Traineira Oceânica a Vapor Scylla

[justify][size=150][font=fantasy][tab=30]Scylla, nome de um dos monstros marinhos da mitologia grega, foi o nome escolhido para batizar a segunda traineira oceânica a vapor da Companhia de Pesca Lua Azul e, também, do Império.

[tab=30]Construída pelo Estaleiro Civil Lune Marin, o navio tem capacidade de navegar em alto-mar por até 15 dias, contando com espaço para a alimentação dos marinheiros, carvão para a caldeira e, ainda, armazenamento de até 12m³ de pescado, ou cerca de 700kg em média.[/font][/size][/align]

[justify][tab=30]Após o treinamento da tripulação nos equipamentos a bordo, Scylla parte para a região entre Caltres e Fleche, procurando novos cardumes.[/align]

[justify][tab=30]Após dias no mar, sofrendo diversas avarias graças ao mar extremamente agitado dos últimos dias, os consertos finalmente são concluídos e a Scylla retorna para Dunnord mas, ao se aproximar do porto… não há porto! Boa parte do mesmo está destruído. Sem saber de toda a situação, a traineira tem suas âncoras jogadas e os marinheiros seguem com os botes para a terra firme, onde encontram um rastro de destruição e, rapidamente, todos seguem verificar suas famílias e ajudar no que for possível.[/align]

[justify][tab=30]Chega a hora de Scylla partir para o mar. Os últimos víveres para o tempo que passarão longe da costa são carregados, e a traineira inicia o curso em direção nor-noroeste.[/align]

[justify][tab=30]Scylla retorna ao anoitecer, devido a um pequeno problema em um dos motores. Nada grave, aparentemente, mas mantê-la no mar foi considerado arriscado pelo capitão.
[tab=30]Apenas cerca de metade da capacidade fora pescada, e os trabalhos de descarga e limpeza seguirão por boa parte da madrugada.
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[justify][tab=30]Scylla deixa o Porto em direção ao oeste, em busca de cardumes para serem pescados.[/align]

[justify][tab=30]Scylla atraca novamente no porto, totalmente carregada com peixes de alto-mar.[/align]

[justify][tab=30]Mesmo sem relatos de navios romanianos na costa norte do Arquiducado, decide-se manter a Traineira no porto, por precaução.[/align]