[VICTORIA II] Governança anarco-liberal

Boa noite, GSBeanos.

Gostaria de dissertar sobre a forma anarco-liberal, com que tenho governado o Brazil no Victoria 2, e que caracteriza-se, entre vários pontos, pela liberalização da economia (Laissez-Faire), amplas liberdades civis (Full Citizenship) e religiosas (Secularized) e baixas taxas alfandegárias (Free Trade).

A maior vantagem dos governos anarco-liberais está em habilitar os capitalistas a construir, abrir e expandir indústrias, o que traz muito progresso industrial, mas que, no entanto, deve basear-se em situações favoráveis, como alta alfabetização, taxas alfandegárias baixas, eficiência administrativa em 100%, encorajamento aos capitalistas na províncias mais populosas, tecnologias comerciais, culturais e industriais avançadas, ou seja, começa a acontecer em longo prazo e deve ser aplicado ainda no começo do jogo, para que, no futuro, seja possível tornar-se uma grande potência com países que sequer iniciam-se como potências secundárias.

Permitindo os anarco-liberais no poder, consegui um progresso considerável com o Brazil, já que atingi a sexta posição entre as grandes potências. No entanto, afirmo que a forma de Estado deve ser a monarquia, que garante que nenhum partido se perpetue no poder, em casos em que não seja possível aprovar reformas sociais e políticas progressistas, como o fim da escravidão, altos subsídios à educação (Basic school system) e saúde (Health Care System -> + crescimento), liberalização da política e dos partidos políticos.

Prezemos pela liberdade absoluta, para que o país consiga crescer bastante, sem, contudo, fragmentar-se ou entrar em desordem. Por isso, considero a monarquia anarco-liberal, aliada a muitas liberdades civis, econômicas e religiosas, para desenvolver uma nação.

PS: Infelizmente, tive que reinstalar o jogo no meu PC, do qual excluí todas as pastas referentes ao Victoria 2, e não tenho prints de quando joguei como anarco-liberal. =[

Grato.

Ainda acho a simples existência de um governo anarco-liberal… paradoxal… mas, fora isso… eles são praticamente liberais, com a única diferença sendo a troca de Pluralismo pelo Ateísmo e a contrariedade ao aumento/diminuição das leis, mesmo com apoio popular (o exato contrário dos liberais). Em termos de jogo, em um país com todas as leis aprovadas (algo até razoável circa 1880), dá no mesmo ter os liberais ou os anarcos no governo, talvez mudando a questão do interesse popular na questão de sua política religiosa.

Particularmente, sou cristão, mas a ideologia ateísta dentro do anarco-liberalismo, segundo percebi, estimula populações de outras religiões a migrarem e produzirem riquezas, o que reflete no crescimento populacional, aliado às reformas médicas. Os liberais permitem que o governo aumente os impostos acima de 25%, o que, em minha experiência, só foi necessário em estado de guerra, mas que desestimula os capitalistas a produzirem.

A indústria começa a crescer a partir de 1880, quando a alfabetização está alta, a burocracia, profissionalizada, e as pesquisas, avançadas.

Em tese, a questão das religiões seria mais favorável o Pluralismo…

Realmente, pois não exclui a própria religião, apenas “democratiza” a religiosidade.