[Victorious Empire] Carta Magna e Primeiros Passos

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[center]Primeiros Passos[/align]

[font=Microsoft Sans Serif][size=150]Olá, bem vindo ao Victorious Empire.

Esse novo projeto consiste num embarque à uma aventura em pleno século XIX, precisamente a partir de 1836, tendo foco na política e gerência de uma nação da Era Vitoriana.

Nos moldes do IG (caso não conheça, existe uma seção especial na página inicial do fórum, chamada Ilha de Gesébia), encarnaremos congressistas para tentar mudar o curso da história. Tudo estará alicerçado através do jogo Victoria II, desenvolvido pela Paradox. Caso você não conheça o game, não há o que se preocupar, afinal, ele será um plano de fundo para o verdadeiro propósito do Victorious Empire, que baseia-se no entretenimento dentro do próprio fórum. Abaixo explicarei melhor.

O coordenador do projeto ficará no encargo de iniciar uma campanha dentro do jogo Victoria II (dessa forma, podemos dizer que dentro do RPG Victorious Empire, ele será o imperador), que por sinal é bem completo e abrange os principais aspectos para que haja uma simulação fiel de uma nação do século XIX (guardando-se as devidas proporções). Ele fica sob a responsabilidade de informar TUDO que for RELEVANTE dentro da campanha aos demais participantes, que por sua vez formarão o congresso dessa nação (dessa forma, podemos dizer que serão os senadores), decidindo através de assembleias as decisões que deverão ser tomadas dentro do game. Para quem não conhece o jogo da Paradox, ele é plenamente capaz de reagir cada decisão tomada de forma relativamente precisa, abrindo um grande “leque” de variáveis que cada nação pode trilhar dentro de cada campanha, a partir daí podemos chegar a conclusão de que cada veredito no congresso poderá tomar proporções enormes, tornando nosso entretenimento ainda mais prazeroso.

Como já mencionado, o coordenador assume a postura de imperador, já os demais participantes se enquadram na classe de senador e/ou ministro. Devemos sempre lembrar que estamos INTERPRETANDO figuras que viveram a política a partir de 1836, por isso cada ação deve ser pautada nesse critério, desde uma leitura de jornal à um pronunciamento dentro das assembleias (caso tenha dúvidas, observe a interação de cada jogador dentro da seção).

Caso tenha interesse em se divertir dentro do VE, clique aqui, faça o registro do seu personagem e pronto! Já estará apto à entrar nas dependências do congresso nacional.[/size][/font]

[center]Carta Magna[/align]

A Carta Magna refere-se ao sistema adotado para que haja pleno funcionamento dentro do Victorious Empire, o regimento para que seja possível conduzir nossa nação ao topo do mundo.

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I. MINISTÉRIO

I.I INTRODUÇÃO

[size=150][font=Microsoft Sans Serif]Dentro do Victoria II existem três critérios de avaliação para que tenhamos uma noção prática do nível de desenvolvimento de cada país, são eles: PRESTÍGIO (didaticamente podemos dizer que é o “respeito” que cada nação possui perante os demais), PONTOS INDUSTRIAIS (basicamente é o nível de industrialização de cada país; é obtido através da quantidade de operários empregados dentro dos seus complexos industriais) e PONTOS MILITARES (abrange uma série de fatores, entretanto pode ser resumido ao potencial bélico de cada nação; é obtido através de fortificações defensivas, número de soldados, número potencial de soldados, marinha e afins). A quantidade de prestígio, pontos industriais e pontos militares são somados, tendo como resultado o progresso de cada país até então. Os oito países com as maiores somas são considerados as GRANDES POTÊNCIAS.

Após essa breve explicação, vamos ao próximo passo: entender a importância das TECNOLOGIAS dentro do game, para a partir de então introduzirmos a funcionalidade dos ministérios.

Toda pontuação obtida dentro de uma campanha pode ser adquirida através de eventos, porém invariavelmente o fiel da balança torna-se as tecnologias desenvolvidas por cada Estado, daí a relevância de selecionarmos as melhores em cada contexto. Dentro do jogo desenvolvido pela Paradox temos cinco alas tecnológicas: MILITAR (aumenta a combatividade das unidades, além de habilitar outras; aumenta diretamente a pontuação militar), MARINHA (similiar as militares; torna-se indispensável à colonizações), ECONÔMICAS (invariavelmente aumentam suas receitas, além de aumentar a estabilidade econômica como um todo), INDUSTRIAIS (aumentam a performance das fábricas, além de acrescer toda a sua produção de bens, manufaturados ou não) e CULTURAIS (umas aumentam o prestígio, outras decrescem o tempo necessário à pesquisas tecnológicas, desenvolvem a educação; é certamente a ala mais diversificada).[/font][/size]

I.II FUNCIONAMENTO

[size=150][font=Microsoft Sans Serif]Dado o destaque que as tecnologias empregam é necessário um sistema que supra essas demandas, surgem aí os MINISTÉRIOS. São cinco no total, abrangindo a temática de cada uma das cinco alas tecnológicas citadas acima.

Cada ministério tutelará um seguimento substancial ao desenvolvimento do país. O MINISTÉRIO DAS FORÇAS ARMADAS corresponde à área militar, tendo a obrigação de desenvolver-se dentro dessa esféra, o MINISTÉRIO DA SUPREMACIA NÁUTICA corresponde à ala da marinha, o MINISTÉRIO ECONÔMICO corresponde - previsivelmente - à ala econômica (tendo por obrigação manter a economia bem estruturada e próspera), já o MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL corresponde à ala industrial (sua missão é desenvolver a indústria do país), por fim o MINISTÉRIO DA CULTURA correspondendo à ala cultural (sua finalidade é fomentar o enriquecimento cultural, sobretudo a educação).[/font][/size]

I.III TORNANDO-SE UM MINISTRO

[size=150][font=Microsoft Sans Serif]Cada um dos cinco ministérios estarão ao encargo dos seus tutores, os MINISTROS.

O ministro será um senador escolhido através de debates/sabatinas, culminando em uma eleição regida através dos votos do senado. Ele ficará na função por quatro anos reelegíveis e sua missão nada mais será do que desenvolver a área que seu ministério abrange (devemos lembrar que cada ministro possui liberdade para fomentar o crescimento segundo a sua linha ideológica; por exemplo: dentro do Ministério Econômico pode-se assumir um ministro liberal, ou não).

No período de eleição ministerial cada senador pode candidatar-se a no máximo dois ministérios distintos simultaneamente. Dentro da sua candidatura será OBRIGATÓRIO a apresentação de propostas, sobretudo um PLANO TECNOLÓGICO contendo três tecnologias que caso seja eleito, buscará concluir (a partir de então é que surgem debates/sabatinas, a final, uma tecnologia vista com bons olhos por um candidato/eleitor, pode não ser aos de outro. Caso você não conheça a “árvore” tecnológica do Victoria II, não se preocupe).[/font][/size]

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II. ATIVIDADES DA VIDA PÚBLICA

II.I ELEIÇÕES MINISTERIAIS

[size=150][font=Microsoft Sans Serif]As eleições ministeriais ocorrem de quatro em quatro anos (in-game), contam minimamente com dois candidatos. Cada candidato deve postar sua candidatura no tópico correspondente ao ministério pretendido, dentro da época própria; lembremos que a primeira transcorre ao longo de 1836.

A candidatura deve obrigatoriamente contar com uma apresentação do candidato, propostas tecnológicas (três, como já visto anteriormente), além de “garantir” ao eleitorado (no caso o restante dos congressistas) investimentos dentro do raio de ação do seu futuro ministério.[/font][/size]

II.II SELEÇÃO TECNOLÓGICA

[font=Microsoft Sans Serif][size=150]
Sabemos que no Victoria II cada pesquisa demora em média um ano para ser concluída. TODA pesquisa - à ser iniciada - é escolhida através do congresso, por intermédio de debates e consequente votação (a chamada Seleção Tecnológica).

Em cada Seleção Tecnológica os cinco ministros apresentarão cada um uma proposta (representando seu ministério; por exemplo: o ministro do MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL pode sugerir a pesquisa Early Railroad). Aí iniciam os debates/sabatinas, no fim cada senador revela o seu voto e dentre as cinco propostas iniciais, apenas uma será escolhida. O processo ocorrerá anualmente (mais uma vez, in-game). Os ministros possuem quatro anos para mostrar serviço e concluir o máximo de tecnologias quanto for possível.[/size][/font]

II.III PLANO ORÇAMENTÁRIO

Assim como na vida real, cada país dentro do Victoria II necessita eleger suas prioridades e isso envolve ponderar gastos e investimentos. De quatro em quatro anos o congresso deverá estabelecer através de debates/eleição o plano orçamentário à ser seguido. Nesse contexto cada ministro irá fazer defesa de investimentos que favoreçam o próprio ministério, assim como os demais (exemplo: o ministro do MINISTÉRIO DA CULTURA certamente buscará altos investimentos na educação). Aí surgem diversas possibilidades à seguir, talvez um governo liberal… ou intervencionista, enfim. Lembrando que a primeira edição do Plano Orçamentário corre em 1836, a segunda em 1838 e a partir de então segue o curso natural, de quatro em quatro anos, como já mencionado.

II.IV POSICIONAMENTO

Elementar… assim como na maioria dos jogos já conhecidos pelos frequentadores do fórum, na série Victoria II diversos eventos ocorrem sucessivamente. O GM (ou imperador, caso queiram), encarregado de trazer as novidades da campanha aos demais jogadores (ou senadores, caso queiram), sempre trará ao debate eventos RELEVANTES (já que a maioria dos eventos são padrões e não trazem consequências verdadeiramente sensíveis). A partir daí o congresso decidirá qual o procedimento deve ser adotado; a população está nas mãos dos senadores e esperam sensatez em cada veredito à ser tomado.

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III. LEGENDAS PARTIDÁRIAS

III.I FUNCIONAMENTO

Dentro do Victorious Empire, cada partido político possui um tópico específico, lá é o local adequado para traçar estratégias e discutir posicionamentos internos (também é permitido interação através de MP’s, entretanto é necessário uma interpretação de “conversa particular” entre os articuladores). Todos os senadores precisam obrigatoriamente se filiar à um partido (no momento de registro do personagem, para isso clique aqui). Lembrando sempre que as legendas estarão em conformidade com o momento vivido dentro do game (ou seja, não espere um Partido Comunista logo em 1836).

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IV. CONCLUSÃO

IV.I CONSIDERAÇÕES FINAIS

Um projeto iniciado há dois anos atrás, muito promissor, contudo se perdeu com o tempo; relendo todo o tópico percebi a diversão que essa brincadeira pode proporcionar. Todavia poucos usuários encontram-se-se ativos no fórum, a disponibilidade de jogadores reduz ainda mais quando se trata de um jogo não tão popular como Victoria II (injusto, pois é resultado de um ótimo trabalho dos desenvolvedores). Pensando nisso elaborei essa “cartilha”, com toda dedicação para viabilizar a participação de QUALQUER UM (mesmo que não conheça o game), democratizando o máximo possível essa nova diversão. Todos serão bem-vindos! Mesmo os inexperientes do GSB. Boa diversão à todos!

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Qualquer sugestão, opinião ou dúvida clique aqui.

Att. EXPXeque