[WITPAE] Banzai! A Guerra no Pacífico

[center]War in the Pacific: Admiral’s Edition[/align]

War in the Pacific: Admirals Edition é um é uma expansão standalone do jogo War in the Pacific. O jogo original sofreu mudanças para aumentar realismo, melhorar o gameplay e a precisão histórica. O jogo, como o nome sugere, aborda o Teatro do Pacífico, durante a Segunda Guerra Mundial. Há várias cidades, indo desde a costa oeste americana, até a Austrália, Japão e outras partes do Pacífico. O jogador tem, a sua disposição, todos os tipos de armas que passaram pelo conflito (navios, aviões, armas terrestres). Além do combate em si, terá que fornecer toda a logística necessária a suas bases e tropas, garantindo assim seu pleno funcionamento. Jogando com o Japão, ainda poderá “tocar” toda sua economia.

Descrição completa, em inglês:
[spoil]Based on the award winning War in the Pacific from 2 by 3 Games and Matrix Games, the standalone expansion, Gary Grigsby’s War in the Pacific - Admiral’s Edition, adds significant improvements and changes to the original title to enhance game play, improve realism, and increase historical accuracy. With dozens of new features, new art, and engine improvements, War in the Pacific - Admiral’s Edition is the most realistic and engrossing WWII Pacific theatre game available. The immense scale is 40 miles per hex with losses covering individual vehicles, aircraft, guns and squads. Since half the planet Earth is covered by the titanic Pacific struggle, the game is massive in scope, covering thousands of ships tens of thousands of aircraft.

There are 15 campaigns included with the game, which can be played against the computer opponent, hot seat, and by secure email. Combined with a robust and time-proven engine, War in the Pacific – Admiral’s Edition gives you the chance to fight the entire war your way on every level.

War in the Pacific - Admiral’s Edition allows the player to experience one of the most massive conflicts history has ever seen on all fronts and in all forms:

The War At Sea– The unparalleled realism in Admiral’s Edition includes critical hit locations for all weapons platforms and radar installations, individual armor locations for ships, and a wealth of performance and characteristics data. Additionally, each ship’s crew has an experience rating for day and night combat. Every ship from mighty carriers and battleships down to gun boats has a commander with his own strengths and weaknesses. The game includes thousands of ships chosen from hundreds of ship classes.
The War in the Air- A wide variety of aircraft are included in the game, ranging from the awkward P-39 and the nimble Zero, to the heavy hitting B-29 and the extremely fast and powerful Corsair. Pilots and crews are tracked separately from aircraft and have individual skill, experience, and fatigue ratings. When pilots are in short supply, they can be placed into the pilot pool and reassigned to other groups using an intuitive and advanced pilot pool system.
The War on the Ground- Troops are needed to maintain and garrison bases and to deprive the enemy of his bases. So, troops are handled with care. There are a substantial number of different types of land-based units which are mostly broken down to division and brigade level, but there are many independent regiments and battalions. These are all represented by different unit counters and have different capabilities and include engineers, combat squads, Marine squads, support squads, air support sections, Sherman tanks, Stuart tanks, motorized forces, a number of mortars and field artillery and many others.

Among dozens of additions and new features, some major new improvements to the Admiral’s Edition include:

An all new 40 nautical mile per hex map
Numerous revisions to air combat/operations
Revisions to naval systems, including revised cargo, troop carrying and load unload capabilities.
An all new editor will also be included, which will add increases to slot ranges for many data components including aircraft, ships and ground units.
Ground system enhancements like movement related changes and a more robust combat system
A revised OOB for the master scenario which improves its historical accuracy and realism

The boxed version of the game will also come with a full color 332 page manual! Please note: The original War in the Pacific game is NOT required to play Admiral’s Edition.[/spoil]

A AAR irá descrever a ação dos Aliados (americanos, britânicos, australianos e demais envolvidos) e começará exatamente no dia do ataque a Pearl Harbor. Não será usado nenhum mod, a não ser algumas alterações nas unidades (correção de nomes, de brasão, esse tipo de coisa). A dificuldade escolhida foi a Historical.

[center]Capítulo 1[/align]

6 de Dezembro de 1941. A guerra na Europa já se arrastava há dois anos. Em Junho, tropas alemãs haviam atacado a União Soviética, aumentando ainda mais a abrangência do conflito.

Enquanto a Europa era banhada a ferro e fogo, a calmaria reinava no Pacífico. As tropas dos vários países europeus que tinham colônias ou bases na região não podiam reclamar da sorte que tinham. Enquanto seus compatriotas lutavam e morriam nos céus e campos da Europa, eles passavam a maior parte do dia no tédio. Com exceção de um ou outro episódio isolado, como a invasão da Indochina Francesa por parte dos japoneses, não havia muito o que fazer.

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No Havaí, soldados, marinheiros e pilotos americanos se revezavam entre suas atribuições militares e os bares e cinemas do arquipélago. As praias eram um destino regular. Naqueles dias, os únicos alvos eram as mulheres. A guerra para os EUA estava sendo travada somente com sanções e embargos econômicos.

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Mas, como diz o ditado, sempre há uma calmaria antes da tempestade. E essa tempestade viria na forma de homens, navios e aviões que estavam sendo mobilizados, silenciosamente, em todo o Pacífico.

Bom… ficou meio… what? … podia ter feito uma apresentação do AAR… jogo, país, índice, etc… anyway, acompanhando :wink:

Hahahahha

Desculpe. Eu sabia que ia ficar algo meio wtf, mas é por uma boa causa: a surpresa.

O jogo que estou jogando já começa na porradaria, o pau quebrando em todo canto. Como é a primeira vez que jogo ele (já o experimentei outras vezes, mas nada muito aprofundado), resolvi fazer diferente. Mas, como dá pra ver, vou jogar com os Aliados.

Só digo uma coisa: se achavam Distant Worlds na minha outra AAR, não viram nada. Nesse eu preciso jogar com um manual de 300 páginas aberto. XD

[center]Capítulo 2[/align]

O dia 7 amanheceu tranquilo. Marinheiros andavam pelos decks de seus navios, mecânicos cuidavam de alguns aviões nos hangares espalhados por toda a ilha. Tudo estava ocorrendo segundo a rotina estabelecida, até que as 6h37min o USS Ward, um destroyer da classe Wickes, afundou um mini submarino na entrada de Pearl Harbor. O navio fazia uma patrulha quando, as 3h57min, o caça-minas Condor informou, através de sinais visuais, que havia avistado um periscópio. O submarino tentava entrar no porto seguindo os rastros do navio cargueiro Antares, mas foi detectado e afundado.

As 7h17min, uma vasta formação de aviões foi vista, a cerca de 109 milhas náuticas de Oahu, a uma altitude de 8 mil pés, mais ou menos. 36 minutos depois, os ataques começaram.

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Navios, aviões, a infraestrutura das bases (pista de pouso, depósitos de suprimentos, etc), tudo foi atacado. Alguns aviões conseguiram decolar, na tentativa desesperada de fazer frente ao ataque, mas o esforço foi em vão. Quem teve melhor sorte foi a artilharia antiaérea. Derrubaram dois A6M2 Zero (durante os ataques, ficou claro que se tratava de aviões japoneses) e avariou mais um. Um B5N2 Kate foi abatido, enquanto mais três foram danificados. Catorze D3A1 Val foram danificados, mais dois foram derrubados.

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As perdas japonesas foram baixíssimas se comparadas as perdas americanas. Em aviões, foram perdidos três P-36A Mohawk ainda no solo, mais um nos dogfights e vinte foram danificados. Incríveis cento e dois PBY Catalina foram danificados e mais dezoito foram destruídos no solo. Nove B-17E foram danificados e outros dois, destruídos. Cinco F-4 Wildcat sofreram danos, um outro foi destruído. Vinte e um Dauntless ficaram danificados, mais seis foram destruídos em solo. Trinta e quatro B-17D sofreram danos de algum tipo, seis foram completamente destruídos em solo. Vinte e oito A-20A Havoc também foram atingidos, com mais três destruídos no solo. Sessenta e oito P-40B Warhawk sofreram danos, oito foram destruídos. Trinta e quatro B-18A Bolo foram metralhados, sete foram destruídos ainda em solo. O saldo ainda inclui sete C-33 danificados, cinco O-47A danificados e dois destruídos em solo e um R3D-2 danificado, sendo outro destruído. No total, 392 aviões foram postos fora de combate, entre danificados e destruídos.

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Os ataques também acertaram a Marinha. O couraçado West Virginia “tomou” dez impactos e ficou em chamas. Depois de horas num inferno ardente, afundou. O destroyer lança-minas Ramsay também foi atingido por uma bomba (ele afundou no final do dia). O Thornton, destroyer tender de hidroaviões, foi atingido por um torpedo, afundando depois. Os destroyers Chew foi atingido por uma bomba. O AVP (tender de hidroaviões, patrulha) Avocet também recebeu uma bomba. Ambos afundaram algumas horas depois. Muitos outros também foram atingidos. A base aérea foi acertada quarenta e seis vezes. Um depósito de suprimentos foi atingido por três bombas. A pista principal sofreu oitenta e quatro impactos.

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Os ataques não se limitaram somente ao Havaí. Outras bases no Pacífico, tanto americanas quanto britânicas, entre outras nacionalidades. A base de Iba, nas Filipinas, foi atacada por cinquenta e quatro G4M1 Betty e trinta e sete A6M2 Zero. Três bravos pilotos, voando em ultrapassados P-26A levantaram voo para enfrentar os agressores. Um foi destruído no combate e um outro foi destruído no solo, antes de levantar voo. A base de Clark Field, também nas Filipinas, também foi atacada. Vinte e cinco Zeros, trinta e seis G3M2 Nell e vinte e sete Betty participaram do ataque. A pista de pouso foi a mais atingida, sofrendo quatro acertos.

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O couraçado britânico Prince of Wales e o cruzador de batalha Repulse foram atacados perto de Mersing, na costa da Malásia. Dezoito G3M2 atacaram os navios, que além de suas armas antiaéreas, contaram com a “proteção” de sete caças Buffalo. Sete aviões japoneses foram danificados. Três torpedos atingiram o Prince of Wales e dois atingiram o Repulse, provocando um incêndio no último.

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Davao foi atacada por doze B5N1 Kate. O cargueiro leve Mauban, navio civil, foi atingido em cheio por duas bombas. O destroyer tender de hidroaviões William B. Preston foi envolvido por uma grande explosão quando três bombas atingiram seu deck. Por milagre, apesar do incêndio intenso, não chegou a afundar. Já outro cargueiro leve, também civil, o Montanes, não teve tanta sorte. Uma bomba o atingiu em cheio, afundando-o.

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Trinta e três Ki-27B Nate atacaram Kota Bharu, na Malásia. Sete foram danificados pela AA e um foi destruído. Três Vildebeest III foram danificados, mais dois destruídos. Vinte e nove Hudson I sofreram danos. A base em si também foi danificada. Os japoneses, que atacaram com bombas de 50kg, acertaram a pista vinte e oito vezes, dez outras bombas atingiram os depósitos de suprimentos. Outras nove bombas caíram em outras instalações da base.

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Tuguegarao, nas Filipinas, recebeu a “visita” de vinte e cinco Nates e vinte e sete Ki-48B Lily, mas os danos não foram muito extensos. Dez bombas atingiram a pista, duas caíram em depósitos de suprimentos e quatro atingiram outros prédios.

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O Estreito de Malacca também entrou na rota dos ataques. Alor Star, localizada no norte da Malásia e muito perto de bases japonesas, foi atacada por cinquenta e dois Ki-21-IIA Sally. Catorze Blenheim I foram postos fora de combate, sendo onze danificados e três destruídos. Mal o ataque acabou, outra leva de aviões apareceu no horizonte. Vinte e cinco Lilys e seis Ki-43-IB Oscar danificaram mais cinco Blenheim. Despejaram mais dezoito bombas na pista principal, três em alguns depósitos e dez em outras instalações.

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Vinte e sete Sally atacaram Georgetown, mas se depararam com caças Buffalo I já no ar. Quatro Sally foram abatidos, e dois outros muito danificados. Três Buffalo tiveram danos leves, mas um outro foi destruído no chão. Só sete bombas atingiram a pista.

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O Prince of Wales e o Repulse voltaram a ser atacados. Vinte e sete Bettys atacaram os navios, que contavam com cinco Buffalo como escolta. Os japoneses, dessa vez, levaram a pior. Três aviões foram destruídos pelos Buffalo e um quarto foi destruído por fogo antiaéreo dos navios. Outros catorze foram danificados, alguns seriamente.

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Tropas britânicas também foram informadas que unidades chinesas foram atacadas em vários pontos. Outras bases ocidentais reportaram terem visto formações de aviões, provavelmente fazendo reconhecimento ou rumando para outros alvos.

Dois destroyers japoneses atacaram Midway. O principal alvo foi a pista de pouso. Após algumas salvas, se retiraram dali.

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Oito navios aproximaram-se de Kota Bharu, enquanto as tropas ainda se refaziam dos ataques aéreos. Imediatamente as baterias costeiras abriram fogo, mas não foi o suficiente para afastar os japoneses, que lançaram um desembarque anfíbio.

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Ao mesmo tempo, outro desembarque ocorria na ilha de Batan. Com a cabeça de praia estabelecida, começaram o ataque. A ilha caiu em pouco tempo.

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As tropas, ainda desnorteadas após esse “furacão”, corriam de um lado para o outro, organizando-se o melhor possível, tentando compreender o que havia ocorrido. As equipes se dividiam na tarefa de guarnecer as armas antiaéreas das bases e navios, bem como as armas costeiras e canhões das embarcações e no atendimento dos feridos, na procura por sobreviventes e no árduo combate aos incêndios. Os japoneses haviam desferido um golpe e tanto.

Que capítulo gigantesco!!!

Eu tirei algumas outras coisas, principalmente as baixas navais. Se eu fosse listar da mesma forma que aparece ingame, como originalmente planejava, ia ficar maior ainda. Os relatórios do ataque a Pearl Harbor trazem, ainda, quais navios foram atingidos e pelo que foram atingidos, se pegou fogo, se ficou muito avariado ou se afundou. Foram tantos navios atingidos de alguma maneira que deu perto de meia página no Word.

Mas pelo visto, vou ter que resumir mais e mais. Já falei com o Wellington e ele me deu umas dicas de como proceder, já que o nível de detalhes é gigantesco.

Continuo achando q tu deveria seguir as dicas de formatação de AARs. Man, tu não postou nem o nome do jogo ainda! Assim fica difícil o pessoal querer acompanhar e conhecer mais do jogo :confused:

Problema resolvido.

[center]Capítulo 3[/align]

A declaração de guerra dos EUA ao Japão veio logo no dia 8. A primeira medida adotada foi planejar toda a logística necessária para o transporte de material e suprimentos. Ordens foram expedidas para todos os quarteis generais, mobilizando todos os navios da Marinha Mercante e outros navios civis. Toda a Costa Oeste foi colocada sob alerta. Los Angeles, San Diego e principalmente San Francisco começaram a se preparar para receberem as tropas que seriam enviadas para a zona de combate.

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As tropas do Commonwealth (britânicas, australianas, entre outras) também começaram os preparativos para os combates, mesmo não havendo nenhuma declaração formal nesse sentido. Tropas australianas foram instruídas a rumarem para Perth, na costa oeste do país. Divisões do Commonwealth na Malásia foram instruídas a fazer um pequeno recuo para posições mais favoráveis no sul, como Kuala Lumpur e Temuloh.

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O 13ª Burma Rifles Battalion, ao contrário de outros batalhões, deveria avançar e invadir a Tailândia. Os 192 soldados, mais 130 tropas de apoio, devem assumir uma posição a 40 milhas da fronteira.

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Enquanto isso, 11 unidades chinesas, num total de 34849 soldados e número praticamente igual de tropas de apoio, marcham em direção a Ichang. A cidade é um entroncamento valioso. Tem uma estrada que conduz até a Shangai e Hangchow. A estrada também a liga à Hankow e Wuchang, cidades estas cortadas por uma ferrovia que se estende até o Norte-Nordeste. Changsha, a Sudoeste de Wuchang, também tem uma importante ferrovia, que liga a cidade as regiões do Sul e do Oeste. Além disso tudo, a região é cortada por rios, que podem facilitar ainda mais os deslocamentos.

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Assegurar o controle de toda essa região é de vital importância, principalmente para aliviar a pressão que os japoneses exercem em Hong Kong. Também permitirá às numerosas tropas chinesas se moverem com mais rapidez, já que ao norte a única opção seria saindo de Sian, mas lá só seria possível contar com estradas e ferrovias secundárias. Em contraste, a rede que sai de Wuchang se estende até a Coréia. Controlar a região também significa privar o inimigo de importantes recursos.

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Agora sim :wink:
Belo cap, e divulgado no fb :wink:

[mod=“Richardlh”]AAR movida para a secção de AARs Incompletas.[/mod]