Torre de Paranandrus (25)

Torre foi construída com principal função de vigiar a primeira ponte a leste de Rieksburg.

Chegando perto da ponte, puxou as rédeas do meu cavalo cavalo e ergo a mão para todos parem, começou observa a grande montanha se via no norte.
Respiro levemente e virou meu cavalo para atras vejo Freiberius ao lado de Holger, atras via mais 10 homens montados carregando galões com águas e suprimentos, estico pouco pescoço e vejo Friedrich comandando a retaugarda. Começa estranha pelas falta na presença de alguns
Vou ate Freiberius e falou para ele que ficaremos pouco tempo do previsto. Vou até no meio e mando dois peões retirar o que estava carregando e entregar aos seus companheiros apenas ficando com suas lanças, logo ambos galopa em disparada ao leste e outro oeste. Depois vou até Friedrich e lhe pergunto a localização do Heitor e de Aleksandr
.

[mod=“werik”]Declaro quest iniciada (primeiro turno)
obs: como primeiros turnos, não terá ações do inimigo
[/mod]

[tab=30]Heitor e Aleksandr avançam pelo caminho, rumo ao norte. A dupla viajava fora da estrada, tomando diversos cuidados para não serem detectados.

[tab=30]À noite não acendiam fogueira para se aquecerem a fim de evitarem serem notados pelos salteadores ou qualquer outra pessoa hostil.

Receoso de alguma armadilha, Freiberius manteve-se especialmente atento aos sons e rostos durante o percurso inicial. Observou a posição de cada companheiro, identificando-os conforme traços distintivos, a fim de verificar de tempo em tempo se todos permaneciam próximos. O risco de um traidor ciente de informações temerárias tentar abandonar o grupo era amenizado pelos giros súbitos e aleatórios do pescoço de Freiberius.

[offtopic]Tentei usar 1ª pessoa, mas não ficou legal. É melhor a 3ª[/offtopic]

A caminhada parecia tranquila, apenas parecia.

Friedrich se assegurou de ter a sua espada ao seu alcance, ele não era nenhum caçador nato, mas se dedicou a prestar atenção nos sons que vinham do interior da mata e os da própria estrada, um ataque poderia ocorrer a qualquer momento ou nunca, não havia certeza de nada.

Ao ver o colega pagão se aproximar e lhe perguntar pelos outros integrantes Friedrich lhe responde;

  • Creio que se cansaram de esperar e foram na frente, mas não tenho certeza. Sugiro manter os olhos abertos com aqueles dois, não pareciam salteadores, mas todo cuidado é pouco.

Os rastros eram fáceis de seguir, além de ainda frescos os sequestradores não tomaram precauções; certamente não esperavam que alguém fosse corajoso - ou louco - o suficiente pra seguí-los. Seguindo fora da estrada observavam o movimento da mesma, notando que era pouco utilizada, ao menos naquela época do ano.

Heitor, vira-se para Aleksandr:

  • O senhor acha que realmente conseguiremos resgatar o amigo de nosso “estranho amigo”?

Observando seu companheiro por um instante, Aleksandr volta a observar as marcas no chão, comentando :

  • Toda essa história me parece muito estranha para um simples “sequestro”, mas não sei muito sobre os costumes aqui da ilha… - e, voltando-se - Mas espero que sim… Preciso do trabalho, afinal…
  • Também desconfio. Olhos sempre abertos, de qualquer forma. Seja para qual lado for.

Após prosseguirem por mais algumas milhas e confirmarem a direção dos sequestradores, decidem por ver onde o restante do grupo se encontra.