[Tópico Antigo] A Curia

[center]A Cúria[/align]
Local de Reunião de Senadores. Sempre é aberta as segundas feiras, e fechada ao sábados. Aqui você pode encontrar outros Senadores, assim como mensageiros e representantes de outros países. Os senadores só podem ter a fala quatro vez, a cada semana. Duas na hora de propor votações e comentar os relórios e duas na hora de votar. O local é fortemente protegido por uma guarnição, para evitar assassinatos e proteger o poder de Roma.

Frentes dos Senadores:

Roma Invicta - Caivs Marivs Lacinvs - 20 Senadores
Por um Mundo Romano - Gnaevs Antonivs Silvanus - 20 Senadores
Per Senatum, Romae gloriae - Avlvs Jvlivs Vervs - 20 Senadores
Optimates - Pvbivs Licinivs Messala - 20 Senadores
Cruoris Romae - Gaivs Antonivs Vorenvs - 20 Senadores

Cargos:
Consul - Caivs Marivs Lacinvs
Consul: Gaivs Antonivs Vorenvs
Quaestor: Gnaeus Calpurnius Ingenuus
Praefectus de Cápua: Pvbivs Messala
Praefectus de Arretium: Lucius Ingenuus

LEIS ROMANAS:
PL265BC/01: Dos cargos públicos
PL265BC/02: Da organização Militar

Situação atual:
Resultado das votações e relatório de campanha nº 2 - Verão de 489 AUC
Apresentação de relatório e propostas - Inverno de 489 AUC

489 Ab Urbe Condita (AUC)
Inverno

O burburinho característico do Senado percorria a Cúria. Hoje era um dia importante, notícias vinham do sul, onde o Cônsul Caivs Marivs Lacinvs levava a guerra até o último remanescente dos Brutii. Todos esperavam que as notícias fossem boas, pois Roma já estava exausta das guerras infindáveis fratricidas, promovida pelas três famílias traidoras. O povo de Roma, com medo de outra guerra civil, apoiava incondicionalmente o Senado para unificar e trazer a paz na península itálica. Todos os membros da Cúria eram de vital importância para o futuro de Roma. Os ânimos estavam ansiosos quando o senador Lvcivs tomou a palavra:

  • Caros Senadores de Roma! Devido a sua grandiosa campanha, nosso Cônsul não pode estar presente na nossa importante reunião! Trago, porém, uma carta por ele escrita, a vós, senadores!

Logo após a leitura da carta, a Cúria explodiu em conversas, todos espantados com a renuncia do Dictator Lacinvs. Algo deveria ser feito!

  • A cúria está aberta! Senadores, a vós a fala agora!

O senador Pvbivs Licinivs Messala se ergue e toma a palavra:

Senhores, membros dessa honrosa casa, eu os saudo!
Estamos certamente todos gratos ao nosso grande consul pelas suas vitórias sobre os rebeldes, usurpadores do povo, da republica romana!
Caivs Marivs Lacinvs, seu nome será escrito nos livros romanos e seus feitos serão lembrados pelos historiadores dessa grande nação. O mundo livre tem um débito para com o senhor, seu triunfo certamente será aprovado por essa casa e tão logo anciamos velo adentrar as portas da Curia e se reunir novamente conosco, não como militar, mas como cidadão e senador de Roma!
Até lá, proponho nomearmos o senador Gaivs Antonivs Vorenvs como nosso segundo consul e confiaremos a ele a guerra contra o Julios ao norte. Que Marivs permaneça ao Sul da peninsola combatendo os remanescentes Brutti e que Vorenvs comande as legiões ao norte! Roma, Arrentium e Arriminum devem treinar uma unidade de ‘principes’ cada e pola sob o comando de Vorenvs formando assim a “Legio II - Fidelis Populusque Romanus” que tem como missão prioritária marchar contra Segesta e tomar a cidade para a Glória de Roma e do Senado e do Povo!
Aproveito a oportunidade da palavra para lançar minha candidatura ao cargo de ‘Praefectus’ da cidade de Capua, onde prometo transforma-la na cidade mais prospera da republica depois da propria Roma. Conto com o apoio dos caros colegas!

Senhores senadores aqui presentes! Fomos todos pegos de surpresa pela renúncia de vosso Cônsul Caivs. Concerteza seu brilhantismo militar e politíco para reverter tal situação desastrosa para o senado entrará para a história de Roma! Devemos agora como autoridades levar Roma ao explendor, primeiramente proponho criar uma lei escrita romana como nosso senador Pvbivs Licinivs discursou no fórum. Segundamente proponho apontar como desejo de nosso ex-cônsul apontar governadores para as regiões administradas por Roma. Considero que para agora tais propostas ajudarão a organizar a situação caótica.
Como todos estão reunidados aqui candidato a ´Praefactus´ da cidade de Arretium. Espero do apoio de vossos colegas!

Longa vida a República Romana!

Aulus Valerius Hilarius se levanta e discursa:
-Caros senadores, primeiro quero expressar minha surpresa na renuncia do nosso grande consul Caivs Marivs Lacinvs e creio que devemos eleger um novo consul e que seja aprovada as propostas do senador Pvbivs Licinivs Messala e concordo com o que este discursou sobre os exércitos e peço que me seja concedido o cargo de Praefectus do sul da Itália, para que esta região possa progredir.
Logo este se senta novamente enquanto escuta seus companheiros senadores

Eu, Avlvs Jvlivs Vervs, concordo com o proposto pelos colegas Pvbivs Licinivs Messala e Lucius Cornelius Ingenuus, que Gaivs Antonivs Vorenvs seja nosso segundo Cônsul e siga finalizar o conflito com os Julii, bem como a criação, et celeriter, de nosso Duodecim Tabulae para guiar nossa República.
Também, que escolhamos logo um Quaestor para supervisionar nossas finanças.
Porém, obnitentibus de nossos colegas, proponho a divisão da administração não por cidades, mas nas mãos de um Praefectus Praetorio, em regiões definidas, para uma melhor administração de nosso território.

O senador Gnaevs Antonivs Silvanus
Primeiramente quero registrar a gratidão, minha e creio eu de toda a Curia ao nosso grande cônsul que resolveu com maestria o problema das malditas casas rebeldes, toda Roma será sempre grata a esse grande homem, estadista e general. Concordo com o nosso senadror, Pvbivs Licinivs Messala e apoio sua pretensão não só a Cápua como a todo o sul da Itália.
Ao mesmo tempo tenho que discordar dele em um assunto diferente, embora eu ainda não irei tomar partido sobre quem seria o cônsul extra se essa casa aprovasse a ideia de dois governando a cidade eu tenho que discordar, não duvido que dois grandes homens subiriam ao posto, mas seria fácil numa discussão haver uma guerra civil, assim proponho termos sempre um número impar ocupando o cargo mai alto do senado, e assim se um fosse levado por sonhos de grandeza, teria dois inimigos, embora eu ainda não saiba quem é que seria bom para assumir esse cargo.
Também quero dizer que Aulus Claudius Magnus deve ser um dos melhores generais que já passaram pelo mundo e acho que ele deveria seria o candidato ideal para liderar qualquer uma das legiões e depois de conquistar as cidades das malditas casas rebeldes, expandir nosso império para compensar os anos perdidos caçando esses que já foram romanos até perderem a cabeça pela cobiça.

Eu, o senador Gnaeus Calpurnius Ingenuus, vou refletir sobre as opiniões proposta quanto ao número de cônsules sempre visando o melhor para Roma.

Gostaria de dizer que o senador Lucius Cornelius Ingenuus tem meu total apoio sobre a reivindicação que fez sobre ser o praefectus da cidade de Arretium. Gostaria também de demonstrar minha apoio sobre a eleição de um Quaestor citada por Avlvs Jvlivs Vervs já me candidatando para o cargo de Quaestor.

Proponho também o estabelecimento de uma lei que visa a regulamentação do tempo em que cada cargo será ocupado, propondo uma duração de 2 anos para cada cargo. Assim, o poder em Roma não seria monopolizado por muito tempo por 1 pessoa apenas e ela não ficaria tão acostumada com o poder de determinado cargo, podendo servir Roma em mais áreas. É claro que será possível a reeleição caso os senadores julgam que a atual pessoa que ocupa o cargo fez um bom trabalho.

O senador Gnaevs Antonivs Silvanvs se levanta.
Eu apoio a candidatura do senador Gnaeus Calpurnius Ingenuus a Quaestor ao mesmo tempo, gostaria de mudar a sua proposta de tempo como governador para cinco para que assim os governadores tenham tempo para se estabelecer nas suas províncias.
Caros colegas da Curia, gostaria de servir Roma o melhor possível, e penso que a melhor maneira de fazer isso seria como governador do Sul da Italia, assim, gostaria do seu apoio para assumir essa função, para ajudar a fazer Roma crescer o máximo possível.

O senador Aulus Antonius Silvanus se levante a toma a palavra

‘‘Gnaeus Calpurnius Ingenuus (Matheus) recebe total apoio de minha parte para sua candidatura a Queaestor,ja não apoio o governo do nobre Gnaevs Antonivs Silvanvs (Gui) ao governo do sul da Itália,creio que seria mais apropriado que o Aulus Valerius Hilarius (Hitler) assumir o governo dessa região.’’

Com o debate na Curia já iniciado e ante a efervecência de moções e propostas o senador Gaivs Antonivs Vorenvs pede a palavra.

Amigos, Romanos… primeiramente quero saudar Caivs Marivs Lacinvs por suas grandes vitórias obtidas perante os bastardos que outrora se diziam filhos de Roma. E agora aproveito para agradecer a confiança de todos os senadores que veêm em mim a pessoa mais capacitada, para dar um fim adequado a esses cães, assumindo o posto de Consul após o termino do mandato do nobre Marivs, contudo ainda preciso meio que me estabelecer dentro dessa casa, de momento me reunirei com alguns patrícios e burocratas para formar e nomear minha frente. De momento apenas quero frisar que nossa prioridade agora deve ser dar cabo aos rebeldes que ainda insurgem ao Sul na Sícilia, e ao Norte em Segesta, proxima as terras Gaulesas. Acabado esse embate poderemos voltar nossas atenções para a politica de Roma, nomeando os Prafaectus para administrar as nossas cidades e um Quaestor para gerir nossas finanças e dar bom destino aos nossos espolios da guerra contra os Rebeldes.

Pois bem de primeiro instante essas são minhas palavras agradeço a todos pela vossa honrosa atenção

Salvete

Senadores… acredito que alguns entenderam de forma equivocada a carta de nosso Consul, ele abdicou do seu posto como ditador e não do seu mandato como consul!
Uma das minhas propostas é que o senhor, senador Vorenvs, assuma uma segunda cadeira como consul e dê cabo dos rebeldes em Segesta.

O senador Aulus Calpurnius Silvanus se levanta e toma a palavra
“Caros senadores e irmãos Romanos venho aqui prestar meu total apoio ao senador Aulus Valerius Hilarius em assumir o controle da região sul da itália”
“em contra partida gostaria também de demonstrar meu apoio para que o senador Gaivs Antonivs Vorenvs assuma o cargo como um segundo cônsul para a glória de Roma!”

O senador responsável pela seção se levanta, e diz a todos, em voz alta:

“Senadores, por favor, chegou a hora de dizerem suas propostas e começarmos a votar! Por favor, apresentem as propostas agora!”

OFF:[spoil]Amanhã a tarde acaba o tempo para apresentar propostas, e vocês poderão votar até quarta. Quinta tem um novo turno[/spoil]

Se levanta então o Senador Pvbivs Licinivs Messala e respeitosamente pede a palavra:

Amigos, senadores, compatriotas! Vivemos em uma belissima republica forjada pelo metal do gladio e banhada no sangue dos que destemidamente a protegem. Protegem não a cidade, não os edificios ou os nossos maravilhosos jardim, mas sim protegem os nossos ideais! Ideais republicanos, ideiais democraticos, os ideais do povo livre de Roma destinado a comandar o mundo e a levar a civilização até os cofins da terra! Marte terá muito trabalho pois os barbaros e rebeldes ao nosso redor buscam lançar o mundo na escuridão por apagar a luz guia da humanidade, Roma! Por isso, precisamos de um estado forte economica e militarmente, precisamos acima de tudo de instituições solidas a fim de pertuar nosso legado ao mundo e justamente sobre isso que eu venho agora falar-lhes.
Um estado republicano, democratico, que visa a justiça para todos sem distinção, que almeja ser um luz para o mundo, precisa ser regulamentado por leis claras e regras simples para reger suas atividades de forma transparente, justa e clara. Dividir o poder é extremamente nescessario se não quisermos estar mais a merce de um outro despota qualquer que pela força das arma queira se auto-plocamar Rei. Assim, depois de muito discutirmos no forum, de muito pensar e raciocinar a luz dos sabios gregos e suas leis, meu comitê pode então apresentar aos senhores o seguinte projeto de lei para a sua votação:

PL265BC/01, relator Senador Pvbivs Licinivs Messala: Dos cargos públicos
Art.1 - Ficam aqui estabelecidos os principais cargos a serem preenchidos na maquina publica de governança romana, bem com seus deveres e responsabilidades bem definidos, bem como seus direitos e limites estabelecidos.
Parágrafo 1 - Ditador Maximo, chefe de todas as armas de Roma, sendo elas legiões Consulares ou Legiões senatoriais, marinha mercante e de guerra, governador de todas as províncias e cidades romanas, com poder de Imperium ilimitado durante seu mandato podendo levantar legiões que quiser na medida da necessidade em que a situação de emergência se apresenta, direito de nomear Generais em qualquer numero para o auxiliar na resolução da emergência. Inimputável perante a lei. Esse cargo só pode ser preenchido em caráter provisório, em face a gravíssima crise militar ou econômica de caráter tal que ameace a existência do próprio estado Romano a fim de garantir uma resposta rápida por parte do governo, por homem a ser escolhido pelos cônsules em atividade. Para tal, os cônsules devem ser previamente autorizados pelo senado que por sua vez deve votar o pedido sempre em caráter de urgência e com vitória mínima de 2/3 + 1 na Cúria. O mandato deve duração máxima de 4 turnos e pode ser entendido pelo senado por meio de votação com maioria simples por um período de igual duração. Após o segundo mandato, caso a situação ainda exija, deverá ser constituído um novo ditador través de votação com 2/3 + 1.
Parágrafo único:
Constitui-se grave crise militar/econômica: Forças militares hostis de poder consideravelmente ameaçador próximas das cidades Italianas.
Perigo iminente de invasão massiva por forças hostis de regiões dentro da zona de influencia política e econômica de Roma a qual o senado considere uma grave ameaça a soberania Romana da região.
Grave déficit econômico nas contas publicas, sendo necessária uma rápida e firme intervenção do estado na economia com cortes de gastos militares, dispensa de tropas, demolição de prédios públicos e outras medidas estremas.
Grace crise humanitária dentro das fronteiras da republica como alastramento indiscriminado de peste por varias regiões de forma natural e ou com suspeitas de ação criminosa ou ação hostil externa.

Parágrafo 2 - Cônsul, Magistrado mais importante da republica, tem como obrigações selar pela defesa das fronteiras romanas e dos ideais republicanos estando ele subordinado ao senado. Deve ser zeloso no cumprimento das leis e garantir que a mesma seja levada e todos os cidadãos. Tem poder de Imperium, que compreende o poder de tomar auspícios, podendo alegá-los como justifica de seus atos em campanha; o poder de levantar tropas e ou comandá-las, limitadas a um full stack por cada cônsul, tal exercito denomina-se “Legião Consular X” ; o direito de apresentar propostas aos comícios; a faculdade de deter e punir os cidadãos culpados e a administração da justiça nos assuntos privados, pode possuir até o limite de 2 generais sob seu comando sem aumentar o numero de suas tropas consulares i.e. um full stack e pode ter Legiões Senatoriais sob seu comando com a permissão do senado após avaliada a necessidade. O tempo de mandato para um cônsul deve ser não superior a 8 turnos, podendo ser reeleito para o cargo apenas por mais um mandato consecutivo. Após seu mandato, o ex-cônsul poderá manter suas tropas consulares desde que possa sustentar o soldo dos soldados mas deve mante-las fora da península Itálica. As tropas Senatoriais devem regressar para Roma e para o controle do senado.
O numero de cônsules é limitado a dois em atividade simultânea e devem ser eleitos no senado por maioria simples de votos.

Parágrafo 3 – Questores, Responsável pela administração econômica e infra-estrutura da republica. Estão subordinados apenas a lei e a ética estando assim livres de quaisquer retaliações para o livre exercício de suas atividades de fiscalização. O Questor deve subsidiar o senado e os governadores/prefeitos com dados sobre a economia a fim de auxiliá-los na tomada de decisões. O Questor poderá intervir nas províncias fora da Itália a fim de ajustar taxas de impostos visando o bem da economia sem deixar de lado a felicidade das províncias. Dentro da Itália, o Questor deverá auditar as contas das cidades a fim inibir/denunciar gastos fora do orçamento aprovado para treinamento de tropas de defesa da cidade. O Questor sempre deve estar atento a novas oportunidades de negocio para Roma, sempre indicando e mediando tratados de comercio junto aos diplomatas estrangeiros e avaliando as terras nacionais e estrangeiras quanto o seu potencial econômico natural, indicando assim bons alvos econômicos para futuras campanhas. O cargo de Questor não deve ser superior a 10 turnos e não é permitida reeleição consecutiva. O Questor pode ser eleito por maioria simples da Cúria.

Parágrafo 4 – Preferatus, Prefeito de cidades romanas dentro da península Itálica. O prefeito da cidade está subordinado ao senado e tem o dever de administrar a cidade e seus recursos visando o bem da republica. Possui poder de Imperium limitado ao levantamento de 10 unidades para a defesa e manutenção de ordem na cidade dentro do limite de recursos disponíveis na cidade. Para tal, deve-se adotar a seguinte formula:
((IT + IC) – (GE + GA))-KT>250dinarii
IT=Income de Taxas
IC=Income de Comercio
GE=Gastos com edifícios
GA=Gastos com Administração/corrupção
KT=UpKeep de Tropas (soma dos UpKeeps das tropas de defesa da cidade)
O Questor será o responsável por auditar as contas das cidades.
O mandato de um Preferatus não deve ser superior a 10 turnos, sendo admitida sua reeleição indefinida por maioria simples de votos na Cúria.

Parágrafo 5 – Dux, Governador de regiões inteiras com as mesmas atribuições de um Preferatus com exceção de poder comandar uma Legião inteira, Full Stack, para a defesa da região que tem sob responsabilidade e de acumular a função de prefeito das cidades da região. O Dux é responsável por manter a paz e a ordem na região comandada e garantir assim o fluxo de impostos e artigos para Roma. A legião deve ser do tipo Senatorial e seu treinamento depende de aprovação por maioria simples no senado, e passará ao próximo Dux ao final de seu mandato que não deve ultrapassar 10 turnos sendo uma reeleição consecutiva permitida por maioria simples de votos na cúria. O Dux esta subordinado ao Senado.


Não podemos nos esquecer da época em que o malfadado Brenus maculou roma com seus comparsas barbaros imundos e passamos sim por tempos muito dificeis, e naquela epoca tivemos de ser salvos por um dictador maximus, o grande Camilo, que foi eternizado como o segundo fundador de nossa republica! Viva Camilo, que descanse em paz com seus antepassados!
Roma não pode mais passar por tais eventos catastroficos, o senado não pode mais permitir isso. Assim, segue abaixo o projeto de lei sobre o funcionamento da maquina de querra romana:

PL265BC/02: Da organização Militar

Art 1 – Fica aqui estabelecida a estrutura do exército, seus deveres e direitos, bem como as responsabilidades e direitos dos comandantes e soldados.

Art 2 – Da estrutura militar.

Parágrafo 1 – As forças armadas romanas serão organizadas da seguinte maneira:

Inciso 1- Legiões Senatoriais – Legiões comandadas exclusivamente pelo senado romano comandada por general membro da família senatorial e destinadas exclusivamente as seguintes atribuições: proteção dos ideais republicanos, proteção da capital, proteção da península Itálica, proteção das fronteiras já estabelecidas, proteção a aliados do povo Romano, Guerras punitivas contra inimigos do povo Romano e seus aliados onde nesse caso deverá estar obrigatoriamente sob o comando temporário de um general investido de poder consular e previamente aprovada pelo Senado através de maioria simples na Cúria.
As legiões senatoriais podem ser treinadas em quaisquer cidades sob ordens do senado sem prejuízo do limite de tropas de defesa. Os custos dessas legiões serão divididos por todas as cidades da republica.

Inciso 2 – Legiões Consulares – Legiões comandas exclusivamente por general com poder consular durante seu mandato. Essa legião esta limitada a um Full Stack e deve ser treinada com recursos do próprio cônsul através de suas cidades, doações de outros Preferatus ou Dux com poder de imperium que podem treinar as tropas em suas cidades e doá-las ao Cônsul debitando o numero de unidades doadas de seu limite de tropas por cidade (que no caso é dez) ou serem doadas pelo senado caso o Consul não tenha meios de bancar o seu treinamento.
As legiões consulares, sempre apenas após solicitação senatorial através de votação com maioria simples na cúria, tem o dever exclusivo de: Expandir os domínios e zonas de influencia romana de acordo com as solicitações do Senado, Travar guerras punitivas contra inimigos de Roma e seus aliados, manter a paz e a ordem nas províncias romanas esmagando rebeliões e bandidos das estradas.
Após o termino do mandato do cônsul, o ex-consul pode manter sua legião caso possua meios para bancar o up-keep de acordo com as regras aplicadas aos Preferatus e Dux. Caso não tenha meios para tal, a legião deve ser convertida a uma Legião Senatorial onde seu destino ficará nas mãos do Senado podendo ordenar, sua debandada, sua integração as forças senatorias definitivamente, sua transferência para o próximo cônsul ou sua desintegração em unidades menores afim de compor forças de defesa em cidades com prejuízo do limite de unidades em cidades.

Inciso 3 – Tropas de Vigia – São tropas estacionadas em cidades comandadas pelo seu Preferatus ou Dux com objetivo de proteger a cidade ou região de invasores alem de manter a ordem local, o uso dessa força é exclusivamente defensivo. Tais tropas são limitadas a 10 unidades por cada cidade e devem ser bancadas pelas suas respectivas prefeituras onde, para tal, deve-se adotar a seguinte formula:
((IT + IC) – (GE + GA))-KT>250dinarii
IT=Income de Taxas
IC=Income de Comercio
GE=Gastos com edifícios
GA=Gastos com Administração/corrupção
KT=UpKeep de Tropas (soma dos UpKeeps das tropas de defesa da cidade)
As tropas de Vigia podem ser doadas e convertidas em tropas Consulares mas a sua manutenção deve permanecer a cargo da sua cidade natal até que o Cônsul tenha meios próprios de bancar seus custos.

Inciso 4 – Marinha de Guerra – Força naval comandada exclusivamente pelo senado romano que obrigatoriamente deve indicar um senador para ser o almirante da armada e deve atender aos interesses do estado tendo como principais obrigações: Manter os portos Romanos e de aliados sempre abertos ao comercio, proteger as rotas comerciais e o recebimento de grãos nos portos da Itália em especial no porto de Ostia, Manter os livres da pratica da pirataria, manter os mares livres da atividade de marinha leal a governos hostis aos interesses romanos, transportar e dar apoio logístico as forças romanas sempre que solicitada. Os recursos da marinha devem ser usados sempre após aprovação do senado com maioria simples de votos.
A marinha pode ser colocada sob comando consular em situações onde o senado julgue necessário.

Parágrafo 2 – Da composição da legião

Inciso 1 – Legiões Senatoriais devem ser compostas de 6 unidades de infantaria ligeira, 8 unidades de infantaria pesada, 5 unidades de cavalaria pesada e um general membro da família. Outras formações podem ser propostas em casos exepcionais ou para a formação de uma força especializada para uma tarefa especifica a ser avaliada pelo senado.

Inciso 2 – Legiões Consulares estão livres para serem compostas de acordo com as possibilidades do Cônsul.

Inciso 3 - Tropas de Vigia estão livres para serem compostas de acordo com as possibilidades do Preferatus ou Dux.

Inciso 4 – A marinha de Guerra está livre para ser composta de acordo com as necessidades e amplitudes de sua missão sempre se levando em conta os altos custos envolvidos na atividade.

“Senhores, por favor discutam, deem suas opiniões… mas peço pelo bem de roma que os senhores apoiem os projetos para se tornem leis. Obrigado pela sua atenção.”

E depois de exaustivas 2 horas de discurso na Curia, o Senador Messala se senta já com os joelhos doidos devido aos males da idade avançada…

Após o discurso de Messala Vorenvs levanta-se e faz um pequeno adendo

Senhores lembrai-vos que tambem faz-se nescessario candidatos aos pleitos de: Edil, Quaestor e Praefectus; portanto acrescentem tmbm as suas propostas e moções suas candidaturas a tais cargos públicos, claro aqueles que outrora já manifestaram vontade de concorrer a tal.

Eu voto a favor da legislação proposta pelo caro senador Pvbivs Licinivs Messala e já me candidato oficialmente ao cargo de Quaestor.

Reafirmo minha indicacao de vorenvs para o cargo de Segundo consul e reforco minha candidatura a praefectus de capua. Tambem apoio mateus na sua candidatura ao cargo de questor na confianca de que cuidara e fiscalizara zelosamente as cobras de Roma.

Apóio as propostas de Pvbivs e as candidaturas de Gaivs a segundo Cônsul, Gnaeus ao cargo de Quaestor e de Pvbivs a Praefectus Praetorio do sul de Roma.
Também coloco-me à disposição dos colegas caso haja necessidade.

Bem aceito o apoio das frentes dos Senadores Messala, Gnaeus e Vervs qnto a minha candidatura ao cargo de Consul, e renovo aqui mais uma vez meu desejo e apoio ao senador Pvbivs Licinivs Messala quanto a sua magistratura como Edil, sendo assim tmbm voto na aprovação da “Duodecim Tabuloae” formulada pelo mesmo e já apresentada no Forum.

Finalizando, formalizo aqui tmbm o apoio de minha frente qnto a candidatura de Gnaeus Calpurnius Ingenuus ao cargo de Quaestor da República, é de homens assim que precisamos para assumir tais cargos… homens que demandam de uma integridade e capacidade acima de qualquer suspeita.

Bem, por agora me retiro, voltarei ao fim da seção para analisar e discutir os resultados das votações.

Salvete!