[TW:A] A Kingdom Rises

[font=cursive][b][size=150][center]Capítulo I

Capítulo II

Capítulo III

Capítulo IV

Capítulo V

Capítulo VI

Capítulo VII

Capítulo VIII

Capítulo IX

Capítulo X[/align][/size][/b][/font]

[center]Capítulo I[/align]


Oviedo, a capital do Reino das Astúrias


O exército real, começou a colonizar a região de Leon, dando mais um passo no conflito religioso da região.


O Emirato de Cordoba(segundo o jogo apenas) encerrou o pacto de não agressão com o Reino das Astúrias, Aurelio, o rei, percebe que uma guerra pode estar próxima entre as duas nações.


“Os fiéis se reúnem para ouvir a palavra do Senhor.”


Leon sendo propriamente colonizada por imigrantes do resto do reino.


E a guerra civil começa, de surpresa, os separatistas atacam Braga, fazendo dela a capital dos rebeldes.


O Exército Asturiano ao norte é ordenado com a tarefa de reconquistar a região.

[center]Capítulo II[/align]


Braga.



O Exército chegando a Braga.

A Batalha por Braga começa.



A cavalaria Asturiana invande pelos lados, cercando os soldados defensores.


Depois de meses, o Rei Aurelio consegue fazer um pacto de não agressão pagando alto ao Emirado de Cordoba, mas novamente eles cancelam o pacto.


Em Oviedo, as construções da Corte Real são atualizadas. “Deixe os nobres se reunirem para ouvir as palavras do seu rei!”


Leon se expandindo.


Finalmente o Emirado de Cordoba declara guerra ao Reino de Asturias em meio a uma guerra civil aproveitando esta fraqueza.


Os batedores começam a dar informações sobre as regiões fronteiriças do Emirado de Cordoba.

Quantas imagens!!! hehe

Essa AAR vai ser muita imagem e poucas frases xD

xD Tá bom. Vou “ler” figurinhas então.

Começo “quente”… veremos onde isso vai dar…

[center]Capítulo III[/align]


As tropas asturianas são pegas em uma emboscada pelos separatistas enquanto perseguiam os inimigos.


As tropas rapidamente derrotam umav parte dos separatistas antes que o reforço inimigo pudesse chegar ao seu resgate


h



As tropas asturianas são pegas em desvantagem, pois os separatistas vinham de cima de um morro, mas as defesas asturianas estavam preparadas, e deus a vitória pro Reino das Astúrias.


Sem haver uma batalha, o Emirado de Cordoba e o Reino das Astúrias selam a paz.


Os dois exércitos asturianos perseguem os separatistas.


Mesmo em menor número, os separatistas atacam as forças principais mais perto de Leon, eles contavam com o elemento surpresa para esse ataque.






Os separatistas perdem a batalha, além de levarem o dobro de baixa do exército das Astúrias.


Em Santiago, as notícias de uma colheita abundante pra a temporada da safra, superando as expectativas.


A escassez de comida finalmente fora resolvida na Marca Inferior.


O Exército Asturiano após a vitória contra os separatistas parte para Salamanca, que é rapidamente conquistada.



Os separatistas atacam Braga, mas as forças inimigas, mesmo com mobilidade superior por conta da cavalaria perdem a batalha.


Em outra província, Rodrigo, o General asturiano, combate o restante dos separatistas.


Oviedo começa a sofrer por uma forte seca, poços e canais de irrigação sofrem com a seca, e a água começa a ficar escassa.




Os separatistas fazem uma ultima investida em Braga, mas falham novamente, dessa vez sendo derrotados completamente, terminando assim a guerra civil asturiana.

Dos males o menor, rsrs

Guerras civis geralmente são chatas para o jogo. Pelo menos essa foi rápida.

[center]Capítulo IV[/align]


É assinado um pacto de não agressão entre a Taifa de Zaragoza e o Reino das Astúrias.


Novamente o Emirato de Cordoba declara guerra ao reino do Rei Aurelio, dessa vez com a possibilidade de uma investida militar real contra os mulçumanos.


Separatistas cristão se rebelam contra o governo mulçumano a Leste, Aurelio aproveita para assinar uma aliança militar com eles, aproveitando que eles estão em guerra contra o Emirado de Cordoba também.


O Exército asturiano estacionado em Braga avança sobre território inimigo e conquista a cidade de Coimbra ao sul dos mulçumanos.


Perto de outra província inimiga, o outro braço do exército asturiano aumenta seu contingente para uma futura invasão a Valladoid.


Logo depois invadem e conquistam Valladoid das mãos dos muçulmanos.


O Emirado de Cordoba aceita o fim da guerra, e a ainda pagam uma quantia razoavel ao Reino das Astúrias.


Mesmo com o fim da guerra, separatistas cristãos em Valladoid se rebelam e atacam o contingente ali na cidade.







O comandante rebelde, Frunimino acaba sendo derrotado e morto na batalha.

Pô, os caras estavam revoltados mesmo! kkkk

O importante é se rebelar, não importa contra quem, :hehe

[center]Capítulo V[/align]


Nossos aliados estão em ataque, e entramos ao lado deles na guerra, contra a Taifa de Zaragoza.


O Ducado de Pamplona consegue sua independência perante a Taifa de Zaragoza, aproveitamos para começar uma nova aliança.


Nossos aliados infelizmente são derrotados, tentaremos reverter essa situação.


O exército asturiano parte para a fronteira inimiga, mas é atacado de surpresa no próprio território.






Os asturianos se defendem bem, mas com perdas semelhantes.


Os dois exércitos continuam estáticos.


A Taifa de Zaragoza tenta fazer a paz, mas o Rei Aurelio nega e continua a guerra.


O Exército se fortifica perto da fronteira para se recuperar das perdas e proteger a unica passagem para os inimigos.


A construção d eum Capela em Coimbra é um passo importante para consolidar o poder cristão na Marca Inferior.


Rebeldes dentro do Emirado de Cordoba fundam a Taifa de Toledo.


Ao cercar Tudela, o exército de Zaragoza vem ao ataque.

Rebeldes… ter q correr pra ajudar aliados… tá parecendo até EU4 isso aí…
Força na guerra!

Exato!!!

[center]Capítulo VI[/align]




[imghttps://i.imgur.com/PFDag3O.jpg[/img]



O exército asturiano conquista uma vitória ainda mais arrasadora, aniquilando até a guarnição da cidade, encerrando a vida da Taifa de Zaragoza na história, até então.


Em Tudela as colheitas dessa temporada serão maiores que o esperado, uma notícia boa em meio a uma guerra.


Dessa forma a escassez de comida é resolvida na região de Navarre.




Na capital, Oviedo, separatistas se rebelam e atacam a cidade, o próprio governador da região defenderá pessoalmente a capital do reino. Os rebeldes acabaram não sendo páreo para o exército real, infelizmente o governador da região morre em batalha, assim se iniciando uma guerra civil, mesmo que com essa vitória que pareceu um empate.


A Taifa de Barcelona, um ninho de muçulmanos declaram guerra as Astúrias, Aurélio pensa em responder a altura no futuro.


A guerra civil se torna ampla, e Braga recebe um ataque dos separatistas asturianos.

Separatistas, guerra civil, declaração de guerra… O q podia melhorar?

Tá usando algum mod para o jogo virar similar aos jogos da Paradox? :hihi

Não é mod, é so negligenciar sanitation e ordem publica :hihi

[center]Capítulo VII[/align]



Os rebeldes são prontamente derrotados novamente.


Com grande pesar, que o governador da Marca Inferior, Piniolo morre em batalha, ele deu a vida pelo reino e pelo rei, com certeza será recompensado por essa vida de lealdade a coroa e a igreja.



Perto de Oviedo, um exército termina de caçar o restante do exército separatista, esmagando-o, e outro nos arredores de Braga, para terminar de vez com os rebeldes.


Em Santander, uma pestilencia, que matou parte da população corre o risco de se espalhar para os arredores.


O sofrimento não acaba, na Marca Media a comida se torna escassa, apenas através do comercio que esta se conseguindo comida na região.


A Taifa de Barcelona, prontamente pede paz, parece que pensaram que erraram muito ao declarar guerra aos asturianos, e ainda pagariam bem pela paz, que é aceito.



O Emirado de Cordoba consegue vencer os rebeldes de Toledo.


Finalmente, Aurelio declara guerra ao Emirado de Cordoba, dessa vez os cristãos estão no ataque(a guerra passada não conta, eles que declararam guerra, mas perderam território).