noite, aconteceu massacre na noite, conseguir fugir com meu primo bastardo e mais alguns homens.

Alias.[/i] -Olhando novamente ao redor e tendo a mesma infelicidade de não encontrar. -Cade ele.